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PLR (10)

Trabalhadores em Goiás aprovam proposta final de PLR

Os ecetistas de Goiás aprovaram na noite desta quinta-feira, 27, a proposta para a PLR 2015, que foi apresentada durante uma reunião entre a empresa e os representantes dos trabalhadores no dia 18 de novembro. A distribuição desta PLR será de 50% linear e 50% de parcela por indicadores. A votação ocorreu durante assembleias gerais da categoria realizadas em Anápolis, Caldas Novas, Catalão, Itumbiara, Goiânia, Mineiros, Jataí, Rio Verde e Uruaçu.

Na reunião do dia 18, a empresa reafirmou os valores da PLR/2013, cujo valor mínimo será de R$614,00, e o máximo de R$711,00, que deverá ser paga na primeira semana de dezembro. Já a PLR de 2014, que terá os mesmos critérios da de 2013, será composta por duas parcelas, a primeira distribuída de forma linear, e a segunda com base no indicador Índice de Desempenho Operacional - IDO. As propostas de PLR para 2013 e 2014 já haviam sido aprovadas pela maioria das assembleias realizadas anteriormente.

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PLR: Trabalhadores em Goiás decretam estado de greve

Os trabalhadores dos Correios aprovaram, por unanimidade, o estado de greve e o indicativo de greve a partir do calendário nacional, podendo ser chamada assembleia a qualquer momento. A decisão foi tomada durante  Assembleia Geral realizada na noite desta quinta-feira, 13, em Goiânia. A categoria reivindica o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), e o cumprimento da Lei 12.997/14, que trata do Adicional de Periculosidade para trabalhadores em motocicletas.

Na última reunião, realizada nesta quarta-feira, 12, a empresa apresentou sua proposta com as alterações solicitadas pelo TST, como a retirada da “avaliação por unidade operacional”, entretanto, não atendeu à proposta que havia sido aprovada pelos sindicatos durante assembleias.

O ministro do TST, Ives Gandra, então propôs o pagamento da PLR 2013 juntamente com as assinaturas da PLR 2014 e a de 2015, encaminhadas ao dissídio de natureza jurídica. Porém, o vice-presidente da ECT, Nelson Freitas, imediatamente desautorizou a proposta.

Diante deste posicionamento, o ministro Ives Gandra propôs que a Federação e os sindicatos presentes aguardassem mais uma semana a posição da ECT, adiando a greve para depois do dia 19 de novembro, onde será realizada uma última reunião. Segundo Ives Gandra, a empresa não tem colaborado com as negociações, e que uma greve da categoria, neste momento, é compreensível. O ministro ainda afirmou que, se houver uma greve e ela for levada a julgamento, votará pela não abusividade e contra o desconto ou compensação de dias dos trabalhadores.

O SINTECT/GO realizará uma nova assembleia na semana que vem, e ante o resultado da reunião do dia 19 de novembro, poderá construir uma grande greve no estado.

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PLR 2013: TST recomenda proposta única

Na última quarta-feira, 6 de agosto, foi realizada no Tribunal Superior do Trabalho (TST) uma audiência de conciliação sobre o pagamento da PLR 2013, pois a ECT preferiu recorrer ao Tribunal. Na ocasião, estiveram reunidos os representantes dos trabalhadores e o vice-presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho.

O valor da PLR 2012, paga no último ano, foi de R$ 940,00, mas este ano os trabalhadores de base receberiam apenas R$297,00. Segundo a empresa, a redução é justificada pela queda do lucro da empresa de 1 bilhão de reais para R$325 milhões.

Nos anos anteriores, mesmo quando não havia acordo, a ECT pagava a PLR no mês de abril ou, no máximo, no Dia do Trabalhador, em 1º de maio. Entretanto, a PLR 2013 até o momento não foi paga.

Segundo o TST, existe a disponibilidade para negociação, porém o Tribunal deseja uma mesa única. De acordo com o ministro, é necessário tentar uma pauta comum com a outra representação dos trabalhadores dos Correios [a FINDECT]. Ives Gandra afirmou ainda que não será realizada reunião com a ECT enquanto não houver um proposta única das federações. Ele espera que a situação seja resolvida com mediações, de maneira informal, e que o dissídio coletivo seja evitado.


