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Trabalhadores de Goiás participam do Ato Público Nacional em Brasília

Alex San

Trabalhadores goianos participam de passeata e ato em Brasília


Mais de 150 trabalhadores de Goiás participaram do Ato Público Nacional, promovido pela Fentect, em Brasília, dia 8 de outubro. Os ecetistas fizeram uma passeata do Edifício Sede dos Correios até o Tribunal Superior do Trabalho (TST), de onde acompanharam a sessão de julgamento de dissídio da categoria.

Confira as fotos.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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"Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais"

Daniela Martins/Alex San

Greve em Goiás: adesão maciça dos trabalhadores


Foram mais de 20 dias de greve, até que o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, julgou o dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que devem retornar ao trabalho na quinta-feira, dia 10, terão 180 dias para compensar os dias parados. Para efeito de compensação foram considerados apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia. 

Correios Saúde foi mantido como está
Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano. 

Durante toda a Campanha Salarial, os trabalhadores defenderam a manutenção do plano na forma que está, sem a redução de benefícios nem tercerização da gestão, o que é pretendido pela direção da ECT com o Postal Saúde. Mais uma vez, por meio de muita luta, a categoria garantiu a permanência do plano, certamente o maior benefício que os trabalhadores têm hoje nos Correios. No entanto, precisamos continuar atentos e prontos para combater qualquer nova tentativa da ECT de precarização da nossa assistência à saúde.

Outra vitória foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O relator rejeitou o pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima. 

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,27% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$ 50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico. 

A greve foi combativa e a participação de cada um dos trabalhadores que aderiram ao movimento foi de extrema importância para a conquista destes resultados. Com a greve, a categoria unificou a Fentect e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio. 

A conquista salarial pode ter ficado abaixo do que os trabalhadores reivindicaram e esperavam, mas a categoria demonstrou à ECT que está disposta a lutar por seus direito até o fim. Nossa maior conquista é que a categoria saiu fortalecida, unificada, e cada vez mais consciente da importância de integrar a luta por dias melhores.

Afinal, o lema dos trabalhadores dos Correios sempre será: “Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais”. O importante é ter consciência de que sempre valerá a pena lutar.

Valeu, companheiros!
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins (com informações da Fentect)
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Após Dissídio no TST, trabalhadores saem vitoriosos





Foi realizada nesta terça-feira (08) no TST, em Brasília, a sessão de dissídio coletivo de greve dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo Ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que deverão retornar ao trabalho na próxima quinta-feira (10), terão 180 dias para compensar os dias parados. O relator do dissídio, ministro Fernando Eizo Ono, considerou para efeito de compensação apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia.

Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT a de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano.

Outra vitória da Federação foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O Relator rejeitou o pedido do MPT de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima.

Para Walmir da Costa não tem sentido fazer acordo com uma parte da categoria e deixar outra parte a mercê do julgamento. “Quem criou esse problema foi a própria ECT, por ter fechado acordo quando a questão já estava sob judice, e com uma federação sem legitimidade. Mesmo que o acordo tenha sido feito diretamente com os sindicatos, não deveria ter acontecido, pois fragmentou a categoria, que é uma só”, ponderou o ministro.

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,23% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico.

A Secretária Geral da Fentect, Anaí Caproni, ressaltou que nenhuma das decisões atendeu efetivamente às reivindicações dos trabalhadores. “As decisões foram previsíveis, seguiram a linha do acórdão de 2012. Mas houve o reconhecimento da legitimidade da Fentect, o que é uma vitória”, declarou. Segundo Anaí, a Greve Nacional foi combativa e de extrema importância para esses resultados, pois unificou a Federação e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio.

 
Fonte/Autoria: Fentect
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ECT rejeita contraproposta dos trabalhadores e comprova intransigência para negociar




A ECT, em resposta à contraproposta da Fentect enviada na sexta-feira (27/09), disse já ter apresentado proposta final no limite de sua capacidade financeira, o que sabemos ser mais um engodo. A Federação recebeu o documento da Empresa nessa segunda-feira (30/09).

No documento, a Empresa afirmou que o reajuste de 8% sobre o salário e 6,27% sobre os benefícios é o limite do que pode conceder e que vai esperar o julgamento do dissídio no TST, comprovando mais uma vez a sua intransigência em não querer negociar com a categoria.

O nosso Ato nacional, que estava marcado para o dia 03/10, foi adiado para o dia do julgamento. O Dissídio Coletivo de greve está marcado para às 14h30 da próxima terça-feira (08/10) no TST. O relator será o ministro Fernando Eizo Ono.

A Empresa continua apelando em seus informativos internos, mas não devemos nos deixar levar por essas informações da ECT, por isso, devemos continuar firmes na greve até lá. A ECT se manteve intransigente durante toda a Campanha Salarial, achando ainda que os trabalhadores iriam recuar com o teatro da "assinatura" do suposto acordo com os sindicatos de São Paulo e Rio de Janeiro e, também, com as várias ameaças a categoria. Porém se enganou.

