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SINTECT-GO promove Audiência Pública, no dia 1º, para debater consequências da privatização dos Correios

 

 O Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e suas Concessionárias, Permissionárias, Franqueadas, Coligadas e Subsidiárias no Estado de Goiás (SINTECT-GO) realiza, no dia 1º de setembro, uma audiência pública para esclarecer a sociedade sobre as consequências da privatização dos Correios. A audiência, que faz parte de um conjunto de ações para barrar a privatização da estatal, ocorrerá no Auditório Costa Lima, da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, às 19h.

Com a desculpa de diminuir a presença do estado na economia, o governo interino está se preparando para privatizar diversas estatais, entre elas os Correios. No dia 22 de julho, o governo federal assentiu a privatização de seis distribuidores de energia da Eletrobrás que atendem o Acre, Alagoas, Amazonas, Rondônia, Roraima e Piauí, que deverão ser vendidas até dezembro de 2017.

Além de demissões em massa, mão de obra terceirizada, degradação das relações de trabalho, achatamento salarial, a privatização também traz diversas consequências para a sociedade. Ao privatizar determinado serviço e entregar o controle e o lucro ao capital privado, o Estado perde parte de sua soberania e se torna incapaz de proteger a sociedade contra o aumento de taxas, juros, entre outros. Além disso, os recursos brasileiros irão todos para o exterior, deixando o país ainda mais pobre, aumentando os índices de desigualdade social. Como a finalidade da empresa privada é o lucro, os valores dos serviços serão aumentados. Ainda sim, a empresa privada pode se negar a oferecer algum serviço em determinada localidade devido sua baixa viabilidade econômica, ou seja, muitas pessoas não terão mais acesso aos serviços prestados pelos Correios, que perderá a universalização do serviço postal.

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Reajuste das tarifas dos Correios deve ficar em torno de 10%

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O Ministério da Fazenda quer reajustar as tarifas de serviços postais e telegráficos dos Correios. De acordo com a Empresa, o reajuste médio deve ficar em torno de 10% para serviços nacionais e internacionais.

Mas para começar a valer, a medida ainda depende de uma portaria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O valor do primeiro porte da carta não comercial, por exemplo, passaria de 1 real e 5 centavos para um real e 15 centavos. No caso de telegrama, o valor subiria de 6 reais e 39 centavos para 7 reais e 7 centavos.

Os Correios informaram ainda que os serviços são reajustados anualmente com base na recomposição dos custos repassados à estatal, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. As novas tarifas não se aplicam ao segmento de encomendas e marketing direto.

 

Reprodução: Agência Brasil

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Guilherme Campos é nomeado para a presidência dos Correios

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O presidente interino Michel Temer nomeou Guilherme Campos Júnior para a presidência dos Correios. A nomeação está publicada na edição de hoje (9) do Diário Oficial da União. Campos Júnior é um dos fundadores do Partido Social Democrático (PSD).

Ex-deputado federal por São Paulo, ele foi vice-prefeito e secretário de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo de Campinas (SP).

Campos substituirá Giovanni Correa Queiroz que foi exonerado em maio pela então presidenta Dilma Rousseff.

Também está publicada no Diário Oficial da União a exoneração de Claudio Carrera Maretti do cargo de presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

Reprodução: Agência Brasil

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Correios terão operadora de celular em 2017

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São Paulo - Os Correios divulgaram na terça-feira, 17, que a EUTV será a operadora parceira da estatal em seu projeto de telefonia móvel, que deve começar a funcionar em janeiro de 2017.

A estatal vai funcionar como uma operadora virtual, vendendo chips e recargas para planos pré-pagos de telefonia móvel. O contrato entre as duas empresas será assinado em junho e depende de aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A operadora virtual será uma credenciada da EUTV e não terá necessidade de fazer investimentos em infraestrutura. A meta dos Correios é de faturar, em 2017, R$ 12,6 milhões com venda de chips e recargas para, pelo menos, 1 milhão de consumidores.

O contrato entre as duas empresas prevê que os Correios deverão chegar a 8 milhões de clientes móveis e uma receita total de R$ 297,6 milhões em um prazo de cinco anos. O plano dos Correios é essencialmente atender a brasileiros das classes C, D e E.

Disputa

A EUTV, conhecida pelo nome comercial de Surf Telecom, venceu a Claro no processo - as duas foram as únicas candidatas na seleção, iniciada em março.

Segundo os Correios, a Claro ficou de fora por não respeitar condições do edital e por oferecer planos com receitas inferiores - estimadas em R$ 257,4 milhões.

