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Trabalhadores de Goiás se preparam para Ato Público em Brasília

Daniela Martins

Grevistas fizeram assembleia em frente ao CTCE


A greve continua forte em Goiás, os trabalhadores de Niquelândia também aderiram à paralisação, intensificado a mobilização pelo interior do Estado. Em Goiânia, os grevistas se reuniram nesta terça-feira, 1º de outubro, em frente ao CTCE, na Vila Brasília. 

Para chamar a atenção da população e dos demais trabalhadores para a mobilização da categoria, foram colocadas faixas na entrada do prédio, carro de som e os grevistas denunciaram, ao microfone, a truculência da direção da Empresa que se nega a negociar. Foi realizada nova assembleia, que decidiu pela manutenção da greve.

A direção do Sintect-GO convocou os grevistas para se reunirem na Praça Cívica, em frente à Agência Central dos Correios, nesta quarta-feira, 2, pela manhã para que seja organizada a caravana de Goiás que participará do Ato Público em Brasília. O Ato será promovido na próxima quinta-feira, 3, em frente ao edifício sede dos Correios, com trabalhadores de todo o país.

ATO EM BRASÍLIA
O ATO deve ser nacional e uma unificação dos trabalhadores em greve. A categoria deve aproveitar esse momento fortalecer sua luta neste momento em que a empresa entrou com o dissídio coletivo unilateralmente

A empresa e o Tribunal do Trabalho procuram nos ganhar pelo cansaço. Vamos mostrar para eles que os trabalhadores não serão vencidos quando seus interesses estão em jogo. PrecisAmos tomar medidas de força, em defesa do nosso plano de saúde, em defesa do sustento das nossas famílias.

Vamos fortalecer nossa greve com ações diversificadas em todos os estados, e em Brasília realizar um grande ato, a exemplo do ATO do dia 30 de agosto que mostrou para a empresa nossa disposição para a luta fez a empresa sair dos 5% apresentado inicialmente.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Convocação para o ato nacional em Brasília quinta-feira, 3 de outubro

A direção da FENTECT e o Comando Nacional de Mobilização Negociação convoca os trabalhadores para um ATO NACIONAL em Brasília, na próxima quinta-feira, dia 3 de outubro.

O julgamento do dissídio coletivo ainda não tem data marcada, mas deve ocorrer a qualquer momento, especialmente porque na data de hoje a empresa respondeu à FENTECT rejeitando (clique aqui para ler a resposta da empresa) a contraproposta aprovada por alguns sindicatos.

O ATO deve ser nacional e uma unificação dos trabalhadores em greve. A categoria deve aproveitar esse momento fortalecer sua luta neste momento em que a empresa entrou com o dissídio coletivo unilateralmente

A empresa e o Tribunal do Trabalho procuram nos ganhar pelo cansaço. Vamos mostrar para eles que os trabalhadores não serão vencidos quando seus interesses estão em jogo. Precisamos tomar medidas de força, em defesa do nosso plano de saúde, em defesa do sustento das nossas famílias.

Vamos fortalecer nossa greve com ações diversificadas em todos os estados, e em Brasília realizar um grande ato, a exemplo do ATO do dia 30 de agosto que mostrou para a empresa nossa disposição para a luta fez a empresa sair dos 5% apresentado inicialmente.

Os sindicatos devem organizar caravanas, colocar ônibus à disposição para quantos trabalhadores conseguir convocar. Em SP e RIO a FENTECT vai organizar ônibus para levar os trabalhadores em greve.

Nessa iniciativa são também importantes os trabalhadores de Brasília que também podem mobilizar seu companheiro de trabalho e levar para frente do Ed. Sede da empresa e garantir a força do ATO na sua cidade. Vamos acampar em frente ao prédio da empresa e realizar atividades com outras categorias em greve para garantir as nossas reivindicações.

Lotar o pátio do Ed. Sede da empresa no dia 3 de outubro e fazer um grande acampamento de trabalhadores. Em defesa do Correios Saúde, e reajuste salarial!
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Fentect protocola contraproposta e deixa ECT em xeque





Os membros do Comando de Negociação da Campanha Salarial 2013/2014, protocolaram, na última sexta-feira (27/09), a contraproposta elaborada pelo Comando e aprovada pela maioria dos Sindicatos filiados à Fentect, em suas assembleias. O texto, protocolado no Tribunal Superior do Trabalho (TST), destinada aos Ministros da Seção de Dissídios Coletivos do TST e, em especial, ao relator do Dissídio Coletivo suscitado pela ECT, Ministro Fernando Eizo Ono e também na ECT, prevê:
 
