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Nota de repúdio à atitude da ECT em não aceitar a redação do Acordo Coletivo

O SINTECT-GO repudia veementemente a atitude da ECT em não aceitar a redação original do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019, em uma manobra sorrateira para mudar o que foi proposto pelo Ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Renato de Lacerda Paiva, no dia 07 de agosto de 2018, quando a categoria se preparava para deflagrar uma grande greve nacional. Por conta da intransigência da ECT, a assinatura do Acordo foi adiada e a nova data será informada pela vice-presidência do TST, frustrando a expectativa dos trabalhadores em chegar ao final do mês com um acordo coletivo assinado.

Na última terça-feira, 21, o Comando Nacional de Mobilização e Negociação esteve presente no TST para a assinatura do ACT, no entanto, o vice-presidente de Gestão de Pessoas, Heli Siqueira, se negou a aceitar a redação original do ACT anterior no que diz respeito à cláusula 28, que trata do plano de saúde da categoria. Essa tentativa da ECT em excluir a cláusula 28, como foi apresentado nas negociações com o Comando, ou alterá-la, ocorre porque a cláusula não trata apenas do custeio do plano de saúde, mas de vários pontos importantes para a categoria, como a assistência médica da Empresa em caso de acidente de trabalho, o transporte dos empregados para o hospital conveniado mais próximo em caso de emergência, entre outros.

É importante destacar que o Comando de Negociação esteve com o TST para discutir a proposta apresentada pelo órgão, que era de manter o Acordo Coletivo 2017/2018, com ressalvas a decisão do órgão sobre o Plano de Saúde e o reajuste salarial de 3,68% (diferente dos valores apresentados pela ECT de 1,58% e 2,21%), para evitar qualquer tipo de rasteira da ECT, como está acontecendo agora. Além disso, a própria Empresa lançou vários informes internos, nos dias anteriores as assembleias de avaliação da proposta, afirmando ser favorável a proposta do TST, e agora desrespeitam não só os trabalhadores, mas o próprio Tribunal.

A categoria não irá aceitar mais manobras da ECT, principalmente no que se refere ao plano de saúde. Portanto, vamos permanecer mobilizados, em estado de greve, para a qualquer momento fazermos o enfrentamento contra mais este ataque que a Empresa tenta aplicar nos trabalhadores.

SINTECT-GO

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Nota de Repúdio contra a suspensão das férias

O SINTECT-GO vem através deste repudiar está política de terrorismo que o Senhor Guilherme Campos, então Presidente da ECT, tem adotado contra os ecetistas. No Primeira Hora do dia 21 de março foi oficializado a informação sobre a suspensão das férias dos trabalhadores a partir de maio deste ano até abril de 2018.

Não é justo que a categoria pague pelos prejuízos que tem sido anunciado. O déficit milionário até o momento não foi confirmado, mas tem sido usado para justificar o terrorismo e a privatização da Empresa. Além disso, ela acabou de bancar viagem de vice-presidentes e técnicos a Europa, continua realizando patrocínios milionários, entre outros. O passo a passo para a privatização agora está mais acelerado: não realiza concurso público, apresenta PDIs, reestruturação financeira e produtiva, acaba com o Plano de Saúde, sucateia a Empresa ao máximo, fala que está quebrando e usa isso como justificativa para retirar direitos e benefícios, e vende.

Diante de todos estes ataques que estão vindo de todos os lados, a classe trabalhadora e os ecetistas, a Diretoria Colegiada do SINTECT-GO estará participando do XVIII Conselho de Representantes dos Sindicatos (CONSIN), dia 28 de março, a partir das 9 horas, em Brasília, para organizar este enfrentamento contra os ataques aos nossos direitos. Durante o CONSIN, vamos tirar encaminhamentos para organizar a categoria para uma grande greve nacional contra mais esse ataque.

Portanto, estejam todos os trabalhadores e trabalhadoras atentos, pois “Vai ter Luta!”. Não vamos aceitar calados as afrontas e os ataques do Senhor Guilherme Campos, que veio para liquidar os Correios.

#FORAGUILHERMECAMPOS!  #FORATEMER!

Diretoria Colegiada do SINTECT-GO

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SINTECT-GO repudia fala de Guilherme Campos à CBN

  • Publicado em ECT

O SINTECT-GO repudia veementemente as declarações feitas pelo Presidente da ECT, Guilherme Campos, à rádio CBN, divulgada nesta segunda-feira, 04 de julho. Durante a entrevista, o presidente falou que a crise financeira da empresa pública é um reflexo da atitude dos funcionários e ainda disse que “fica preocupado que os Correios fazem mal a saúde”, fazendo alusão ao grande número de afastamentos por questões médicas.

Além da declaração irresponsável, ao ser indagado sobre as reinvindicações da categoria para novos concursos, Guilherme Campos disse que para este ano isso seria impossível, e que a intenção é justamente o contrário: reduzir o quadro de funcionário e aumentar a produtividade, sem descartar Pedido de Demissão Voluntária (PDV).

Ao atribuir a responsabilidade dos problemas da ECT aos trabalhadores em rede nacional, o presidente coloca toda a população contra os mesmos, e incrimina a categoria que sofre com assaltos diários; baixos salários; cargas que chegam a 40 kg; prédios sem ventilação, iluminação, banheiros e/ou depósitos; condições insalubres; acidentes de trabalho; assédio moral e sexual; entre outros. Mas esconde a real situação econômica dos Correios e que a mesma foi causada pela má gestão.

Ao fazer essas declarações, o presidente se livra de sua responsabilidade e da missão dos Correios, que é de fornecer soluções acessíveis e confiáveis para conectar pessoas, instituições e negócios, no Brasil e no mundo, com ética, meritocracia, respeito às pessoas, compromisso com o cliente, sustentabilidade (Missão e Valores dos Correios). Como fazer isso tudo desrespeitando o componente principal da Empresa: os trabalhadores? Como melhorar a situação da Empresa fazendo vista grossa a má gestão? Como acabar com a sobrecarga de encomendas reduzindo o quadro de funcionário?

Durante a entrevista, o presidente responsabilizou a categoria, mas se esqueceu de falar dos inúmeros casos de suspeita de corrupção dentro da Empresa (inclusive bens de ex-diretores do Postalis foram bloqueados na semana passada). Também se esqueceu de mencionar sobre o patrocínio das Olimpíadas, os altos gastos com publicidade, aluguéis e indenizações a clientes que não recebem suas correspondências no prazo.

Por esses e tantos outros motivos, o SINTECT-GO repudia a fala do Presidente dos Correios, Guilherme Campos.

 

SINTECT-GO

Ouça a entrevista aqui.

 

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