O plano tem inspiração europeia: na Itália, a operadora virtual dos correios têm 3 milhões de usuários.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

 

Reprodução: Exame.com

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Em defesa dos Correios: ecetistas em Goiás decidem paralisar

Os trabalhadores dos Correios de Anápolis, Catalão, Inhumas, Itumbiara, Goiânia e Goiás decidiram paralisar suas atividades nesta quarta-feira, 27 de abril, por 24h em razão ao Dia Nacional de Paralisação em defesa dos Correios. A deliberação ocorreu durante Assembleias realizadas na noite de ontem.

A mobilização faz parte da Campanha Nacional Extraordinária da FENTECT, que reivindica entre outras coisas:

  • Pelo retorno do Correios Saúde;
  • Uma empresa pública e de qualidade;
  • Contra possíveis manobras fiscais. Contra fechamento de agências;
  • Pelo não pagamento da contribuição extraordinária do Postalis, de 17,92%;
  • Entrega matutina imediata em todas as unidades;
  • Revogação da CorreiosPAR (subsidiária);
  • Pelo fim do DDA;
  • Não ao CDD Virtual;
  • Pelo pagamento da periculosidade aos motociclistas;
  • Contratação e concurso público já!
  •  Melhores condições de trabalho;
  • Pelo pagamento do sábado;
  • Pelo fim das metas abusivas;
  • Por melhorias no sistema SARA e no banco Postal;
  • Pelo fim da cobrança abusiva do PROTER aos atendentes;
  • Por uma distribuição de PLR justa para todos;
  • Pela manutenção dos nossos direitos,
  • Pelo fim das intervenções partidárias nas decisões da empresa.

Autoria: Laryssa Machado - Assessoria de Comunicação SINTECT-GO

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Correios vai testar em Brasília veículo elétrico para entrega de cartas e encomendas

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Equipado com bateria de íons de lítio-fosfato de ferro, o veículo tem autonomia de mais de 200 km, o que supera as distâncias normalmente percorridas na coleta e distribuição postais

Os Correios receberam nesta terça-feira (22), para um período de testes de três meses, um veículo elétrico da BYD do Brasil. O veículo, um furgão T3 com capacidade para transportar até 800 kg de carga, foi cedido em regime de comodato e será utilizado em Brasília.

Equipado com bateria de íons de lítio-fosfato de ferro, o veículo tem autonomia de mais de 200 km, o que supera as distâncias normalmente percorridas na coleta e distribuição postais. O teste avaliará, além da eficiência no transporte de cartas e encomendas, a desenvoltura dessa alternativa em relação a questões como abastecimento, autonomia e manutenção.

O presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, recebeu as chaves das mãos da presidente da BYD Motors, Stella Li. “Temos a missão de diminuir em 20% a emissão de gases poluentes até 2020 e veículos sustentáveis vão ao encontro das ações de gestão ambiental que os Correios já põem em prática para a diminuição dos impactos ambientais causados pelas atividades da empresa”, destacou Queiroz. O presidente do Conselho de Administração dos Correios e ministro das Comunicações, André Figueiredo, também participou do ato.

Criada em 2003, a divisão de automóveis da chinesa BYD utiliza desenvolvimento e tecnologia própria para criar soluções de "energia limpa" de mobilidade, veículos híbridos, e 100% elétricos e inaugurou uma fábrica no Brasil em Campinas (SP), em julho do ano passado.

Reprodução: Fato Online

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Para reduzir gastos, agências dos Correios não vão mais abrir aos sábados

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A partir do próximo sábado (19), a maioria das agências dos Correios não vai mais abrir aos sábados. A medida é uma forma de reduzir os gastos da empresa e tentar chegar ao fim do ano com o orçamento em dia. Apenas as agências com grande movimentação, como em aeroportos e rodoviárias, continuarão abertas aos sábados.

 “Queremos fazer um ajuste financeiro para, que ao final deste ano, os Correios não tenham deficit como no ano passado”, explicou o presidente dos Correios, Giovanni Queiroz. O balanço de 2015 da empresa ainda não foi concluído, mas no final do ano passado, Queiroz estimava que o déficit da estatal chegaria a R$ 2 bilhões.

