Tenha uma boa tarde! Hoje é Quinta, dia 26 de Maio de 2022. Agora são 12:05:01 hs

SINTECT-GO (215)

1º de maio: Dia Internacional do Trabalho - É DIA DE SOLTAR A VOZ CONTRA TODOS OS ATAQUES SOFRIDOS PELA CLASSE TRABALHADORA

     O SINTECT-GO conclama a todos os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios em Goiás para participarem do ato do dia internacional do trabalho no próximo domingo, 01/05, a partir das 9h. Será um ato em conjunto da CUT-GO e centrais sindicais para levar a classe trabalhadora às ruas em defesa do emprego, dos direitos, da democracia e da vida.
     O evento, que ocorre na praça do trabalhador, terá algumas atrações e atividades como shows, passeio ciclístico, oficinas, feiras, contação de histórias, cortes de cabelo, entre outras.
     Trabalhador (a) não deixe de participar dessa luta que é de todos nós! Vamos juntos gritar contra todos os ataques que a classe trabalhadora vem sofrendo e contra todos os direitos que estão sendo retirados!


# Em defesa dos nossos empregos!
# Juntos somos mais fortes!
# Por nenhum direito a menos!


Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

 

Leia mais ...

Contra a cultura de assédio e autoritarismo: é Greve!

 

 

 

Há alguns dias, os Correios noticiaram um lucro extraordinário de 3,7 bilhões, às custas da retirada de direitos e de muita exploração de seus/suas trabalhadores (as). Mais que depressa a atual gestão da ECT correu e reajustou generosamente as suas funções em reunião de cúpula da empresa. Uma forma de bonificar os seus gestores por terem batido tanto o chicote, feito tanta pressão, assediado tanto os (as) trabalhadores (as) nas unidades, após a perda do acordo coletivo de trabalho na campanha salarial de 2020 e também de incentivar ainda mais esse autoritarismo que se tornou tão corriqueiro com a ascensão deste governo que aí está.

Na SE/GO, o clima segue tenso nas unidades de trabalho. Trabalhadores (as) sendo transferidos (as) compulsoriamente, tendo um desgaste enorme, pois em muitos casos estes/estas trabalhadores (as) têm que atravessar a cidade para ir trabalhar; funções motorizadas sendo retidas por causa de atestado médico; ameaças de obrigar o (a) trabalhador (a) a ficar no serviço interno, sob pena de perder o adicional de risco. O AADC (Adicional de Atividade de Distribuição e/ou Coleta Externa) se tornou ferramenta na mão de alguns gestores para pressionar os (as) trabalhadores (as).

São várias as denúncias de assédio moral, de autoritarismo e perseguição, feitos na ouvidoria, através do Fale Conosco, mas em que não há resposta alguma. A gestão tem feito vista grossa para as várias denúncias. Em muitos casos, transferem o (a) assediado (a) de unidade, deixando o gestor a bel prazer, empoderado cada vez mais o último. Uma humilhação sem precedentes que tem causado adoecimento e pedidos de demissão de muitos (as) trabalhadores (as).

Uma gestão baseada na fofoca, cujo o “capitão do mato” vai e faz; e depois fala que os seus superiores mandaram e “deixa ver no que dá”; e seguem tranquilamente sem se indisporem, pois são bem unidos. Atropelam as leis, as regras, manuais sem nenhum pudor, com o puro intuito de causar danos financeiros e psicológicos nos/nas trabalhadores (as) a fim de puni-los (las). Fazem isso, pois tem a certeza de que não serão responsabilizados e que a conta vai ficar para a empresa.

O sindicato possui um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) junto ao Ministério Público contra o assédio moral, o qual já está sendo acionando. É importante também que os (as) trabalhadores (as) não se esqueçam da arma histórica da classe trabalhadora: a GREVE. E nesse sentido a categoria estará organizando greves por unidades de trabalho por todo o estado. Tratativas foram feitas, ofícios, denúncias, boletins, porém o problema persiste. Já se fala em mudança do SE/GO e é bem provável que o novo superintendente receba a regional com várias unidades de braços cruzados em GREVE, saldo deixado pela atual e mal assessorada SE/GO.

 

#AbaixoOAutoritarismoEAssédioMoral

#NãoAVendaDosCorreios

 

 

 

Leia mais ...

