Tenha uma boa noite! Hoje é Quinta, dia 20 de Junho de 2019. Agora são 21:16:41 hs

Categoria está em estado de greve

Os trabalhadores em Goiás aprovaram o Estado de greve, no dia 05 de julho, durante Assembleia Geral e Assembleias Regionais realizadas em todo o estado. O Comando Nacional de Negociação e Mobilização continua em Brasília dando andamento nas reuniões de negociações, que devem finalizar no dia 16 de julho.

Até o momento não houve nenhum avanço significativo para a categoria e a ECT tenta a todo o momento reeditar as cláusulas do Acordo Coletivo, trazendo assim prejuízo para os trabalhadores.

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Chega de ataques, é hora de aprovar o Estado de greve

As reuniões de negociações coletivas entre o Comando Nacional de Negociação e Mobilização, composto por representantes dos trabalhadores, e a ECT tiverem inicio no dia 19 de junho, na Universidade Correios em Brasília, mas até o momento não houve nenhum avanço significativo para a categoria. Por isso, o SINTECT-GO convoca todos os trabalhadores dos Correios em Goiás para participarem da Assembleia Geral, em Goiânia, e das Assembleias Regionais (conforme quadro), que serão realizadas no dia 06 de julho, para decretação do estado de greve.

Nas primeiras reuniões, os representantes da ECT continuaram insistindo no falso déficit e tentando a todo custo reeditar as cláusulas do Acordo Coletivo em vigência, numa tentativa de restringir o que já está estabelecido. Além disso, a Empresa tentou implementar ações que vão de encontro com os preceitos da Reforma Trabalhista, como a implementação do Registro de Ponto, que ela alega ser uma cobrança do Ministério Público, mas que na prática acaba sendo uma forma dos gestores pressionar ainda mais os trabalhadores.

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Cláusulas que tratam da mulher ecetista são discutidas em quinto dia de reunião

Na negociação do dia 27 foram discutidas as cláusulas 10, 11, 12, 13, 14 e 15, que tratam especificamente da mulher ecetista. A ECT quis manter quase todas estas cláusulas, mas o Comando Nacional de Negociação e Mobilização propôs ampliações a fim de garantir a equidade de gênero no âmbito dos Correios.

Em relação a Cláusula 10 - Enfrentamento à violência contra a mulher, a representação dos trabalhadores solicitou que seja destacado os casos em que a mulher sofre violência domestica, principalmente quando o marido também trabalha na Empresa, e que todas as empregadas sejam liberadas para participarem das ações promovidas pela empresa sobre violência domestica, pois há gestores que não liberam as trabalhadoras das áreas operacionais para participarem.

Sobre a Licença Maternidade, cláusula 11 e 13, o Comando solicitou a ampliação por mais 60 dias. Já na cláusula 12 foi solicitado dois descansos especiais de 1h30 cada para a amamentação e a revisão do parágrafo 2º, no que se refere a transferência a pedido da emprega em período de amamentação. Na cláusula 15, sobre Promoção da Eequidade de Gênero e Enfretamento ao Seximo , o Comando reivindicou melhores condições de trabalho, com instalação de banheiros para pessoas com deficiência e banheiros exclusivos para mulheres, pois em muitas unidades nem isso tem; ampliação da licença paternidade para 20 dias, alteração da carga horária de mães com filhos portadores de necessidades especiais para 6h, entre outros.

Confira aqui a Ata do 5º de reunião

Ata da 4ª reunião

 

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Cláusulas de Questões Sociais e de Disposições Gerais são tratadas no segundo e terceiro dia de negociações

A segunda reunião de negociação entre os representantes dos trabalhadores e da ECT, realizada no dia 20 de junho, tratou sobre as "Questões Sociais”, com foco nas cláusulas 03, 04, 05 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Até o momento, as propostas da Empresa foram de mudança de redação, numa tentativa de restringir o que já está estabelecido no Acordo.

Na ocasião, a ECT apresentou os projetos de inclusão que vêm sendo desenvolvidos, contudo os membros do Comando de Mobilização e Negociação criticou a realidade machista e assediadora nas unidades, bem como a falta de representantes dos trabalhadores na composição dos grupos de trabalhos que tratam sobre a violência no âmbito da Empresa.

As partes concordaram em fechar calendários para atividades de enfrentamento ao assédio, preconceito e o ao racismo, entre outros, com base no Calendário Nacional de Direitos Humanos. Os representantes dos trabalhadores solicitaram mais transparência nas datas e locais das ações de prevenção e intervenção à prática de assédio sexual e moral, promovidas pelos Correios.

Confira aqui a Ata do 2º dia de reunião

Já na terceira reunião de negociação, realizada no dia 21, foi discutido o capítulo “Disposições Gerais”, do Acordo coletivo de trabalho. Na ocasião, os representantes dos trabalhadores enfatizaram a necessidade urgente de um concurso público para a Empresa, além de colocar fim à terceirização da mão-de-obra nos Correios e valorizar os cargos efetivos na empresa.