*Com informações da FENTECT
 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
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PLRs 2013/2014

O SINTECT/GO comunica que até o momento não há informação oficial sobre as PLRs 2013/2014. Depois dos resultados apresentados nas últimas assembleias, em que não ouve acordo entre as partes, os sindicatos proporam na MNNP que o critério de distribuição seja linear, e não de 1 para 5 como estabelece a regra. A empresa encaminhou novamente as propostas para o Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST) - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para serem avaliadas.

O resultado definitivo das propostas deverá ser definido na próxima MNNP, que ocorre nos dias 4 e 5 de junho, pois os sindicatos insistem na igualdade de distribuição da PLR independentemente do valor a ser distribuído. Posteriormente, após esta data, o Sindicato informará a toda à categoria o que foi definido sobre as PLR’s.

Sem mais para o momento,

                                            Atenciosamente,

Diretoria Colegiada
Sintect GO.
 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
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MPT faz proposta para acordo e pagamento de PLR

 

O Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou aos Correios e às representações sindicais, nesta terça-feira, 23, durante audiência de mediação, uma proposta de acordo e pagamento das PLRs 2012 e 2013. 

A proposta prevê aumento de 90% para 92% a distribuição geral, aumenta o índice da parcela corporativa de 30% para 50%. Também cria uma comissão para revisão dos resultados do GCR dos empregados com conceito “não alinhado” da PLR 2012. 

A direção da Empresa vai estudar a proposta e espera que os sindicatos façam o mesmo, a fim de viabilizar um fechamento de acordo e com isso garantir o pagamento da PLR 2012 já para a próxima semana, depois da aprovação das contas pela Assembleia Geral Ordinária, que ocorre nesta sexta-feira. 

A empresa reafirma a disposição pelo diálogo. As partes examinam a possibilidade de marcar nova reunião para a próxima semana.
 
Fonte/Autoria: Primeira Hora
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PLR: Resultado das Assembleias do dia 5

 

Aos cinco dias do mês de abril de dois mil e treze, foram realizadas Assembleias Gerais Extraordinárias em frente à Agência Central dos Correios em Goiânia - GO, sito a Praça Drº Pedro Ludovico Teixeira, n° 11, Centro (em 1ª convocação para 18h e 2ª convocação para 18h30); e nas cidades de Anápolis, Catalão, Itumbiara e Rio Verde, em frente à Agência Central/CDD (em 1ª convocação 17h30 e 2ª convocação 18h) para debater e deliberar sobre a seguinte pauta: 1) Informes; 2) Deliberar sobre a proposta de PLR.

Na assembleia de Goiânia, primeiro ponto, o companheiro Marcelo Barbosa Barreto informou QUE o STF decidiu que não pode haver demissão nos Correios sem motivo, porém, dispensou o Processo Administrativo Disciplinar - PAD, QUE o Postalis, em recente decisão instituiu um aumento de 3,94% sobre o Benefício Saldado, QUE teve uma sentença do TRT/GO que determina que o retorno de todos os trabalhadores da DR/GO para o cargo de 1995.

Na assembleia de Anápolis, os trabalhadores informaram QUE todas as decisões tomadas na audiência de conciliação do PCCS-95 deverão passar por assembleia para que os trabalhadores avaliem as propostas decididas no TRT-18, aprovando ou não. QUE o SINTECT-GO faça uma reunião no CDD-JK e UD-Jaiara sobre o GCR-2012 e um abaixo assinado pedindo a revisão ou nova avaliação do mesmo, pois muitos trabalhadores nem assinaram o GCR nem tiveram a oportunidade de defesa.

