Tenha uma boa noite! Hoje é Quinta, dia 12 de Dezembro de 2019. Agora são 18:21:28 hs

Campanha Salarial: Representantes do SINTECT/GO são escolhidos em assembleia

Nos dias 6 e 7 de agosto, foram realizadas Assembleias, nas cidades do interior e em Goiânia (respectivamente),  para tratar dos assuntos relativos à Campanha Salarial deste ano.  A  Pauta Nacional de Reivindicações de 2014 foi apresentada e referendada nas ocasiões.

Na Assembleia de Goiânia foram escolhidos os representantes dos SINTECT/GO no Comando Nacional de Mobilização e Negociação (CNMN).   Ueber Ribeiro Barboza é o representante titular, e o Delegado Sindical, José Martins de Assunção, o suplente.

A participação de toda a categoria é muito importante em nossa luta e para a conquista de uma Campanha Salarial vitoriosa. Precisamos nos unir para garantirmos um acordo coletivo, sem que precisemos ir ao TST, como nos três últimos anos.

Se não negociar, vai ter luta!

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
Leia mais ...

Correios analisam pauta de reivindicações dos trabalhadores

Com data base marcada para amanhã (1º) de agosto, trabalhadores e Correios abriram as negociações para evitar uma possível greve a partir de 18 de setembro. Ontem (30), a Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) entregou ao presidente em exercício da empresa, Nelson Luiz Oliveira de Freitas, a lista de reivindicações da categoria. Os trabalhadores pedem, entre outras demandas, reposição da inflação registrada no período (6,4%), além de 8% de aumento real e 11,93% relativos às perdas salariais do plano real. A entidade pede, também, reajuste linear de R$ 300 para todos os trabalhadores.

De acordo com o diretor da Fentect, James Magalhães, os trabalhadores querem aumento no valor do vale alimentação dos atuais R$ 28 para R$ 40, por dia; piso salarial de R$ 3.079. “A exemplo do que reivindicamos no ano passado, queremos também medidas contra o Postal Saúde, porque nosso atendimento médico tem piorado sensivelmente. Vários médicos se descredenciaram por falta de pagamentos [que deveriam ter sido feitos pela ECT]. Além disso, demora-se muito para obter autorizações. Seja para uma simples obturação, seja para procedimentos cirúrgicos”, disse Magalhães. Outra demanda apresentada pela federação é uma  jornada de 6 horas para atendente comercial e segurança nas agências.

“Já agendamos uma assembleia para o dia 17 de setembro. Com isso há reais possibilidade de greve a partir do dia 18 de setembro. Para que isso não aconteça, esperamos que a ECT comece o calendário para atender aos anseios de seus trabalhadores”, acrescentou o dirigente sindical que reclama de a empresa nos últimos três anos só ter negociado via Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Contatada pela Agência Brasil, a ECT informou que está analisando as pautas e o o impacto que ela poderá causar na folha de pagamento da empresa e identificar quais demandas podem ser atendidas. As primeiras reuniões para negociações das pautas de reivindicações estão previstas para os dias 6 e 7 de agosto. Por e-mail, a assessoria da empresa explica que “o fato de não chegarmos a acordo e termos que levar o dissídio para o TST não significa que não houve negociações. Temos feito várias negociações nos últimos três anos com as entidades sindicais, só na Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) foram firmados 16 acordos nos últimos 9 meses, por exemplo”.

A estatal ressalta que está “sempre aberta" ao diálogo com a representação dos trabalhadores, o que motivou a criação da mesa de negociação, onde foram firmados os Termos de Acordo. A ECT reitera “sua disposição para continuar a dialogar com as entidades representativas dos empregados, com o intuito de fechar um acordo que seja o melhor possível para todos os trabalhadores e trabalhadoras como também para os Correios”, e que fará todos os esforços para evitar paralisações. A entidade destaca que caso a greve ocorra, estará “preparada para implementar o plano de continuidade de negócios, a fim de não causar prejuízo aos seus clientes”.

