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Curso de formação é realizado para orientar os novos delegados sindicais

O SINTECT-GO realizou neste sábado, 07 de abril, na sede da CUT-GO, o curso de Formação Sindical para os delegados sindicais eleitos para a gestão 2018/2019. O objetivo do curso é orientar e capacitar os trabalhadores para que eles possam atuar em suas unidades, acionando o sindicato quando a empresa descumprir o ACT; auxiliando nas mobilizações, organizando os trabalhadores em seu local de trabalho; representando o sindicato em sua unidade; entre outros.

Na primeira parte do Curso, os dirigentes sindicais presentes deram boas vindas aos delegados e falaram sobre a importância do curso para eles. A professora Ana Lúcia Silva, da UFG, fez uma breve análise da situação política do país, explicando que o grande problema do Brasil é a desigualdade social.

No segundo momento do evento, a advogada do departamento jurídico do SINTECT-GO, Gizeli Costa, fez uma breve analise da formação das leis, que teve inicio na Grécia Antiga. Ela também explicou como funciona o poder judiciário no país e porque as ações demoram a serem julgadas. Ao final, a advogada falou dos quatro pilares da Reforma Trabalhista e como eles afetam os trabalhadores dos Correios.

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Curso de Formação Sindical: ocorreu no sábado

No último sábado, dia 24 de junho, o SINTECT-GO realizou o segundo módulo do Curso de Formação Sindical. O evento, que é exclusivo para os novos delegados sindicais eleitos, contou com a participação da advogada do departamento jurídico do SINTECT-GO, Gizeli Costa, que falou sobre a legislação, abordando principalmente a formação das leis, acidentes de trabalho, assédio moral e sexual, entre outros.

Confira as fotos do Curso aqui.

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SINTECT-GO realiza Curso de Formação Sindical no dia 02

No próximo sábado, dia 02 de abril, o SINTECT-GO realiza o Curso de Formação Sindical, gestão 2016/2017. O evento, que visa contribuir com a formação dos novos Delegados Sindicais, será realizado na Sede do Sindicato, localizada na Rua Anhangá, Quadra 32-A Lote 25 Vila Brasília -Aparecida de Goiânia. A cerimônia de abertura está prevista para ás 8h.

Durante o Curso de Formação Sindical haverá palestras e debates referentes ao Movimento sindical, importância do sindicato na garantia e ampliação dos direitos dos trabalhadores, além de outros temas atuais relevantes para a categoria.

Autoria: Laryssa Machado - Assessoria de Comunicação SINTECT-GO

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Curso de Formação Sindical é promovido pelo sindicato

O SINTECT-GO promove no dia 11 de abril o Curso de Formação Sindical, gestão 2015/2016. O evento, que visa contribuir com a formação dos novos Delegados Sindicais, será realizado na Chácara do Engenho, localizada na Rua 115, número 349, Setor Sul, em Goiânia. A abertura do curso está prevista para ás 8h.

Durante o curso, os novos delegados sindicais assistirão palestras e debates com temas referentes ao surgimento do Movimento Sindical, o sindicalismo atualmente, e a importância do sindicato na garantia e ampliação dos direitos da categoria, além de outras questões atuais e de grande importância para os ecetistas. 

Delegados Sindicais: Sua Participação no Curso é muito importante!

Confira abaixo como chegar na Chácara do Engenho.

Fonte/Autoria: Laryssa Machado - Assessora de Comunicação do SINTECT-GO

 

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Nota das Centrais Sindicais - Em defesa dos direitos e do emprego

Reunidas na sede nacional da CUT em São Paulo, as centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB – vêm à público manifestar sua posição contrária às duas Medidas Provisórias do Governo Federal (MP 664 e MP 665) editadas na virada do ano, sem qualquer consulta ou discussão prévia com a representação sindical dos trabalhadores e trabalhadoras que, em nome de “corrigir distorções e fraudes”, atacam e reduzem direitos referentes ao seguro-desemprego, abono salarial (PIS-Pasep), seguro-defeso, auxílio-reclusão, pensões, auxílio-doença e, ainda, estabelece a terceirização da perícia médica para o âmbito das empresas privadas. 