1º. Manutenção da Assistência Médica (Correios Saúde) nos moldes atuais e extensivos aos novos empregados, mantendo-se a ECT como gestora direta do Correios Saúde, sem a possibilidade de gestão por qualquer outra entidade;

2º. Abono dos dias parados, incluindo as paralisações dos dias 11/07 e 30/08, comprometendo os trabalhadores a colocar a carga represada por conta da greve nacional em dia;

3º. Reajuste salarial de 8% extensivo a todos os benefícios;

4º. Aumento linear de R$ 100,00;

5º. Implantação da Entrega Postal matutina em todo o território Nacional;

6º. Pagamento de Auxílio-Creche a todos os funcionários, sem discriminação;

7º. Contratação imediata de mais trabalhadores, através de Concurso Público, em substituição aos terceirizados e MOT’s;

8º. Isonomia das gratificações de função motorizada pelo maior valor em todas as DR’s.
 
A Fentect denuncia que a ECT está utilizando sua rede interna para praticar atitudes ilegais, coagindo os trabalhadores no ambiente de trabalho e causando confusão quanto às tratativas do Acordo Coletivo de Trabalho. A Empresa tenta iludir os trabalhadores com a falsa expectativa de avançar nas negociações regionais, uma atitude contraditória, tendo em vista que os Correios haviam se manifestado no sentido de esperar a decisão do julgamento do Dissídio Coletivo.
 
Numa demonstração de desespero frente à firmeza dos trabalhadores em manterem a Greve Nacional, a Direção dos Correios tem utilizado seus informativos, especialmente o Plantão do Acordo, para mentir, assediar e coagir os trabalhadores e as diretorias dos sindicatos a aprovarem a última proposta da ECT, já rejeitada pelas assembleias, e aprovada, contra a vontade dos trabalhadores, pelas diretorias sindicais de SP, RJ, RO, RN e Bauru, um golpe que resultou num pseudo-acordo que ataca nosso plano de saúde e que agora tentam estender às demais bases sindicais.
 
Entendemos que, se a ECT pretende reabrir as negociações, deve fazê-lo com os trabalhadores legitimamente eleitos e indicados pelos sindicatos para representar a categoria em nível nacional, ou seja, o Comando Nacional de Negociação e Mobilização da FENTECT. Repudiamos a postura antidemocrática e anti-sindical da Direção dos Correios e alertamos os companheiros a não se deixarem enganar com falsas promessas das Diretorias Regionais. Informamos que o Departamento jurídico da FENTECT já está tomando as medidas legais junto ao TST e Ministério Público do Trabalho para coibir tais atitudes da direção da ECT. A Fentect orienta que os trabalhadores permaneçam em greve e ampliem a mobilização.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Greve ganha novas adesões diariamente

Daniela Martins

Greve entra no nono dia


A greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás completou nove dias nesta quinta-feira, 26. Desde a sua deflagração, dia 18, o movimento teve adesão maciça e, dia após dia, novos companheiros decidem entrar na luta, tanto na Capital quanto pelo interior do Estado, fortalecendo a mobilização da categoria, que ocorre em nível nacional.

Hoje, em assembleia geral realizada na frente da Agência Central, na Praça Cívica, os ecetistas decidiram pela manutenção da greve.

Durante a assembleia, os trabalhadores destacaram que estão unidos e reforçaram a disposição em manter a paralisação até que a direção da Empresa decida negociar com foco na pauta nacional de reivindicações da categoria. “Vamos até o fim, vamos fortalecer o movimento e continuaremos lutando”, salientaram os grevistas.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos.

Para a próxima semana, o Sintect-GO organiza mais uma ação social para chamar a atenção da sociedade para a greve. Os grevistas deverão participar de uma doação de sangue para o Hemocentro.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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ECT continua desrespeitando a greve da categoria

A ECT divulgou em informativo interno, nesta terça-feira(24), que pagará as diferenças do reajuste de 8% aos trabalhadores que fazem parte da base da já extinta federação pirata.

Com essa atitude, a ECT demonstra, mais uma vez, que de fato não respeita a categoria em greve e tenta implantar uma proposta de forma unilateral, agindo assim com prática anti-sindical.

Os trabalhadores de todos os sindicatos filiados a Fentect (29), mais os trabalhadores de Tocantins já rejeitaram essa proposta e continuam em greve. O nosso Comando Nacional de Negociações enviou nesta terça-feira pela manhã mais um informe, no qual reafirma a continuidade da greve, ampliação das mobilizações e a firmeza na luta dos que continuam em greve.

Várias manifestações, passeatas e atos estão acontecendo por todo país, organizados pelos sindicatos e trabalhadores em greve, dando visibilidade ao nosso movimento.