 

 
Fonte/Autoria: Reprodução: Agência Brasil
Leia mais ...

Campanha Salarial: representante de Goiás participa das reuniões

 
Escolhido para representar os trabalhadores de Goiás no Comando Nacional de Negociação e Mobilização da FENTECT, Ueber Barboza participou das três últimas reuniões sobre o ACT/2014, que aconteceram nos dias 12,20 ( Reunião que deveria ter acontecido no dia 19, mas foi adiada pela empresa) e 21 de agosto, em Brasília.

Para Ueber, a empresa tem sim discutido a pauta com os trabalhadores, mas não tem respondido nada de concreto. “O que dá a entender que a empresa está fazendo um grande teatro de faz de conta que esta negociando, para juntar atas e depois correr para o TST, como ela tem feito nos últimos três anos”, disse. 

Nos relatórios a seguir, confira como foram realizadas as reuniões e considerações sobre as mesmas.

Relatório dia 12/08

Relatório dia 20/08

Relatório dia 21/08

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
Leia mais ...

Pauta de reivindicações e calendário da Campanha Salarial são definidos no último dia do CONREP

O  XXXII Conselho de Representantes dos Trabalhadores dos Correios (CONREP) terminou neste sábado, 19, em Luziânia – GO. Mais de 230 representantes, das 35 bases sindicais, participaram do evento que teve inicio no dia 16 de julho. O conselho, que é realizado anualmente, tem como objetivo definir a pauta de reivindicações e a mobilização pela campanha salarial dos ecetistas.

Durante os quatros dias, diversos assuntos foram debatidos no CONREP, entre eles o plano de saúde, participação nos lucros, terceirização, segurança nas agências, sobrecarga de trabalho e a luta pela unidade. O calendário de lutas e a pauta da Campanha Salarial deste ano foram definidos no último dia do evento.

O Regimento Interno/Recursos foi tema das discussões do segundo dia do Conrep, 17. Na ocasião, os delegados votaram decidindo sobre o que permanece nos artigos. Também foi realizada uma análise de conjuntura dos Correios.

No terceiro dia, 18, os debates giraram em torno da Pauta Nacional de Reivindicações. Questões Econômicas; Benefícios; Saúde do Trabalhador; Relações Sindicais, Condições de Trabalho e Assuntos Previdenciários, Racial e outros, foram deliberados na ocasião.

Além dos debates e esclarecimentos da área jurídica da FENTECT, os participantes também assistiram à uma palestra do supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Max Leno, que explicou sobre temas financeiros, como o crescimento econômico no Brasil, inflação, salário mínimo e indicadores sociais.

No último dia , foram apresentadas três propostas de pauta para a Campanha Salarial. Após votação na plenária foi aprovada, com 94 votos, a proposta do bloco Cutista, composto pela Articulação Sindical, MSB, MTC e MRL, que reivindica:

-Reposição da Inflação pelo ICV-Dieese: 6,40%
-Aumento linear de R$ 300,00
-Aumento real de 8%
-Reposição das perdas de 1994,segundo o Dieese de 11,3%;
-Tickets de R$ 40,00(valor facial) e vale-cesta de R$ 400,00;
-Piso salarial do Dieese

Além da pauta, foi definido também o calendário de lutas,confira:

-29/07: Data limite da aprovação da pauta de reivindicações em assembleia e eleição do representante do comando;
-30/07: Data limite de protocolo da pauta de reivindicações na ECT e ato contra perseguições políticas, demissões e desligamentos dos anistiados;
-30/07: Início da agitação massiva nas bases e reuniões setoriais pela revogação da Lei 12.490/11 e contra o postal saúde;
-14/08: Assembleia de avaliação da Campanha Salarial;
-03/09 a 06/09 : Seminários regionais ou assembleias sobre Privatização (CorreiosPar e postal saúde);
-09/09: Data limite de negociação;
-10/09: Assembleia de Estado de Greve;
-17/09: Assembleia de deflagração de greve, com paralisação a partir das 22h

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
Leia mais ...

