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Greve ganha novas adesões diariamente

Daniela Martins

Greve entra no nono dia


A greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás completou nove dias nesta quinta-feira, 26. Desde a sua deflagração, dia 18, o movimento teve adesão maciça e, dia após dia, novos companheiros decidem entrar na luta, tanto na Capital quanto pelo interior do Estado, fortalecendo a mobilização da categoria, que ocorre em nível nacional.

Hoje, em assembleia geral realizada na frente da Agência Central, na Praça Cívica, os ecetistas decidiram pela manutenção da greve.

Durante a assembleia, os trabalhadores destacaram que estão unidos e reforçaram a disposição em manter a paralisação até que a direção da Empresa decida negociar com foco na pauta nacional de reivindicações da categoria. “Vamos até o fim, vamos fortalecer o movimento e continuaremos lutando”, salientaram os grevistas.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos.

Para a próxima semana, o Sintect-GO organiza mais uma ação social para chamar a atenção da sociedade para a greve. Os grevistas deverão participar de uma doação de sangue para o Hemocentro.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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ECT continua desrespeitando a greve da categoria

A ECT divulgou em informativo interno, nesta terça-feira(24), que pagará as diferenças do reajuste de 8% aos trabalhadores que fazem parte da base da já extinta federação pirata.

Com essa atitude, a ECT demonstra, mais uma vez, que de fato não respeita a categoria em greve e tenta implantar uma proposta de forma unilateral, agindo assim com prática anti-sindical.

Os trabalhadores de todos os sindicatos filiados a Fentect (29), mais os trabalhadores de Tocantins já rejeitaram essa proposta e continuam em greve. O nosso Comando Nacional de Negociações enviou nesta terça-feira pela manhã mais um informe, no qual reafirma a continuidade da greve, ampliação das mobilizações e a firmeza na luta dos que continuam em greve.

Várias manifestações, passeatas e atos estão acontecendo por todo país, organizados pelos sindicatos e trabalhadores em greve, dando visibilidade ao nosso movimento.

O nosso comando mais uma vez frisou: "os sindicatos de SP e RJ não tem legitimidade para assinar acordo coletivo em nome dos 120 mil trabalhadores".  Reafirmamos aos trabalhadores que a atitude da ECT visa apenas confundir a categoria e, como sempre, tentar dividir o movimento. Porém, vamos continuamos firmes nessa greve, para demonstrar que não aceitamos a proposta da ECT, nem aceitamos as mudanças no nosso plano de saúde.

Respeito à categoria que legitimamente deflagrou a greve, por culpa única e exclusiva da direção da ECT, é o mínimo que exigimos.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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TST determina a manutenção de 40% das atividades da ECT durante a greve

O ministro Fernando Eizo Ono, do Tribunal Superior do Trabalho, determinou a manutenção das atividades de pelo menos 40% dos empregados em cada uma das unidades da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) durante o período de greve, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Eizo Ono foi o relator sorteado para o dissídio coletivo instaurado pela ECT contra a Federação Interestadual dos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).

A decisão foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho desta segunda-feira (23) e atendeu em parte o pedido da ECT, que pretendia a manutenção de 80% das atividades. Para o ministro, o limite de 80% "ensejaria quase que a normalização dos serviços prestados pela ECT, a frustrar o exercício do direito fundamental dos empregados à greve".

Ao justificar a manutenção de parte das atividades da empresa, Eizo Ono disse que o direito de greve não é absoluto: a Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve) estabelece os requisitos mínimos para o exercício desse direito, visando a coibir o abuso e garantir o atendimento das necessidades essenciais da comunidade. "Em caso de greve nos serviços ou atividades essenciais, sindicatos, empregados e empregadores ficam obrigados a garantir, em comum acordo, a prestação dos serviços indispensáveis", concluiu ele.

Conciliação

Na última terça-feira (17), a Fentect e a ECT não chegaram a um acordo na audiência de conciliação realizada no TST. O vice-presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, que presidiu a audiência, encerrou os trabalhos após as partes não chegarem a um entendimento devido à resistência da federação de trabalhadores.  O ministro apresentou uma proposta para que a categoria não entrasse em greve antes de uma tentativa de acordo no TST.