O nosso comando mais uma vez frisou: "os sindicatos de SP e RJ não tem legitimidade para assinar acordo coletivo em nome dos 120 mil trabalhadores".  Reafirmamos aos trabalhadores que a atitude da ECT visa apenas confundir a categoria e, como sempre, tentar dividir o movimento. Porém, vamos continuamos firmes nessa greve, para demonstrar que não aceitamos a proposta da ECT, nem aceitamos as mudanças no nosso plano de saúde.

Respeito à categoria que legitimamente deflagrou a greve, por culpa única e exclusiva da direção da ECT, é o mínimo que exigimos.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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TST determina a manutenção de 40% das atividades da ECT durante a greve

O ministro Fernando Eizo Ono, do Tribunal Superior do Trabalho, determinou a manutenção das atividades de pelo menos 40% dos empregados em cada uma das unidades da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) durante o período de greve, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Eizo Ono foi o relator sorteado para o dissídio coletivo instaurado pela ECT contra a Federação Interestadual dos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).

A decisão foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho desta segunda-feira (23) e atendeu em parte o pedido da ECT, que pretendia a manutenção de 80% das atividades. Para o ministro, o limite de 80% "ensejaria quase que a normalização dos serviços prestados pela ECT, a frustrar o exercício do direito fundamental dos empregados à greve".

Ao justificar a manutenção de parte das atividades da empresa, Eizo Ono disse que o direito de greve não é absoluto: a Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve) estabelece os requisitos mínimos para o exercício desse direito, visando a coibir o abuso e garantir o atendimento das necessidades essenciais da comunidade. "Em caso de greve nos serviços ou atividades essenciais, sindicatos, empregados e empregadores ficam obrigados a garantir, em comum acordo, a prestação dos serviços indispensáveis", concluiu ele.

Conciliação

Na última terça-feira (17), a Fentect e a ECT não chegaram a um acordo na audiência de conciliação realizada no TST. O vice-presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, que presidiu a audiência, encerrou os trabalhos após as partes não chegarem a um entendimento devido à resistência da federação de trabalhadores.  O ministro apresentou uma proposta para que a categoria não entrasse em greve antes de uma tentativa de acordo no TST.

A Findect, que não compareceu à audiência, encaminhou petição informando que os sindicatos filiados a ela já haviam celebrado acordo com a empresa estatal.
 
Fonte/Autoria: TST
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Em greve, trabalhadores dos Correios e bancários fazem passeata no Centro de Goiânia

Daniela Martins

Passeata marca sexto dia de greve em Goiás


O sexto dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por uma ação conjunta com os bancários, categoria que também está em plena Campanha Salarial e paralisou suas atividades desde a semana passada. Nesta segunda-feira, 23, ecetistas e bancários realizaram uma grande passeata pelas ruas do Centro da Capital, com a participação de mais de 400 grevistas e a presença de representantes da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO).

A concentração foi na Praça Cívica, em frente à Agência Central dos Correios, de lá os grevistas seguiram pela Praça, passaram pelo Palácio Pedro Ludovico e desceram a avenida Goiás até se reunirem novamente na porta da agência do Banco do Brasil.

Pelo caminho, os grevistas entoaram gritos de ordem por melhores condições de trabalho, contra o assédio moral que tem vitimado os profissionais tanto nos bancos quanto nos Correios, e por melhorias salariais. O projeto de lei 4330, que trata da terceirização, também foi criticado durante a passeata.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos. Mais de 600 ecetistas já aderiram à paralisação nos Correios por todo o estado de Goiás.

Já os bancários querem reajuste salarial de 11,93%, piso salarial do Dieese (R$ 2.860,21, em junho), salário refeição, cesta alimentação, 13º salário refeição e 13ª cesta alimentação, de R$ 680 cada. 
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Trabalhadores dos Correios iniciam greve em Goiás




Por tempo indeterminado, trabalhadores dos Correios, no estado, iniciaram nesta quarta-feira (18), greve que reivindica reajuste salarial de 7,13%, além de aumento real de 15%. Os servidores também pedem a contratação de mais trabalhadores por meio de concurso público e melhores condições de trabalho.

A greve foi decidida em assembleia geral, na noite desta terça-feira (17), que reuniu aproximadamente 200 pessoas, segundo a assessoria do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Goiás (Sintect-GO). A organização reuniu trabalhadores em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, em Goiânia.

O Sintect alega que nos últimos anos, a empresa sofreu com o sucateamento, que teria levado às paralisações no mês de Agosto, uma em Aparecida de Goiânia – dos carteiros –, e dos trabalhadores de Anápolis.