Em relação ao Registro de Ponto, a ECT alega que precisa implantar o sistema devido às cobranças do Ministério Público, e defendeu ainda a implementação do banco de horas, o qual a representação dos trabalhadores argumentou ser totalmente contrária, pois na prática acaba servindo como uma forma dos gestores pressionar os trabalhadores.

Em relação à Indenização por Morte ou Invalidez Permanente, o Comando sugeriu reajuste nos valores aplicados, com ajuste na pensão mensal e vitalícia no valor de dez salários mínimos aos dependentes, orientação do serviço social da Empresa e abrangência dessa cláusula para qualquer unidade de trabalho dos Correios, sem restrições. Discordando totalmente das mudanças de redação proposta pela empresa.

Participação nos Lucros ou Resultados (PLR)

A PLR dos anos de 2016, 2017 e 2018 não será paga, pois de acordo com a ECT foram anos negativos. O Comando de Negociação e Mobilização reivindicou que a PLR seja distribuída com base nos resultados e não apenas no lucro da estatal, conforme dispõe a lei 10.101/2000.

Os representantes dos ecetistas também destacaram a necessidade de restituição dos R$ 6 bilhões repassados ao governo (montante acima do estabelecido legalmente) e consideraram que a Empresa “deu um calote” nos trabalhadores quanto ao pagamento da PLR nesse período. Solicitaram, ainda, oficialmente, os dados referentes ao lucro de R$ 667 milhões em 2017 e a abertura da negociação da Participação nos Lucros e Resultados.

Sobre a vigência do ACT, a representação da categoria quer que seja estendida até que haja assinatura de um novo Acordo Coletivo de Trabalho, garantindo que as negociações coletivas sejam realizadas em tempo hábil, com tranquilidade pelo Comando e as demais partes.

*Com informações da FENTECT

Confira as Atas das negociações:

 Ata do 2º dia de negociação

Ata do 3º Dia

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Campanha Salarial: Negociações começam e Empresa insiste no falso déficit

Boa noite a todas e todos!

Teve início hoje, 19 de junho, na Universidade Correios em Brasília, as negociações coletivas da campanha salarial 2018/2019! A abertura da reunião, que começou às 15h, foi feita pelo então vice presidente de pessoas, Heli Siqueira, que fez uma breve explanação sobre a situação econômica e financeira da ECT. Ele falou do balanço positivo que teve o exercício 2017, no qual a Empresa apresentou um lucro de R$ 667 milhões, o que para ele é pouco.

Em seguida, o vice presidente falou sobre os serviços, na área de encomenda, que a Empresa pretende inovar, falou da transferência de empregados de unidades superavitárias para unidades deficitárias de pessoal, enfatizou que a princípio será com a anuência do empregado, mas que posteriormente será por necessidade de serviço! Anunciou também a abertura de um novo PDI, a entrar em vigor no próximo mês de julho! A palavra foi passada ao gerente das negociações, Fagner José Rodrigues, que, ratificou as mesmas palavras do vice presidente e apresentou uma proposta de calendário de reuniões para as negociações do Acordo Coletivo. Calendário este que previa o fim das negociações até 13/07/2018. Acertado o calendário com o comando nacional de negociação, ficou definido a data limite das negociações até 16/07.

A reunião de hoje foi basicamente para definir calendário, mas já deu o tom de como será essa negociação coletiva! A empresa insiste no falso déficit e cita por vezes as negociações ocorridas em outras categorias estatais! Peço a todos e todas que leiam a ATA de reunião aqui!

Fiquem firmes e fortes, estejam vigilantes às informações e se preparando para o enfrentamento na defesa de nossos direitos, pois direitos se ampliam, não se retiram! Por nenhum direito a menos, nenhum passo atrás! Até a vitória companheiros e companheiras!

Boa noite a todas e todos!

Ueber Barboza

Membro do Comando Nacional de Negociação e Mobilização da Fentect

SINTECT/GO

 

Documentos

Calendário das negociações

Ata da Reunião

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Campanha Salarial: Negociações começam no dia 19

As reuniões de negociação entre os representantes dos trabalhadores dos Correios e a ECT estão previstas para iniciar na próxima terça-feira, dia 19 de junho. No inicio desta semana, os ecetistas de Goiás aprovaram o calendário de lutas e referendaram a Pauta Nacional de Reivindicações, construída no 13º CONTECT.

A categoria reivindica 8% de reajuste salarial, R$300 linear, Ticket de R$45 (valor referente a cada ticket), vale cesta no valor de R$440, e reajuste de 8% nos demais benefícios.

Esta é a primeira campanha salarial da categoria após a aprovação da reforma trabalhista, que retirou direitos históricos da classe trabalhadora, conquistados com muito suor e muita luta desde o final da década de 80. Além disso, a Súmula 277, que garantia a ultratividade do acordo coletivo, foi extinta. Com esta súmula o acordo coletivo vigente prevalecia até que se fechasse um novo. Contudo, com sua extinção, ao final do período de vigência do ACT 2017/2018 em 31 de julho, a categoria poderá ficar sem acordo coletivo, possibilitando que a Empresa suspenda todas as conquistas de negociações coletivas passadas.