A Findect, que não compareceu à audiência, encaminhou petição informando que os sindicatos filiados a ela já haviam celebrado acordo com a empresa estatal.
 
Fonte/Autoria: TST
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Em greve, trabalhadores dos Correios e bancários fazem passeata no Centro de Goiânia

Daniela Martins

Passeata marca sexto dia de greve em Goiás


O sexto dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por uma ação conjunta com os bancários, categoria que também está em plena Campanha Salarial e paralisou suas atividades desde a semana passada. Nesta segunda-feira, 23, ecetistas e bancários realizaram uma grande passeata pelas ruas do Centro da Capital, com a participação de mais de 400 grevistas e a presença de representantes da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO).

A concentração foi na Praça Cívica, em frente à Agência Central dos Correios, de lá os grevistas seguiram pela Praça, passaram pelo Palácio Pedro Ludovico e desceram a avenida Goiás até se reunirem novamente na porta da agência do Banco do Brasil.

Pelo caminho, os grevistas entoaram gritos de ordem por melhores condições de trabalho, contra o assédio moral que tem vitimado os profissionais tanto nos bancos quanto nos Correios, e por melhorias salariais. O projeto de lei 4330, que trata da terceirização, também foi criticado durante a passeata.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos. Mais de 600 ecetistas já aderiram à paralisação nos Correios por todo o estado de Goiás.

Já os bancários querem reajuste salarial de 11,93%, piso salarial do Dieese (R$ 2.860,21, em junho), salário refeição, cesta alimentação, 13º salário refeição e 13ª cesta alimentação, de R$ 680 cada. 
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Trabalhadores dos Correios iniciam greve em Goiás




Por tempo indeterminado, trabalhadores dos Correios, no estado, iniciaram nesta quarta-feira (18), greve que reivindica reajuste salarial de 7,13%, além de aumento real de 15%. Os servidores também pedem a contratação de mais trabalhadores por meio de concurso público e melhores condições de trabalho.

A greve foi decidida em assembleia geral, na noite desta terça-feira (17), que reuniu aproximadamente 200 pessoas, segundo a assessoria do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Goiás (Sintect-GO). A organização reuniu trabalhadores em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, em Goiânia.

O Sintect alega que nos últimos anos, a empresa sofreu com o sucateamento, que teria levado às paralisações no mês de Agosto, uma em Aparecida de Goiânia – dos carteiros –, e dos trabalhadores de Anápolis.

Efetivo
Há trabalhadores ainda reunidos em frente à Agência Central, aguardando decisão sobre a agenda de paralisação. A assessoria informou que ainda nesta quarta-feira será divulgado o efetivo de trabalhadores que deve permanecer nas funções, e o número de agências que manterá o atendimento.

A direção dos Correios chegou a apresentar duas propostas de reajuste salarial, a primeira de 5,27%, que fica abaixo na inflação, e a segunda, de 8%. As duas propostas não foram aceitas pelos grevistas.
 
Fonte/Autoria: O Hoje (site)
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Greve em Goiás tem adesão maciça dos trabalhadores

Daniela Martins

Somente em Goiânia, 270 trabalhadores se reuniram na Praça Cívica

Mais de 270 trabalhadores, entre carteiros, OTTs e atendentes comerciais, já cruzaram os braços, somente na Capital, neste primeiro dia de greve dos Correios em Goiás. Os ecetistas atenderam à convocação do Sindicato e se reuniram, hoje, quarta-feira, 18, em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, numa clara demonstração de que estão unidos, mobilizados e dispostos a lutar por seus direitos.

 

O Sintect-GO estima que 60% dos trabalhadores de base no Estado tenham aderido à paralisação já neste primeiro dia e a expectativa é que a adesão cresça. “Será a maior greve que Goiás já viu”, garantiu um carteiro na assembleia de deflagração da paralisação, na terça-feira, 17.

