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Campanha Salarial (180)

Paralisação dos Correios já atinge o Grande ABC

 
As agências dos Correios visitadas pela reportagem do Diário  até as 9h30 desta quinta-feira estavam funcionando normalmente, mas, segundo funcionários, as entregas é que pararam. "Os carteiros não estão trabalhando", informou uma funcionária. O centro de distribuição localizado no Centro de Santo André (Rua Catequese) está fechado. As agências, apesar de operarem normalmente pela manhã, no fim da tarde já suspendiam alguns serviços, como o de Sedex 10, por determinação da própria companhia.

Representantes do sindicato que representa a categoria na região ainda não tem balanço neste momento de quantas agências estão paradas e o número de trabalhadores. Até ontem à noite, representantes da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares) afirmavam que 60% dos funcionários no Grande ABC tinham aderido à greve - de um total de 1.400 trabalhadores. Já, segundo a empresa, 91% do efetivo dos Correios trabalharam ontem. Entre as sete cidades há 18 agências, 20 centros de distribuição e um centro de tratamento.

A paralisação foi definida na noite de terça-feira em 23 assembleias realizadas em diversas regiões brasileiras. Em todas elas, a categoria votou a favor do ato grevista. Em Minas Gerais e no Pará os funcionários permanecem parados há uma semana. Segundo balanço geral, 84% dos profissionais (dos 120 mil trabalhadores) aderiram à paralisação nacional por tempo indeterminado. Já, segundo a empresa, 91% do efetivo dos Correios trabalharam ontem.

A mobilização é fruto do impasse nas negociações da campanha salarial deste ano. Enquanto a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) oferece 6% de reajuste, a categoria reivindica 43,7% de aumento (somadas perdas salariais desde 1994, o índice de inflação do País e reajuste real de 10%), R$ 200 linear aos salários, tíquete-refeição de R$ 35, contratação de 30 mil profissionais, fim das terceirizações, além de outros benefícios.

Ainda de acordo com a federação, outros sindicatos estão com assembleias marcadas para hoje e dias 24 e 25. Entre as regiões em greve estão São Paulo (Capital, Região Metropolitana, Campinas, Bauru), Rio de Janeiro e Distrito Federal.

SERVIÇOS - Segundo a ECT, devido a paralisação parcial em São Paulo, Tocantins, Distrito Federal e Paraná, os Correios suspenderam nesses locais os serviços com hora marcada (entrega de Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje e o Disque-Coleta).

AUDIÊNCIA - O TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu levar a julgamento o dissídio dos Correios, já que não houve acordo entre a empresa e o sindicato na audiência de conciliação realizada na manhã de ontem em Brasília. A ministra Kátia Arruda será a relatora e definirá a data do julgamento.
 
Fonte/Autoria: Diário do ABC
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Assembleia aprova proposta encaminhada pelo Comando e mantém greve

 
Daniela Martins

Assembleia aprova proposta do Comando


O segundo dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por mais uma demonstração de que os ecetistas estão, sim, dispostos a negociar nesta Campanha Salarial bem ao contrário dos arrogantes e intransigentes dirigentes da ECT. A Assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, 20, aprovou a proposta apresentada pelo Comando de Negociação em seu Informe 17e também deliberou pela continuidade do movimento paredista no Estado.

A proposta do Comando é uma ampliação da proposta apresentada pela própria ministra Cristina Peduzzi, vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), durante a audiência de conciliação realizada ontem. O Comando fez o acréscimo de duas cláusulas: abono dos dias parados e manutenção da cláusula 11 do acordo coletivo, ou seja, a certeza de que não haverá quaisquer alterações no plano de saúde.