Trabalhadores de Goiás participam do Ato Público Nacional em Brasília

Alex San

Trabalhadores goianos participam de passeata e ato em Brasília


Mais de 150 trabalhadores de Goiás participaram do Ato Público Nacional, promovido pela Fentect, em Brasília, dia 8 de outubro. Os ecetistas fizeram uma passeata do Edifício Sede dos Correios até o Tribunal Superior do Trabalho (TST), de onde acompanharam a sessão de julgamento de dissídio da categoria.

Confira as fotos.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
Leia mais ...

"Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais"

Daniela Martins/Alex San

Greve em Goiás: adesão maciça dos trabalhadores


Foram mais de 20 dias de greve, até que o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, julgou o dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que devem retornar ao trabalho na quinta-feira, dia 10, terão 180 dias para compensar os dias parados. Para efeito de compensação foram considerados apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia. 

Correios Saúde foi mantido como está
Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano. 

Durante toda a Campanha Salarial, os trabalhadores defenderam a manutenção do plano na forma que está, sem a redução de benefícios nem tercerização da gestão, o que é pretendido pela direção da ECT com o Postal Saúde. Mais uma vez, por meio de muita luta, a categoria garantiu a permanência do plano, certamente o maior benefício que os trabalhadores têm hoje nos Correios. No entanto, precisamos continuar atentos e prontos para combater qualquer nova tentativa da ECT de precarização da nossa assistência à saúde.

Outra vitória foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O relator rejeitou o pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima. 

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,27% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$ 50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico. 

A greve foi combativa e a participação de cada um dos trabalhadores que aderiram ao movimento foi de extrema importância para a conquista destes resultados. Com a greve, a categoria unificou a Fentect e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio. 

A conquista salarial pode ter ficado abaixo do que os trabalhadores reivindicaram e esperavam, mas a categoria demonstrou à ECT que está disposta a lutar por seus direito até o fim. Nossa maior conquista é que a categoria saiu fortalecida, unificada, e cada vez mais consciente da importância de integrar a luta por dias melhores.

Afinal, o lema dos trabalhadores dos Correios sempre será: “Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais”. O importante é ter consciência de que sempre valerá a pena lutar.

Valeu, companheiros!
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins (com informações da Fentect)
Leia mais ...

Após Dissídio no TST, trabalhadores saem vitoriosos





Foi realizada nesta terça-feira (08) no TST, em Brasília, a sessão de dissídio coletivo de greve dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo Ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que deverão retornar ao trabalho na próxima quinta-feira (10), terão 180 dias para compensar os dias parados. O relator do dissídio, ministro Fernando Eizo Ono, considerou para efeito de compensação apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia.

Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT a de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano.

Outra vitória da Federação foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O Relator rejeitou o pedido do MPT de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima.

Para Walmir da Costa não tem sentido fazer acordo com uma parte da categoria e deixar outra parte a mercê do julgamento. “Quem criou esse problema foi a própria ECT, por ter fechado acordo quando a questão já estava sob judice, e com uma federação sem legitimidade. Mesmo que o acordo tenha sido feito diretamente com os sindicatos, não deveria ter acontecido, pois fragmentou a categoria, que é uma só”, ponderou o ministro.

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,23% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico.

A Secretária Geral da Fentect, Anaí Caproni, ressaltou que nenhuma das decisões atendeu efetivamente às reivindicações dos trabalhadores. “As decisões foram previsíveis, seguiram a linha do acórdão de 2012. Mas houve o reconhecimento da legitimidade da Fentect, o que é uma vitória”, declarou. Segundo Anaí, a Greve Nacional foi combativa e de extrema importância para esses resultados, pois unificou a Federação e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio.

 
Fonte/Autoria: Fentect
Leia mais ...
Assinar este feed RSS