Ainda em Anápolis, vários carteiros novatos estão fazendo denúncias de assédio moral pelas chefias dos CDDs e querem denunciar estas atitudes na justiça. No segundo ponto, em Goiânia, leram-se os informes 02, 03 e 04 da FENTECT. Após a leitura houve um amplo debate e um desabafo dos trabalhadores sobre a postura da direção da ECT, que a cada dia tem usado mecanismos de desvalorização e de ferramentas para pressionar os trabalhadores.

Vários companheiros disseram QUE a ECT tem um regime de produção visando apenas o lucro e não fornece as devidas condições de trabalho. QUE esse chega o lucro não é distribuído de forma correta para quem realmente produz.

QUE a ECT cria enormes obstáculos para distribuir uma PLR discriminadora e injusta. Nesta avaliação não restou alternativas para a categoria de Goiás abrir um protesto em repúdio à postura da ECT, e suas ferramentas de mensuração GCR, SAP, SARC, que são utilizadas para perseguir o trabalhador.

Enfim, foi rejeitada a proposta de critérios de PLR 2013, apresentada pela ECT, em especial aos pontos que tratam da redução dos valores de PLR através do atrelamento da participação nos lucros com o GCR e o ponto que cria a parcela estratégica. Foi aprovada a participação deste sindicato nas atividades do dia 24 de abril de 2013, em Brasília.
 
Fonte/Autoria: Marcelo Barbosa
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Primo pobre também na PLR...

 





Você, trabalhador, já sabe que nós recebemos o menor piso salarial entre as estatais. Agora, será que vamos ser o “primo pobre” também na questão da PLR? Será que vamos amargar o prejuízo de receber menos até que os funcionários de empresas como a Sama Minerações, que está em um processo de fecha-não-fecha por conta do banimento do amianto?!

O fato é que várias empresas estatais e privadas já pagaram para seus trabalhalhadores a parcela referente à divisão dos lucros, enquanto os Correios ainda sequer anunciaram os valores da nossa PLR 2012 (que será paga esse ano) e dificultam a negociação da PLR 2013 (paga em 2014).

Como de praxe, a direção da ECT não negociou com a categoria no ano passado e insiste em esconder o quanto cada trabalhador deverá receber. Na tentativa de descobrir, o Sintect-GO recorreu ao Sistema Eletrônico do Serviço de Informação ao Cidadão (Lei da Acesso à Informação), requerendo informações, tanto na Empresa quanto no Ministério do Planejamento, a respeito da proposta apresentada pela ECT ao DEST para pagamento da PLR 2012. No entanto, os Correios e o Ministério do Planejamento se negam a divulgá-la.

Após várias tentativas sem êxito, o Sintect-GO recorreu à Controladoria Geral da União para ter respeitado o direito de acesso à proposta, que é um documento oficial e público. Mas até agora, nada.
Sabemos que mais uma vez os Correios bateram recordes de lucros, fala-se que estes lucros teriam ultrapassado a marca de R$ 1 bilhão. Tudo fruto do suor dos trabalhadores de base, que são sempre menosprezados na hora da divisão do bolo.

Se por um lado o alto escalão se lambuza; de outro, o trabalhador fica com as migalhas. Até quando?

Vamos lutar para que este ano a história seja diferente. Vamos brigar por uma PLR 2013 mais justa! Participe das Assembleias dia 5 de abril.

VEJA CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIAS

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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PLR 2013: Sintect-GO convoca para Assembleias nesta sexta, dia 5

 





A Comissão Provisória de Negociação da PLR da Fentect tem participado de reuniões com os representantes da ECT tratar da PLR/2013, a ser paga em 2014. Durante os encontros, a Empresa tem se mostrado intransigente e desrespeitosa quanto aos anseios da categoria, negando-se a sequer discutir um modelo de PLR linear e com um valor mínimo, insistindo em um programa desigual, que cria privilégios para uma parcela reduzida de gestores e impõe metas e critérios abusivos.