As medidas incluídas nas duas MPs mencionadas prejudicam os trabalhadores ao dificultar o acesso ao seguro-desemprego com a exigência de 18 meses de trabalho nos 24 meses anteriores à dispensa, num país em que a rotatividade da mão de obra é intensa, bloqueando em particular o acesso de trabalhadores jovens a este benefício social. As novas exigências para a pensão por morte penalizam igualmente os trabalhadores: enquanto não se mexe nas pensões de alguns “privilegiados”, restringem o valor do benefício em até 50% para trabalhadores de baixa renda.  

As Centrais Sindicais condenam não só o método utilizado pelo Governo Federal, que antes havia se comprometido a dialogar previamente eventuais medidas que afetassem a classe trabalhadora, de anunciar de forma unilateral as MPs 664 e 665, bem como o conteúdo dessas medidas, que vão na contramão do compromisso com a manutenção dos direitos trabalhistas.  

De forma unânime as Centrais Sindicais reivindicam a revogação/retirada dessas MPs, de modo a que se abra uma verdadeira discussão sobre a correção de distorções e eventuais fraudes, discussão para a qual as Centrais sempre estiveram abertas, reafirmando sua defesa intransigente dos direitos trabalhistas, os quais não aceitamos que sejam reduzidos ou tenham seu acesso dificultado.  

As medidas, além de atingirem os trabalhadores e trabalhadoras, vão na direção contrária da estruturação do sistema de seguridade social, com redução de direitos e sem combate efetivo às irregularidades que teriam sido a motivação do governo para adotá-las. Desta maneira, as Centrais Sindicais entendem que as alterações propostas pelas MPs terão efeito negativo na política de redução das desigualdades sociais, bandeira histórica da classe trabalhadora.  

As Centrais Sindicais farão uma reunião com o Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República no dia 19 de janeiro, em São Paulo, na qual solicitarão formalmente a retirada das referidas medidas pelo Poder Executivo e apresentarão suas propostas.  

As Centrais Sindicais também expressam sua total solidariedade à luta contra as demissões de trabalhadores e trabalhadoras da Volkswagen e Mercedes Benz ocorridas também na virada do ano e consideram que a sua reversão é uma questão de honra para o conjunto do movimento sindical brasileiro. As Centrais Sindicais consideram inaceitável que as montadoras, empresas multinacionais que receberam enormes benefícios fiscais do governo e remeteram bilhões de lucros às suas matrizes no exterior, ao primeiro sinal de dificuldade, demitam em massa.

As Centrais Sindicais também exigem uma solução imediata para a situação dos trabalhadores e trabalhadoras das empreiteiras contratadas pela Petrobrás; defendem o combate à corrupção e que os desvios dos recursos da empresa sejam apurados e os criminosos julgados e punidos exemplarmente. No entanto, não podemos aceitar que o fato seja usado para enfraquecer a Petrobras, patrimônio do povo brasileiro, contestar sua exploração do petróleo baseada no regime de partilha, nem sua política industrial fundamentada no conteúdo nacional, e, muito menos, para inviabilizar a exploração do Pré-Sal. As Centrais também não aceitam que os trabalhadores da cadeia produtiva da empresa sejam prejudicados em seus direitos ou percam seus empregos em função desse processo.  

Por fim, as Centrais Sindicais convocam toda sua militância para mobilizarem suas bases e irem para ruas de todo país no próximo dia 28 de Janeiro para o Dia Nacional de Lutas por emprego e direitos. Conclamam, da mesma forma, todas as suas entidades orgânicas e filiadas, de todas as categorias e ramos que compõem as seis centrais, a participarem ativamente da 9ª Marcha da Classe Trabalhadora, prevista para 26 de Fevereiro, em São Paulo, para darmos visibilidades às nossas principais reivindicações e propostas.

 

São Paulo, 13 de Janeiro de 2014.

 

Assinam as centrais

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