Demonstraremos mais uma vez a força da categoria unida em greve, com um grande ato em Brasília, no dia do julgamento.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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TST julga dissídio coletivo da ECT na próxima terça-feira

 O Tribunal Superior do Trabalho realiza na próxima terça-feira (8) sessão extraordinária da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC), para julgar o dissídio coletivo de greve e revisional suscitado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). A sessão está marcada para as 14h30, na sala de sessões do 6º andar do Bloco B do edifício-sede do TST.

O processo tem como relator do ministro Fernando Eizo Ono, que concedeu liminar (em 23 de setembro) para determinar a manutenção das atividades de pelo menos 40% dos empregados em cada uma das unidades da ECT durante o período de greve. A decisão, que atendeu em parte pedido formulado pela ECT, foi questionada pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), por meio de agravo que será julgado na mesma sessão da SDC.

O dissídio foi instaurado pela ECT após a deflagração da greve nos Correios, em 11 de setembro. O vice-presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, realizou duas audiências de conciliação, na tentativa de encontrar uma solução consensual para o impasse. Diante da impossibilidade de acordo, foi designado o relator para julgar a abusividade da greve e as cláusulas sociais e econômicas da categoria.
 
Fonte/Autoria: Assessoria de Comunicação TST
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Por que a ECT não dá aumento digno!

Confira nas tabelas (links abaixo), que foram retiradas do próprio site da Empresa, que nos leva a ter a clareza do porque não podemos ter aumento digno..... Ora quem ganha até R$ 46.000,00 está pouco preocupado com quem ganha R$ 1.004,03... E outra, quem ganha R$ 46.000,00 realmente não precisa preocupar-se com o Correios Saúde, pois não depende tanto do referido plano médico.

Todos os dados estão disponíveis na seção de SERVIDORES do site dos Correios, em conformidade com a Lei de aceso à informação - 12.527 

 Agora veja essas tabelas e divulguem!

Clique para abrir os PDFs:


• Estrutura Organizacional

• Função Convencional e Remuneração Singular I

• Função Convencional e Remuneração Singular II

• Função Convencional e Remuneração Singular III

• Remuneração Alta Cúpula

• Remuneração Singulares Administração Central

• Tabela Salarial Nível Médio

• Tabela Salarial Nível Superior

Repasse para seus contatos para mostrar onde está o gargalo da ECT e porque não podem nos dar aumento!

Divulgue o máximo que puder!

É GREVE! A LUTA CONTINUA, POIS NOSSO LEMA É LUTAR SEMPRE, VENCER TALVEZ, DESISTIR JAMAIS!

 
Fonte/Autoria: Elizeu Pereira da Silva • Sintect-GO 
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Direito à saúde não se tira, se amplia. Postal saúde não!





Nossa luta não é só por melhorias salariais, mas também por melhores condições de trabalho e, principalmente, pela manutenção do Correios Saúde.

A empresa está aplicando mais uma rasteira na categoria, terceirizando o nosso plano e retirando direitos. Com a entrega do plano à iniciativa privada, o dinheiro que deveria ser aplicado na saúde do trabalhador passar a ser investido no mercado financeiro, assim como já é feito com o PostalPrev. E os prejuízos, neste caso, você já sabe de quem será: do trabalhador, é claro!

Os administradores dos Postalis e Postalprev, responsáveis por rombos e prejuízos, são os mesmos que vão administrar o Postal Saúde, o plano de saúde terceirizado.

A ECT quer aumentar o compartilhamento, criar taxa mensal, diminuir benefícios, dificultando a inclusão de pais e mães. É óbvio que quem vai perder somos nós, trabalhadores, para que eles lucrem cada vez mais.

E o que você vai fazer para impedir esse assalto aos seus direitos?
Vamos lutar pela manutenção e melhoria do nosso Correios Saúde. 

Exigimos que a empresa discuta com os membros da Fentect, ponto a ponto, as questões relacionadas ao nosso plano de saúde.

Queremos, sim, um plano mais moderno, com cartão magnético, ampliação da rede credenciada e outros avanços, mas sem retirar os direitos do trabalhador, que foram todos conquistados com muita luta.

Confira o Plantão da Campanha Salarial nº 04
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Clipping_Greve dos Correios continua em Goiás e mais 20 Estados

 A greve dos Correios ainda paralisa os serviços postais de 21 Estados e do Distrito Federal. Os sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, Rondônia e Amapá e Tocantins aceitaram a proposta que a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) apresentou no dia 13 de setembro. De acordo com os Correios, 93% dos seus empregados trabalham normalmente.
 
A federação nacional da categoria protocolou junto ao Tribunal Superior do Trabalho uma contraproposta na última sexta-feira, 27, e aguarda a resposta da companhia. No início da campanha, os grevistas reivindicavam correção salarial com base na inflação do período mais 6% de aumento real. A empresa ofereceu reajuste linear de 8% aos salários e de 6,27% aos benefícios dos empregados. Os Estados que não aceitaram a proposta pedem que os 8% se estendam a todos os benefícios. Segundo os Correios, essa mudança representaria um impacto de R$ 1,6 bilhão.
 
A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) acusa a ECT de tentar iludir os trabalhadores "com a falsa expectativa de avançar nas negociações regionais". A empresa alega, porém, que empreendeu todos os esforços para fechar um acordo, mas a Fentect se recusou a dialogar.
 
Fonte/Autoria: O Popular
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