Justiça do Trabalho determina que ECT implemente as progressões salariais por antiguidade e mérito

Boas novas para os trabalhadores (as) sobre a ação do PCCS. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Goiás determinou, em 4 das 46 execuções plúrimas (execuções com 50 trabalhadores em cada) que já transitaram em julgado, que o Sindicato informe em qual PCCS se enquadra cada trabalhador (a), com a demonstração da apresentação do termo de não aceite e reunião de fichas cadastrais para que a ECT seja intimada a promover o realinhamento dos salários (remessas 17, 19, 43 e 44).
Após a assessoria jurídica do SINTECT/GO fornecer os dados solicitados pelo Juiz da Vara da Execução de Goiânia, a empresa deverá ser intimada para realinhar os salários implementando as PHA´s e PHM´s para esses primeiros 200 (duzentos) trabalhadores.
O valor de cada progressão equivale a 5% de aumento salarial, com a alternância de uma progressão por antiguidade a cada 3 anos e uma progressão de mérito a cada 12 meses. Não poderá a ECT efetuar compensações com eventuais progressões pagas em razão de acordo coletivo ou outros instrumentos e não poderá paralisar as progressões em 2008 para os que apresentaram termo de não aceite e se mantiveram no PCCS/95, devendo as progressões também transporem os níveis I, II até o III ou Jr, pleno até sênior ou seja, deverão incidir continuadamente de 2005 até a data atual ou até a data da extinção do contrato de trabalho e seguir por toda a tabela salarial até a última referência salarial do cargo ou carreira. Caso haja desrespeito à ordem judicial haverá aplicação de multa diária de R$500,00.
Trabalhador (a), mantenha o seu cadastro atualizado (clique aqui) para que possa facilitar o andamento do processo!

Para conferir em qual remessa você está, clique aqui

Juntos somos mais fortes!
Se a gente quiser, a gente pode!
Não fique só, fique sócio!

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

Leia mais ...

Pleno do TST decide pela obrigatoriedade de manutenção do pagamento do AADC para trabalhadores (as) reabilitados

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que os trabalhadores (as) dos Correios reabilitados em decorrência de doença ou acidente do trabalho tem o direito a continuar recebendo o AADC perdido. Na composição plena do Tribunal, houve votação para a manutenção do AADC, sendo que de 14 ministros, 12 votaram a favor e 2 contra. (leia aqui)
A demanda discutiu se o empregado carteiro, readaptado em função diversa após acidente de trabalho, continua a ter o direito ao pagamento do adicional de distribuição e coleta externa. O art. 89, caput, da Lei nº 8.213/91 estabelece que a reabilitação profissional deverá proporcionar ao beneficiário, incapacitado parcial ou totalmente para o trabalho, os meios para a readaptação profissional, a fim de que participe do mercado de trabalho e do contexto em que vive.
Portanto, o TST concluiu que, independentemente da discussão de ser ou não o AADC salário-condição (pago somente se o trabalho for realizado naquelas circunstâncias), ele deve ser incorporado à remuneração do reabilitado porque o trabalhador deixou de exercer a atividade anterior em razão do acidente de trabalho ou doença ocupacional. Segundo o que consta no Acórdão, “sequer seria possível falar em salário-condição, na hipótese, uma vez que o empregado não deu causa ao evento que lhe retiraria o direito a permanecer na função anteriormente exercida.”
Essa decisão do TST confirma em definitivo a tese que vem sendo defendida há anos pelo SINTECT/GO nos Tribunais nas várias demandas em que foi garantida a incorporação do AADC para o reabilitado trabalhador da ECT em Goiás.
ATENÇÃO, o trabalhador que estiver reabilitado por doença ou acidente do trabalho e tiver perdido o AADC, entre em contato com a secretaria do sindicato ou com um dirigente sindical para garantir seu direito.
Caso haja dúvida se sua reabilitação decorre de doença do trabalho, com nexo técnico epidemiológico ou de causa, concausa ou agravamento com o trabalho, forneça os documentos a um dirigente sindical para encaminhamento à análise jurídica.
A vida e a saúde são os maiores bens que você possui, trabalhador (a). Caso esteja trabalhando doente com receio de perder o AADC e outras rubricas em caso de mudança de cargo por reabilitação, essa decisão do TST, para os casos de doença do trabalho, fundamenta o direito a pedir na justiça a manutenção das rubricas perdidas.

Não fique só! Juntos somos mais fortes! Filie-se!

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

Leia mais ...

TRABALHADORES EM ALERTA: NÃO É LUCRO! RETIRADA DE DIREITOS É EXPLORAÇÃO!