Efetivo
Há trabalhadores ainda reunidos em frente à Agência Central, aguardando decisão sobre a agenda de paralisação. A assessoria informou que ainda nesta quarta-feira será divulgado o efetivo de trabalhadores que deve permanecer nas funções, e o número de agências que manterá o atendimento.

A direção dos Correios chegou a apresentar duas propostas de reajuste salarial, a primeira de 5,27%, que fica abaixo na inflação, e a segunda, de 8%. As duas propostas não foram aceitas pelos grevistas.
 
Fonte/Autoria: O Hoje (site)
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Greve em Goiás tem adesão maciça dos trabalhadores

Daniela Martins

Somente em Goiânia, 270 trabalhadores se reuniram na Praça Cívica

Mais de 270 trabalhadores, entre carteiros, OTTs e atendentes comerciais, já cruzaram os braços, somente na Capital, neste primeiro dia de greve dos Correios em Goiás. Os ecetistas atenderam à convocação do Sindicato e se reuniram, hoje, quarta-feira, 18, em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, numa clara demonstração de que estão unidos, mobilizados e dispostos a lutar por seus direitos.

 

O Sintect-GO estima que 60% dos trabalhadores de base no Estado tenham aderido à paralisação já neste primeiro dia e a expectativa é que a adesão cresça. “Será a maior greve que Goiás já viu”, garantiu um carteiro na assembleia de deflagração da paralisação, na terça-feira, 17.

Além de Goiânia, outras 13 cidades do interior aderiram à greve: Jataí, Itumbiara, Rio Verde, Quirinópolis, Santa Helena, Mineiros, Porangatu, Anápolis, Santa Rita do Araguaia, Aragarças, Catalão e Uruaçu. Pelo Brasil, 28 sindicatos ligados à Fentect estão em greve.

A categoria reivindica reajuste de 7,13% mais aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos.

Ao final da tarde, a diretoria colegiada do Sintect-GO realizou nova assembleia geral, na qual os trabalhadores decidiram pela manutenção da greve, com nova aglomeração na Praça Cívica, nesta quinta-feira, a partir das 9h da manhã.

Um grupo de estudantes do Colégio Planeta, que está fazendo um trabalho escolar sobre greve, esteve na Praça Cívica para conhecer e dar apoio à mobilização dos trabalhadores dos Correios.  Eles levaram cartazes e ajudaram os grevistas na luta por melhores condições de trabalho e melhorias salariais.

REIVINDICAÇÕES
• Aumento Real de 15%;
• Reposição da Inflação do período de 01 de agosto de 2012 a 31 de julho de 2013 em 7,13%;
• Aumento Linear de R$ 200,00;
• Pagamento das Perdas salariais (1994-2002) no valor de 20% em dezembro;
• Vale Alimentação/Refeição de R$ 40,00 (R$ 920 e R$ 1.080,00 para quem recebe 23 e 27 vales, respectivamente);
• Vale Cesta de R$ 400,00.

EIXOS DE LUTA
• Contratação de 110 mil ecetistas;
• Pelo fim do SAP, SARC e GCR;
• Contra o PL 4330 da terceirização; 
• Anistia a todos os trabalhadores. Sanção presidencial do PLC 83/2007;
• Em defesa do Postalis/BD;
• Não ao Postal Saúde;
• Pelo fim do Assédio Moral;
• Redução da jornada de trabalho para 30h/semanais e de 6h para atendentes comerciais;
• Entrega pela manhã em todo o país;
• Por um Correios 100% estatal;
• Não às mazelas do PCCS 2008.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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ECT e Fentect não entram em acordo em audiência do TST


Audiência no TST


Durante a audiência de conciliação em Dissídio Coletivo do Tribunal Superior do Trabalho (TST) realizada na tarde desta terça-feira (17/09), a Fentect e a ECT não entraram em acordo para tentar negociar uma nova proposta aos trabalhadores da categoria. Por esse motivo, o mediador da sessão, ministro Antônio José de Barros Levenhagen, deu por encerrada a audiência.

O ministro ainda criticou a ECT por querer barrar a possível greve, e reafirmou que quem decide a hora de entrar em greve são os sindicatos, juntamente com os trabalhadores.

Na reunião, o ministro Levenhagem tentou evitar a deflagração da greve da categoria propondo um conciliação entre as partes. Porém, como não houve acordo,  foi sorteado um ministro relator para o julgamento do dissídio, instaurado pela ECT na Sessão de Dissídio Coletivo. O escolhido como relator foi o Ministro Fernando Eizo Ono. Ele também irá apreciar o pedido de liminar feito pelos Correios sobre o efetivo mínimo que deverá trabalhar durante a paralisação. Ainda não há data prevista para o julgamento.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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