Tendo em vista a intransigência da ECT, que chegou a ameaçar a categoria com o ultimato de “Não pagar a PLR em 2014 caso não se consiga um acordo na data de fechamento das negociações”, a Federação decidiu pela realização de Assembleias para:

1-Rejeição da proposta da ECT na sua totalidade;
2- Denunciar os atos discriminatórios da ECT na divisão de PLR/2013;

A Comissão esclarece que em momento algum deixou a mesa de negociação e que está disposta a discutir, desde que haja seriedade, respeito e comprometimento por parte da direção da ECT para com os mais de 117 mil trabalhadores ecetistas. A Federação conta com o apoio de toda categoria para que se mobilize em torno dessa luta que é de todos.

ASSEMBLEIAS EXTRAORDINÁRIAS
Sexta-feira, 5 de abril de 2013
Pauta: Informes e PLR 2013 (a ser paga em 2014)

GOIÂNIA
às 18h (1ª convocação) e 18h30 (2ª convocação)
Local: Em frente à Agência Central

ANÁPOLIS | CATALÃO | ITUMBIARA | RIO VERDE
às 17h30 (1ª convocação) e 18h (2ª convocação)
Local: Em frente à Agência ou CDD de cada cidade
 
Fonte/Autoria: Informações da Fentect
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ECT insiste em vincular PLR à GCR

 


Na última discussão entre a Empresa e a Comissão de PLR da Federação, questão da GCR foi uma das poucas a gerar impasse


Na reunião de da última quarta-feira, 27, realizada entre a ECT e a Comissão de negociação de PLR da Fentect foram discutidas ponto a ponto as cláusulas da PLR com base nas propostas da empresa e da Federação. Ao fim do encontro, ficaram acordadas as seguintes cláusulas, fechadas com base no acordo de PLR 2011:

1º - Objetivo da PLR;
3º - Licença Maternidade/Adoção;
4º - Demissão a pedido;
5º - Empregados cedidos/requisitados;
6º - Liberação de dirigentes e delegados;
8º - Desligamento no período de experiência;
9º - Desligamento por justa causa;
11º - Acidente por de trabalho;
12º - Lei de Greve;
13º - Licença Médica;
16º - Vigência do acordo;

Além desses pontos, chegou-se a um consenso também nas questões relativas aos Assessores Especiais e aos Anistiados, assuntos que não constavam na proposta da Fentect. Como pontos pendentes, ou seja, aqueles em que a Federação apresentou alguma proposta, mas que ainda precisarão ser apresentados pela equipe de negociação para análise da direção da ECT, ficaram:

7º - Suspensão disciplinar: a proposta da Fentect é de manter o texto de 2011, mas garantir que o trabalhador com mais de 10 dias de suspensão receba 50% da parcela individual da PLR.

10º - Falta injustificada: de acordo com texto acordado 2011.

14º - Modelo de distribuição: a proposta da Fentect é de 70% corporativo e 30% individual.

15º - Indicadores de resultados: Federação quer suprimir o IDO.

Outras exigências da comissão de Negociação da PLR foram no tocante dos pontos mais polêmicos da Proposta: a Parcela Estratégica e a GCR. Quanto a Parcela Estratégica, foi proposto que a cláusula seja retirada da PLR. A sugestão da mesa é que a Parcela seja excluída e substituída por algum mecanismo que distribua os lucros respeitando um piso e um teto pré-estabelecidos, desde que não haja diferença maior que cinco vezes entre o menor e o maior valor a serem pagos. A medida será benéfica para todos, pois se o piso melhorar, melhora também o teto. A sugestão, no entanto, ainda precisa passar pela aprovação da diretoria da Empresa.

Quanto ao GCR, a Federação foi firme ao afirmar que é crucial a exclusão do mesmo para fins de fechamento de acordo. De acordo com a Fentect, o GCR é muito subjetivo, deficiente e afetado por práticas obscuras de gestores despreparados ou mal intencionados. Além disso, a Empresa não dá condições de trabalho para o cumprimento de metas, tanto com relação ao efetivo quanto aos equipamentos. A Federação não vai aceitar que essa ferramenta continue a ser usada como meio de punição do trabalhador.

Ficou agendada a próxima reunião para 02/04, onde a empresa apresentará resposta em relação às cláusulas pendentes.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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