Além de Goiânia, outras 13 cidades do interior aderiram à greve: Jataí, Itumbiara, Rio Verde, Quirinópolis, Santa Helena, Mineiros, Porangatu, Anápolis, Santa Rita do Araguaia, Aragarças, Catalão e Uruaçu. Pelo Brasil, 28 sindicatos ligados à Fentect estão em greve.

A categoria reivindica reajuste de 7,13% mais aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos.

Ao final da tarde, a diretoria colegiada do Sintect-GO realizou nova assembleia geral, na qual os trabalhadores decidiram pela manutenção da greve, com nova aglomeração na Praça Cívica, nesta quinta-feira, a partir das 9h da manhã.

Um grupo de estudantes do Colégio Planeta, que está fazendo um trabalho escolar sobre greve, esteve na Praça Cívica para conhecer e dar apoio à mobilização dos trabalhadores dos Correios.  Eles levaram cartazes e ajudaram os grevistas na luta por melhores condições de trabalho e melhorias salariais.

REIVINDICAÇÕES
• Aumento Real de 15%;
• Reposição da Inflação do período de 01 de agosto de 2012 a 31 de julho de 2013 em 7,13%;
• Aumento Linear de R$ 200,00;
• Pagamento das Perdas salariais (1994-2002) no valor de 20% em dezembro;
• Vale Alimentação/Refeição de R$ 40,00 (R$ 920 e R$ 1.080,00 para quem recebe 23 e 27 vales, respectivamente);
• Vale Cesta de R$ 400,00.

EIXOS DE LUTA
• Contratação de 110 mil ecetistas;
• Pelo fim do SAP, SARC e GCR;
• Contra o PL 4330 da terceirização; 
• Anistia a todos os trabalhadores. Sanção presidencial do PLC 83/2007;
• Em defesa do Postalis/BD;
• Não ao Postal Saúde;
• Pelo fim do Assédio Moral;
• Redução da jornada de trabalho para 30h/semanais e de 6h para atendentes comerciais;
• Entrega pela manhã em todo o país;
• Por um Correios 100% estatal;
• Não às mazelas do PCCS 2008.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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ECT e Fentect não entram em acordo em audiência do TST


Audiência no TST


Durante a audiência de conciliação em Dissídio Coletivo do Tribunal Superior do Trabalho (TST) realizada na tarde desta terça-feira (17/09), a Fentect e a ECT não entraram em acordo para tentar negociar uma nova proposta aos trabalhadores da categoria. Por esse motivo, o mediador da sessão, ministro Antônio José de Barros Levenhagen, deu por encerrada a audiência.

O ministro ainda criticou a ECT por querer barrar a possível greve, e reafirmou que quem decide a hora de entrar em greve são os sindicatos, juntamente com os trabalhadores.

Na reunião, o ministro Levenhagem tentou evitar a deflagração da greve da categoria propondo um conciliação entre as partes. Porém, como não houve acordo,  foi sorteado um ministro relator para o julgamento do dissídio, instaurado pela ECT na Sessão de Dissídio Coletivo. O escolhido como relator foi o Ministro Fernando Eizo Ono. Ele também irá apreciar o pedido de liminar feito pelos Correios sobre o efetivo mínimo que deverá trabalhar durante a paralisação. Ainda não há data prevista para o julgamento.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Após assembleia, funcionários dos Correios entram em greve em Goiás

 Os trabalhadores dos Correios em Goiás entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (18). Eles reivindicam ajuste salarial e melhores condições de trabalho.  A estatal afirma que vai aplicar medidas de emergência para garantir a entrega de cartas, encomendas e o atendimento nas agências.

A decisão pela greve foi tomada em assembleia geral, na noite de terça-feira (17), pois os trabalhadores não aceitaram a proposta da empresa. No entanto, o  Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Goiás (Sintect-GO) não calculou o número de pessoas que aderiram ao movimento.

 O sindicato quer aumento relativo à inflação de 7,13%  mais aumento real de 15%. A contrapartida da empresa, de 8%, segundo eles, não contempla às reivindicações, pois o reajuste real seria de menos de 1%.