Confira aqui a Pauta Nacional de Reivindicações

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Campanha Salarial: Ecetistas de Goiás aprovam calendário de lutas e referendam Pauta Nacional de Reivindicações

Os trabalhadores dos Correios em Goiás aprovaram nesta segunda-feira, 11 de junho, o Calendário de Lutas e referendaram a Pauta Nacional de Reivindicações da Campanha Salarial da categoria, durante assembleias realizadas na capital e no interior. Na assembleia de Goiânia, realizada em frente à Agência Central na Praça Cívica, os trabalhadores elegeram o dirigente sindical Ueber Barboza para fazer parte do Comando Nacional de Negociação e Mobilização da FENTECT, e assim representar os trabalhadores de Goiás nas negociações com a Empresa.

Trabalhador, fique atendo aos próximos chamados!

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Campanha Salarial: é hora de referendar a pauta e o calendário de lutas!

Com o término do 13º CONTECT, realizado entre os dias 31 de maio e 03 de junho em Brasília, a Campanha Salarial deste ano de fato agora se inicia! Assim, o SINTECT-GO convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras de Goiás a participarem da Assembleia Geral e das Assembleias Regionais, no dia 11, para aprovar o Calendário de Lutas e referendar a Pauta Nacional de Reivindicações. Em Goiânia, a Assembleia será realizada em frente à Agência Central, na Praça Cívica em Goiânia, com primeira chamada às 18h30 e segunda chamada às 19h. Na ocasião, os trabalhadores presentes também deverão eleger um membro para o Comando Nacional de Negociação e Mobilização da FENTECT.

 

Mais informações em nosso último Boletim, leia aqui.

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Reivindicações e calendário de lutas da Campanha Salarial são definidos no 13º CONTECT

O 13º CONTECT terminou na madrugada deste domingo, dia 03 de junho, após três dias de muitas discussões, construção de pauta e a eleição da nova diretoria da FENTECT. No segundo dia do Congresso, os trabalhadores construíram a Pauta Nacional de Reivindicações da Campanha Salarial 2018 e aprovaram o calendário de lutas da categoria.

Nesta Campanha Salarial, a categoria reivindicará 8% de reajuste salarial, R$300 linear, Ticket de R$45 (valor referente a cada ticket), vale cesta no valor de R$440, e reajuste de 8% nos demais benefícios. O índice econômico também foi construído e aprovado no 13º CONTECT.

 

Calendário de lutas

06/06/2018 - Sistematização da pauta

7, 8 e 9 de junho - Aprovação da Pauta pelos sindicatos

11/06 - Entrega da Pauta à ECT e instalação do Comando de Negociação

12/06 - Início das negociações

03/07 - Assembleia de estado de greve com indicativo de greve para o dia 18/07

16/07 - Término das negociações

18/07 - Assembleia de deflagração de greve

*Paralisação a partir das 22 horas do dia 18/07

*Demais assembleias intermediárias serão ajustadas pelo Comando de Negociação

 

Nova diretoria da FENTECT

A chapa eleita para dirigir a Federação nos próximos três anos é formada pela Articulação Sindical, MSB, CUT e MTC.

 

*Foto Reprodução: FENTECT

** Com informações da FENTECT

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Campanha Salarial: Congresso para definição de pautas e reivindicações começa nesta quinta-feira

Na próxima quinta-feira, 31, tem inicio, em Brasília, o XIII CONTECT, que é realizado ordinariamente de três em três anos para que a categoria possa debater e buscar soluções para os problemas enfrentados nos Correios. Esta edição, que acontece até o dia 03 de junho, foi adiantada para que a negociação coletiva se iniciasse o mais breve possível, chegando a julho com acordo coletivo fechado.

Esta é a primeira campanha salarial da categoria após a aprovação da reforma trabalhista, que retirou direitos históricos da classe trabalhadora, conquistados com muito suor e muita luta desde o final da década de 80. Além disso, a Súmula 277, que garantia a ultratividade do acordo coletivo, foi extinta. Com esta súmula o acordo coletivo vigente prevalecia até que se fechasse um novo. Contudo, com sua extinção, ao final do período de vigência do ACT 2017/2018 em 31 de julho, a categoria poderá ficar sem acordo coletivo, possibilitando que a Empresa suspenda todas as conquistas de negociações coletivas passadas.

É bom lembrar que, na campanha salarial passada, a Empresa ameaçou, por diversas vezes, suspender o acordo coletivo a partir de 1º de agosto, porém ela não tinha as garantias legais para proceder com esta ação. Agora o cenário é outro, e a Empresa poderá suspender o acordo coletivo, uma vez que a reforma trabalhista, que entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017, fornece as garantias legais para tal ação.

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