Proposta encaminhada pelo Comando e aprovada na Assembleia de hoje:

a) Aumento linear no valor de R$ 80,00
b) Reajuste de 5,2% aplicado sobre os salários, reembolso-creche e auxílio de cuidados especiais;
c) Vale alimentação/Refeição extra em dezembro de 2012;
d) Reajuste de 8,84% aplicado sobre o Vale-Alimentação/Refeição e Vale Cesta, ou seja:
  d.1) Valor de R$ 575,00 para R$ 625,83 (para quem trabalha de segunda a sexta-feira)
  d.2) Valor de R$ 675,00 para R$ 734,67 (para quem trabalha de segunda a sábado);
  c.3) Vale Cesta de R$ 140,00 para R$ 152,37.
d) Manutenção da cláusula 11 (assistência médica/hospitalar e odontológica) sem quaisquer alterações;
f) Manutenção do acórdão do TST DC 6535-27-2011-5-00-0000, excetuando as obrigações já cumpridas previstas exclusivas para o ano de 2011 e janeiro de 2012 (nº 52, XI, letra a), com a cláusula de reajuste de 5,20%;
g) instauração de mesas temáticas proposta pela ECT em até 30 dias da assinatura do acordo coletivo 2012/2013;
h) Abono dos dias parados.

A proposta apresenta pela ministra foi rechaçada pela ECT, em mais uma demonstração de que a Empresa não está interessada em negociar e de que, desde o princípio, quer o julgamento no TST para reeditar o acórdão de 2011.

“Estivemos, ontem, em Brasília buscando o entendimento com a ministra e a Empresa, mas a ECT, que vivia falando nos bastidores que o Comando não queria negociar, mostrou sua verdadeira intenção”, apontou o secretário Eziraldo Vieira, que é um dos representantes de Goiás no Comando de Negociação da Fentect.

Assembleia

Durante a mobilização de hoje, na Praça Cívica, os trabalhadores realizaram um “apitaço” para chamar a atenção dos companheiros que ainda não aderiram ao movimento. No quadro geral, somente nove dos 35 sindicatos da categoria em todo o Brasil ainda não estão em greve. Em Goiás a greve cresce a cada dia.

“Queremos também parabenizar os guerreiros que sempre estão na luta, sabemos que às vezes precisamos parar para avançar”, destacou Eziraldo.

Apoio

Quem passava pelo Centro da cidade rendia apoio à mobilização da categoria, que tem hoje um dos mais baixos salários-base dentre os servidores federais: R$ 942.

Líder comunitário da Região Sudoeste da Capital, o também servidor público Ulisses de Sousa ao ver a movimentação dos ecetistas fez questão de parar para oferecer sua solidariedade. “É uma vergonha os trabalhadores não terem seus vencimentos corrigidos, como consumidor, como cidadão, pagador de impostos, eu me solidarizo e apoio os trabalhadores dos Correios”, comentou.

Amanhã, sexta-feira, os trabalhadores dos Correios em Goiás voltam a ser reunir na Praça Cívica, em frente à Agência Central.

MOBILIZEM-SE!

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Greve dos Correios: TST determina que 40% dos funcionários trabalhem

 
Brasília - O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou ontem que os funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) mantenham pelo menos 40% do total de trabalhadores em todas as unidades da empresa durante o período de greve. A decisão da juíza Maria Cristina Peduzzi foi anunciada depois do fracasso da audiência de conciliação entre as partes e, se descumprida, acarretará em multa diária de R$ 50 mil aos sindicatos. “Foi identificado o caráter nacional do movimento”, disse a juíza. A decisão de um porcentual mínimo de funcionários em atividade leva em conta a necessidade de manutenção da prestação de serviços, ainda que o setor não seja considerado um “serviço essencial”. Os trabalhadores prometem recorrer. Na tarde de ontem, já como reflexo da greve, a ECT suspendeu as entregas com hora marcada Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje e Disque-Coleta) para algumas regiões. São elas: São Paulo (Capital e região metropolitana), Distrito Federal, Tocantins e Paraná. Sem um acordo, o TST decidiu levar a julgamento o dissídio dos Correios. A relatoria caberá à ministra Kátia Arruda, que definirá a data de julgamento. Até lá, empresa e funcionários tentarão chegar a um denominador comum. Maria Cristina disse que tinha esperança de que um acordo fosse fechado ontem, mas avaliou que existia um “abismo” entre as reivindicações dos trabalhadores e a oferta da empresa. A maior discrepância foi vista no porcentual de reajuste salarial. A ECT ofereceu 5,2%, mas os trabalhadores pediram 43,7% alegando perdas desde 1994, início do Plano Real. Para tentar chegar a um consenso, Maria Cristina propôs uma correção de 5,2% dos salários mais um aumento linear de R$ 80,00 para todos os funcionários, além de reajustes de benefícios. A sugestão foi rejeitada pelos Correios. “A nossa proposta geraria impacto de R$ 455 milhões e a nova, de R$ 854,6 milhões. Fica muito difícil acolher a sugestão financeiramente”, justificou o vice presidente de gestão de pessoas da ECT, Larry de Almeida. PREJUÍZO Com isso, a Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Fentect) promete ampliar o movimento no País. “A greve vai se estender e o prejuízo para os Correios será maior”, disse o secretário geral da Fentect, Edson Dorta. O sindicalista argumentou que o piso salarial da categoria é hoje de R$ 942,00, proporcionalmente inferior ao que era pago há cerca de dez anos, quando os profissionais ganhavam, como base, o equivalente a três salários mínimos. Ele admitiu, porém, que a sugestão do TST não estava a contento da Federação, mas que, de qualquer forma, uma decisão final só poderia ser dada em assembleia. As paralisações começaram no Pará e em Minas Gerais e, segundo a ECT, ocorrem agora em 19 Estados mais o Distrito Federal. Já conforme a Fentect, a greve contou com a adesão de um total de 25 sindicatos dos 35 existentes. Levantamento feito pelos Correios, por meio do registro de ponto dos funcionários, revelou que a greve atingiu 10.737 trabalhadores, o que corresponde a 8,9% dos 120 mil funcionários da companhia. Os carteiros são os que mais aderiram.
 