Segundo o presidente, muitas agências são deficitárias e com baixo fluxo de clientes aos sábados, como a de Teófilo Otoni (MG), onde a receita média aos sábados é R$ 416 e a despesa para abrir é R$ 6,6 mil. “Não há nada que justifique estar aberta ao sábado”, diz. Das 700 agências que atualmente funcionam no sábado, 685 não vão mais abrir. A medida não vale para as agências franqueadas dos Correios, só para as agências próprias. Atualmente, os Correios têm 6.471 agências próprias e 1.011 franqueadas. 

Redução de despesas
Até o fim do ano, a empresa espera economizar R$ 1,6 bilhão com diversas ações de redução de despesas. Os Correios estudam a possibilidade de fundir agências que estejam próximas, realocando os funcionários e fechando as que dão prejuízo. Ainda neste mês, um projeto-piloto deve começar a funcionar no Distrito Federal e depois pode ser levado para outras cidades do país.

Queiroz deu o exemplo de sua cidade natal, Redenção (PA), onde atualmente há duas agências dos Correios, mas uma delas é pequena e deficitária. “Tem uma agência maior, em que faltam funcionários, e tem muito mais condições, fica a 800 metros da outra. Não faz sentido manter essa outra, porque tem um custo muito alto”, diz. Ele garante que nenhum município ficará sem pelo menos uma agência dos Correios.

O presidente fez uma recomendação para que todas as agências reduzam o pagamento de horas extras e o trabalho noturno dos funcionários. No ano passado, a empresa pagou R$ 720 milhões com hora extra. “Em nenhuma circunstância vamos prejudicar o serviço, vamos fazer um ajuste de gestão”, garante.

O corte pela metade dos gastos com publicidade e patrocínio, que no ano passado significou R$ 380 milhões, também é objetivo dos Correios para economizar. Outras medidas administrativas, como revisão de contratos de aluguel, redução do uso de carros, telefone, viagens e diárias serão adotadas. Também será feita uma auditoria na folha de pagamento para detectar pagamentos irregulares de benefícios.

Aumento de arrecadação
Para aumentar as receitas, os Correios vão começar a prestar os serviços de telefonia móvel virtual, chamada de MVNO (Mobile Virtual Network Operator). A concorrência para escolher a operadora de celular que irá fazer a parceria com os Correios para vender o chip com a marca da empresa será feita nesta semana. Com o serviço, a empresa pretende arrecadar R$ 282 milhões nos cinco anos de contrato.

Outra medida para aumentar a arrecadação dos Correios será a ampliação do número de agências que oferecem a venda de consórcios, como de veículos e imóveis, de 190 para 3,2 mil até o fim do ano. A estatal também vai investir no setor de logística e já iniciou a negociação para ser o operador logístico oficial de todos os setores do governo federal, como já faz com a distribuição de livros didáticos e de medicamentos.

Reprodução: Agência Brasil

Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil

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MPF/GO: Correios deverão entregar correspondências individualmente em casas de condomínios fechados

Sentença judicial faz parte de Ação Civil Pública ajuizada pelo MPF/GO

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) obteve, em fevereiro, sentença judicial determinando aos Correios a entrega individual de correspondências, encomendas ou similares nas casas pertencentes a 16 condomínios horizontais de Goiânia e Aparecida de Goiânia. A decisão é da 6ª Vara da Justiça Federal em Goiás.

A sentença faz parte de ação civil pública (ACP) ajuizada em 2014 pela procuradora da República Mariane Guimarães de Mello Oliveira, que atua no ofício de Defesa do Consumidor e Ordem Econômica do MPF/GO. De acordo com a procuradora, a medida faz-se necessária, pois a entrega de correspondências, encomendas ou similares é de responsabilidade dos Correios e, nesses condomínios, tais entregas ao destinatário final estariam sob responsabilidade de terceiros. “Uma vez que as correspondências são deixadas pelos Correios nas portarias, a entrega aos moradores passa a ser responsabilidade de terceiros, o que vem gerando transtornos, como extravios ou atraso no pagamento de contas”, pontua a procuradora. 

Os condomínios beneficiados com a sentença são: Alphaville Flamboyant (Residencial Araguaia, Residencial Cruzeiro do Sul, Residencial Goiás, Residencial Ipês e Housing Flamboyant); Alto da Boa Vista; Jardins Florença; Jardins Atenas; Jardins Lisboa; Jardins Milão; Jardins Mônaco; Jardins Munique; Jardins Paris; Jardins Valência; Jardins Verona, Portal do Sol Green; Portal do Sol II; Residencial do Lago; Portal do Sol Mendanha e Condomínio Residencial Balneário Villa Verde, bem como em todos os condomínios que estejam em fase de construção/implantação na região de Goiânia.