Em nota, a estatal afirmou que se esforçou para que as negociações não chegassem a esse ponto. Os Correios afirmam que o reajuste de 8% nos salários repõe integralmente a inflação do período, de 6,27%, e garante ganho real de 1,7%, além de benefícios extras.

Os trabalhadores também querem melhores condições de trabalho. “Falta manutenção das motocicletas, das bicicletas e dos carros. Muitos prédios não comportam a demanda e estão sucateados”, afirma o secretário do sindicato, Eliseu Pereira. Em contrapartida, a regional afirma que está investindo mais de R$ 2,8 milhões em equipamentos, reforma e ampliação das unidades goianas.

Durante a greve, os Correios informaram que vão aplicar medidas estabelecidas no Plano de Continuidade de Negócios para garantir o atendimento ao público. Entre as ações estão a realização de horas extras de funcionários, deslocamento de empregados entre as unidades e mutirões para entrega nos fins de semana.
 
Fonte/Autoria: Portal G1 Goiás

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Trabalhadores em Goiás aprovam, por unanimidade, estado de greve

Daniela Martins

Aprovado estado de greve


Em Assembleia Geral realizada na noite desta quarta-feira, 11, em Goiânia, os trabalhadores dos Correios aprovaram, por unanimidade, o estado de greve e o indicativo de greve para o próximo dia 18. A categoria rejeitou a proposta de 5,27% apresentada pela direção a ECT.

A presidente da CUT-GO, Bia de Lima, compareceu à Assembleia e declarou apoio à mobilização da categoria. Ela aproveitou a oportunidade para falar da luta travada pela Central contra a PL 4330, do deputado Sandro Mabel, que trata da terceirização e prejudica os direitos trabalhistas.

Assim como a Assembleia da Capital, os trabalhadores do interior também aprovaram o estado de greve e o indicativo para o dia 18. Agora, na próxima terça-feira, 17, Goiânia e interior realizam novas assembleias para a deflagração do movimento grevista.

Na noite desta quinta-feira, 12, a direção da Empresa apresentou nova proposta vergonhosa ao Comando de Negociação da Fentect, confira:

REAJUSTE LINEAR = 8%

REAJUSTE DE BENEFÍCIOS = 6,27%

  DE PARA
Vale I (alimentação/refeição) R$ 26,62 R$ 28,29
Vale alimentação II (cesta) R$ 149,15 R$ 158,53
Reembolso Creche/Babá R$ 409,97 R$ 435,68
Aux. p/ Dependentes de Cuidados Especiais R$ 651,00 R$ 691,82


 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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Correios oferecem reajuste de 5,27% e trabalhadores ameaçam greve para dia 18





Trabalhadores dos Correios ameaçam entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 18. Em assembleias realizadas pelos sindicatos filiados à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), os funcionários rejeitaram a proposta de reajuste salarial de 5,27%, apresentada pela empresa na última quinta-feira (5).

O reajuste oferecido pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) não cobre a inflação do período, medida em 7,13%, de agosto de 2012 a julho de 2013. Uma nova reunião entre os representantes da Fentect e da empresa ocorre amanhã (10).

“Já realizamos assembleias em 25 sindicatos filiados à nossa federação e a resposta foi unânime. Vamos apresentar a rejeição da proposta amanhã e, se a empresa não melhorar a contraproposta, vamos entrar em greve por tempo indeterminado”, afirma o secretário de Imprensa e Comunicação da Fentect, James Magalhães.

A categoria com data-base em 1º de agosto reivindica 15% de aumento real, reposição de perdas salariais no período de 1994-2002, calculadas em 20%, além de segurança nas agências, manutenção no plano de saúde (Correios Saúde), implementação de Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS), contratação de 10 mil funcionários, redução de jornada de trabalho dos atendentes para 6 horas, entre outros.

Já ocorreram nove rodadas de negociação entre os diretores da Fentect e representantes do Correios e essa é a primeira contraproposta apresentada pela empresa. Os trabalhadores realizam uma assembleia da categoria esta marcada para o dia 17 para deflagrar a greve por tempo indeterminado.
 
Fonte/Autoria: Rede Brasil Atual
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