Fonte/Autoria: O Popular
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Após assembleia, funcionários dos Correios entram em greve, em GO

 
Funcionários dos Correios decidiram entrar em greve após uma assembleia realizada na noite da terça-feira (18), em frente a unidade central da empresa, na Praça Cívica, em Goiânia. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Estado de Goiás (Sintect-GO), três mil carteiros cruzaram os braços. “Foram dois meses de negociações que não avançaram. A empresa recusou negociar e os trabalhadores deflagraram a greve”, explica o secretário geral do Sintect, Elizeu Pereira da Silva.

Assista ao vídeo

A paralisação que começou a valer nesta quarta-feira (19) irá atingir todas as regiões do estado. A categoria reivindica 43% de reajuste de salários, onde estão incluídos 33% de perdas salariais desde 1994. Com isso, o piso salarial passaria de R$ 942 para R$ 2,5 mil. Além disso, a categoria pede melhorias nas condições de trabalho.

De acordo com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o governo propôs reajuste de 5,2%, mas as centrais sindicais rejeitaram. No ano passado, os trabalhadores dos Correios ficaram em greve por dois meses e só retornaram as atividades após uma determinação judicial.

 
Fonte/Autoria: Portal G1
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Trabalhadores dos Correios do Brasil em greve

 

Deflagração da greve em Goiás


Os trabalhadores dos Correios em Goiás decidiram na noite desta terça-feira, 18, em Assembleia pela deflagração da greve a partir da zero hora do dia 19.

No total, trabalhadores dos Correios de 23 regiões entraram em greve ontem a noite, após decisão em assembleia da categoria nos Estados, se somando a Minas Gerais e Pará, que já estão em greve há uma semana. Um impasse nas negociações da campanha salarial 2012 levaram mais de 84% dos trabalhadores dos Correios a iniciarem uma greve nacional por tempo indeterminado.

Dos 35 sindicatos da categoria, todos os que realizaram assembleias ontem decretaram greve. Os outros sindicatos estão com assembleias marcadas para os próximos dias 20, 24 e 25 de setembro, podendo antecipar essas datas e deflagrarem greve junto aos demais sindicatos do país.

A categoria reivindica um aumento de 43,7% e R$ 200 linear, ticket de R$ 35, a contratação imediata de 30 mil trabalhadores, o fim das terceirizações, além de outros pontos para garantia de melhores condições de trabalho.

Entre as regiões em greve estão Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Piauí, Vale do Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Alagoas, Paraná, Amazonas, Sergipe, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, São José do Rio Preto, Espírito Santo, Bauru e Campinas.

Até o dia 25 de setembro, as regiões de Acre, Maranhão, Bahia, Juiz de Fora, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Ribeirão Preto, Santa Maria, Santos e Uberaba também poderão deflagrar greve.