Clique aqui e leia a íntegra da sentença (Autos n° 11144-88.2014.4.01.3500).

 

Reprodução: Ministério Público Federal em Goiás

 

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Presidência dos Correios recebe sindicatos e FENTECT para discutir seu ajuste fiscal

Mais uma vez representantes da FENTECT e de bases sindicais no país foram recebidos pelo presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, no dia 21 de janeiro, em Brasília. Na ocasião, o movimento sindical expôs sua opinião acerca do que vem sendo divulgado sobre o suposto colapso. Novamente, a ECT apresentou sua situação financeira, mas agora com os dados do mês de novembro, ocasionando assim em um prejuízo que chega a um bilhão e novecentos milhões, aproximadamente.

Durante a reunião, a presidência apresentou o plano de ação para a redução de forma sintética. Contudo, o movimento sindical teve acesso a Tabela de Ações de Redução de Despesas de Custeio e Investimentos, confira abaixo. Novas reuniões para discutir os impactos das medidas que se pretende tomar estão previstas para fevereiro.

Os trabalhadores sempre fizeram sua parte para que a Empresa tivesse lucro e organizados pelas entidades sindicais não aceitarão a retirada de direitos por conta da má gestão da empresa, nem fechamento de agências, ou a precarização dos serviços postais.

Confira aqui o pacote de maldades ou ataques aos direitos dos trabalhadores, que está sendo chamada pelo movimento sindical de ajuste fiscal dos Correios.

 

 

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Correios terão prejuízo de R$ 900 milhões, diz presidente

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Brasília – O novo presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, estima um rombo de mais de R$ 900 milhões nas contas em 2015. Será a primeira vez em 20 anos que a empresa fechará o balanço no vermelho.

Dois dias após assumir o cargo, Queiroz disse ao Estado que os Correios estão na UTI. "A situação é de emergência. Não adianta jogar para debaixo da mesa", afirmou. "Já operei em condições precaríssimas e salvei algumas vidas com o seguinte ensinamento: o paciente chegou em coma, você não tem que pensar em anestesia. Abre a barriga dele, grampeia o polo de sangramento, e depois você cuida do resto, senão ele morre", disse Queiroz, que é médico.

Ele não evitou críticas ao governo, responsável por represar por dois anos o preço das tarifas. Em 2014, houve reajuste de 7%, que não compensou a inflação. "Precisamos emergencialmente aumentar essas tarifas. Você não pode ficar tanto tempo defasado. É a mesma estratégia que o governo usou com a Petrobrás, com a energia. Hoje, estamos pagando a conta do passado."

Em 2014, para o balanço fechar azul, os Correios reverteram uma parte da provisão feita há seis anos, no valor de R$ 1,086 bilhão, reserva para cobrir déficits do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários da estatal. Assim, a empresa terminou 2014 com lucro de R$ 9,9 milhões, o menor da história.

Ele reconheceu que os Correios estão com serviços e produtos defasados e com ritmo de aumento de despesas superior ao das receitas. "Ainda não houve diminuição no número de postagens de cartas, mas a tendência é que a internet substitua a correspondência impressa, da conta de luz à carta de amor", disse.

Ele criticou o prazo de dez dias para a entrega de um Sedex, que representa um terço de tudo o que a empresa fatura com serviços. Citou como exemplo o prazo de dez dias para entregar um Sedex de Brasília para Redenção, no Pará, enquanto a empresa privada concorrente entrega no dia seguinte. Também cobrou melhor atendimento nas agências. "Os Correios podem gastar até R$ 300 milhões em propaganda e o cidadão demora três horas na fila para despachar uma mercadoria. Está errado."

A primeira medida de Queiroz foi sugerir ao governo o corte do próprio salário e dos vices. Na semana passada, o conselho de administração aprovou a redução do salário do presidente, de R$ 46 mil para R$ 27,8 mil, e dos vices, de R$ 40 mil para R$ 24 mil. "Aqui não é cargo para ficar rico. Se quer ficar rico, vai para a iniciativa privada."

Ele foi prefeito, deputado estadual e deputado federal por três vezes pelo PDT. Perdeu as eleições de 2014 e foi indicado para o cargo de secretário no Ministério do Trabalho. Para restabelecer a base no Congresso, a presidente refez a distribuição dos ministérios e deu ao PDT o Ministério das Comunicações. "Os Correios precisam se recuperar. É o nome do partido que está em jogo", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Reprodução: Revista Exame

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