 
Fonte/Autoria: Sintcom
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Trabalhadores dos Correios estão em greve

 
Daniela Martins

Trabalhadores decidem pela manutenção da greve


O primeiro dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por uma certeza: a de que a categoria está disposta a lutar e não vai permitir que a ECT retire benefícios do plano de saúde, o Correios Saúde. “O eixo central desta campanha é a assistência médica”, ressaltou um dos trabalhadores presentes à Assembleia, realizada na tarde desta quarta-feira, 19.

O fato é que a Empresa, além de oferecer propostas rebaixadas, ainda pretende alterar a cláusula 11 do acordo coletivo, que trata do plano, sem deixar claro quais são as mudanças que almeja implantar. “O que está em jogo é nosso plano de saúde”, alertou Uéber Barboza, que completou: “Direito não se retira, direito se amplia”.

A Assembleia de hoje decidiu pela continuação da greve, que teve início pela manhã, após ser deflagrada pela Assembleia realizada na noite de ontem, dia 18. Agora é hora de ampliar a mobilização, os trabalhadores que já estão participando da greve devem conscientizar os colegas nas suas unidades, chamá-los para a luta. “Vamos convocar quem ainda não está na greve”, anunciou um dos participantes da Assembleia.

Adesão
Estima-se que mais de 25% da categoria no Estado já tenha aderido ao movimento, que deve ser ampliado ao longo da semana. Pelo interior, a participação é intensa. Em Rio Verde, por exemplo, 19 dos 44 carteiros estão em greve; em Quirinópolis, oito dos dez carteiros também paralisaram suas atividades. “Os companheiros do interior entenderam a necessidade de fazer a luta”, avaliou o secretário-geral do Sintect-GO, Elizeu Pereira da Silva

No panorama nacional, 23 dos 35 sindicatos estão em greve e outros sete farão suas Assembleias de deflagração do movimento paredista hoje.

Amanhã, a mobilização dos trabalhadores em Goiás continua em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica.

TST
Nesta quarta-feira também ocorreu uma audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho entre a ECT e a Fentect. Não houve acordo, e a vice-presidente do Tribunal, ministra Cristina Peduzzi, designou a ministra Kátia Arruda como relatora do dissídio coletivo dos Correios, que deve ir a julgamento na próxima semana.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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ECT rejeita proposta do TST

 




Não houve acordo na audiência de conciliação e instrução do dissídio coletivo realizada hoje (19) no Tribunal Superior do Trabalho entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), com mediação da vice-presidente do TST, ministra Cristina Peduzzi. O dissídio coletivo deve ir agora a julgamento pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST, e a relatora designada é a ministra Kátia Arruda.

Apesar de constatar a existência de "um abismo" entre as pretensões da categoria (os trabalhadores pedem reajuste salarial de 43,7%) e o que a empresa oferece (5,2%), a ministra chegou a formular uma proposta visando a uma composição: reajuste salarial de 5,2%, equivalente aproximadamente à inflação entre julho de 2011 e 2012, reajuste nos vales alimentação e refeição de 8,84%, correspondente ao IPCA do período, aumento dos demais benefícios (reembolso creche/babá e auxílio para dependentes de cuidados especiais) de 5,2%, aumento linear de R$ 80 e a manutenção das demais cláusulas sociais atualmente em vigor, além da compensação dos dias de paralisação. Propôs, ainda, que se instalassem mesas temáticas para discutir tópicos como condições de trabalho, saúde do trabalhador, questões raciais e de gênero e relativas à anistia, e que fosse mantidas as condições atuais relativas a assistência médica-odontológica.

Os representantes da ECT rejeitaram a proposta, afirmando que o impacto do aumento linear representaria R$ 40,5 milhões por ano e comprometeria a sustentabilidade econômica da empresa, e pediram que o dissídio fosse julgado imediatamente. Os trabalhadores afirmaram que ainda pretendiam insistir na negociação e manifestaram preocupação, principalmente, com a cláusula relativa ao plano de saúde.

Diante da rejeição da proposta pela empresa, a ministra decidiu encerrar a fase de conciliação e designar a relatora, que examinará o processo e o levará a julgamento pela SDC.

Liminar

Ao fim da audiência, a vice-presidente do TST deferiu parcialmente a liminar pleiteada pela ECT na semana passada, no ajuizamento do dissídio, e determinou que a Fentect mantenha em atividade o contingente mínimo de 40% dos trabalhadores em cada setor/unidade, sob pena de multa diária em caso de descumprimento.

A decisão levou em conta a informação, prestada hoje durante a audiência, de que 23 dos 35 sindicatos de trabalhadores aderiram à greve. "Embora reconheça que a greve é um instrumento legítimo de pressão dos trabalhadores, cabe ao Poder Público, na forma do artigo 12 da Lei de Greve (Lei nº 7.783/1989), assegurar a prestação dos serviços indispensáveis à população", afirmou. A ministra explicou que há precedentes da SDC no sentido de que o serviço de correios é essencial "e de notada importância social, sobretudo para a população mais desamparada e que reside em regiões longínquas do país".

 
Fonte/Autoria: TST
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Hoje, às 18h30, tem Assembleia de deflagração da greve

 
Os trabalhadores dos Correios devem paralisar suas atividades a partir da zero hora desta quarta-feira, 19 de setembro. A decisão será tomada em assembleia geral da categoria, que será realizada pelo Sintect-GO, nesta terça-feira, 18, em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, a partir das 18h30. Haverá também assembleias regionais pelo interior do Estado.

A mobilização dos ecetistas em Goiás faz parte de uma paralisação nacional da categoria, que reivindica reajuste de 10% mais a reposição de perdas salariais, além de melhores condições de trabalho e a transferência do horário de entrega de correspondências domiciliares para o turno matutino.

Até o momento a ECT apresentou duas propostas, a primeira previa um reajuste de 3% e a segunda de 5,2%, o que nem de longe repõe as perdas salariais dos ecetistas, que já beiram os 34% (período de 1994 a 2012).

Em 2011, a greve dos trabalhadores dos Correios durou 28 dias, tendo a adesão de mais de 50% do pessoal da área operacional da ECT em Goiás. O movimento grevista terminou com julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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ECT entra com dissídio e confirma discurso da Fentect

 




A ECT protocolou na tarde desta quinta feira (13) o pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), confirmando o que a Fentect sempre afirmou durante as negociações do Acordo Coletivo: que os Correios nunca tiveram intenção de negociar e nem de discutir as reivindicações dos trabalhadores.

Desde o início de julho, a ECT vem tentando convencer os trabalhadores, com “atas de reuniões” antes mesmo de ter acesso à pauta de reivindicações, que estava "tentando negociar" com a categoria.

Os gestores da ECT sabiam muito bem que para começar a negociar, a pauta teria que ser sistematizada e aprovada em assembleias e que, com o novo Comando da Fentect sendo composto por 1(um) integrante de cada sindicato, eleito também em assembleia, demandaria tempo. Se aproveitando disso, começou um plano de desmobilização nas bases, utilizando a Justiça para impedir que a categoria lute pelos seus direitos.

Percebendo isso, no início de agosto, a Fentect pediu a intermediação do Ministério Público do Trabalho, no sentido de continuar as negociações. E nesse mesmo dia, mais uma vez, a ECT divulgou em seu blog uma inverdade de que a "Fentect estaria dando um passo para a judicialização das negociações coletivas". Ora, então o que dizer desta atitude de hoje da ECT? A própria deu não só um passo, mas uma caminhada inteira contra os trabalhadores.

Mais contradições se percebem na ação dos Correios: divulgaram nota, no começo da semana, dizendo que apesar da greve nos Estados de Minas e Pará, a situação estava "normalizada". E na nota de hoje à imprensa, a empresa justifica a entrada no dissídio para garantir a "normalidade do atendimento a população", o que é um contrasenso.

Ainda argumentou, em seu pedido no TST, que pede a garantia de no mínimo 80% do contingente em atividade, quando ela mesma afirmou em nota anterior que "98% estava trabalhando normalmente".

É preciso dizer que o Comando de Negociação continua reunido em Brasília, em conjunto com a Assessoria Jurídica da Fentect, e que os trabalhadores do país inteiro continuam mobilizados e dispostos a lutar por melhores condições de trabalho para atender melhor a sociedade.

Veja abaixo o documento protocolado pela ECT no TST:

Dissídio coletivo de greve revisional e jurídico

 
Fonte/Autoria: Fentect
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