Os Correios têm noticiado que em 2021, alcançou o patamar de um lucro líquido de R$2,3 bilhões e um lucro recorrente de R$ 3,7 bilhões, um dos maiores de sua história. No entanto é preciso entender as razões desse acontecimento.
Desde o golpe de 2016 os trabalhadores (as) vêm sofrendo muito e, ao mesmo tempo, lutando para sua sobrevivência. O que isso significa? Que após o golpe várias medidas foram tomadas contra a classe trabalhadora, que é responsável pela geração de riquezas desse país, que luta incessantemente e, em contrapartida, são os que pouco usufruem do lucro que produzem. A primeira medida tomada foi a chamada “Ponte para o Futuro”, tanto estimulada por “Temer”, após mostrar sua verdadeira face. E com ela vieram as reformas:

Aprovação da PEC 95 que impede o investimento na educação saúde e segurança por 20 anos em desfavor da sociedade;

Aprovação da Lei da Terceirização e da precarização do setor público e privado, empresas contratadas a alto custo que não cumprem com regras trabalhistas e trabalhadores terceirizados que tem tido a necessidade de promover rifas para sua sobrevivência em decorrência da inadimplência de seus salários;

Aprovação da Lei 13.467/17 que criou novas regras Trabalhistas, precarizando as relações do trabalho e reduzindo direitos debaixo da promessa de ampliação das contratações formais, o que sabíamos não iria ocorrer e de fato, não ocorreu;

Aprovação das EC 103/2019 com severas mudanças feitas na Previdência Social (INSS), fazendo com que aposentados, pensionistas, aposentáveis e daqueles que dependem da assistência previdenciária ficassem ainda mais prejudicados;

Corte de verbas no orçamento da União destinadas em 2022 ao INSS valores que seriam usados na administração, gestão e processamento de dados e tem causado um colapso na autarquia, deixando milhares sem processamento de seus benefícios e passando fome.

É bom lembrar dessa retrospectiva, para nunca se esquecer quem de fato produz os altíssimos lucros para o país e para a empresa da qual estamos falando e quem o destrói. Não há como esquecer que o lucro só pode ser real quando há investimentos em contratação e valorização dos que produzem. Estes investimentos em pessoal não podem ser vistos como despesa. São eles que de fato injetam dinheiro na economia e fazem o comércio e serviços circularem, gerando riqueza e crescimento para o país. Desde 2011 não se faz contratação, o que fizeram? Demissões pelos sucessivos (PDV’s-PDI’s) desde 2017 e o desligamento de aposentados após a EC 103/2019, apostando na diminuição do setor produtivo, só aqui foram quase R$ 1bilhão de reais que deixaram de ser investidos em pessoal, especialmente em razão dos acordos coletivos reduzidos.

Não se pode esquecer que éramos em 2015, 127mil trabalhadores em todo o país, ainda assim já era difícil cumprir a demanda e, nessa época, nunca foi ventilada a ideia de demissão e nem privatização, o projeto 1491/99 foi arquivado pelos governos do (PT), que além de muita contratação, houve valorização dos salários e benefícios com aumentos reais e recuperação das perdas salarias que tivemos durante os longos anos em governos anteriores (Collor e FHC), bem como o atual. E há quem não valorize isso, mas queremos que esse tempo de esperança volte!

Hoje somos apenas 86 mil trabalhadores, com uma demanda ainda mais crescente, pela expansão do e-commerce. Os setores de encomendas e centros de distribuição sempre abarrotados. Na pandemia então foi assustador e mais complicado ainda, pois os trabalhadores foram oprimidos a enfrentar uma doença desconhecida da sua gravidade sem o mínimo de proteção, chegando a custar vidas de ecetistas, sendo que a empresa precisou ser pressionada por ações judiciais dos Sindicatos e da Federação para garantia da saúde e segurança dos trabalhadores. Direitos conquistados há décadas.

 

Outros fatores que contribuíram para essa noticiada lucratividade (exploração):

• Além da “deforma” trabalhista, que levou à precarização das relações do trabalho, nosso acordo coletivo, que previa a manutenção por dois anos, 2019/2021, foi interrompido unilateralmente pela empresa e governo, numa acentuada escalada de ataques aos direitos conquistados há décadas debaixo de muita luta pelos trabalhadores;

• Das 79 cláusulas que garantiam benefícios e seguranças nas relações, 50 delas foram brutalmente saqueadas. Uma das maiores decepções de 2020. Você ficou sem: tickets nas férias e durante os 90 primeiros dias de licença médica; o Vale-Peru; o auxílio -babá e creche; a cláusula de acompanhante; a entrega pela manhã, o auxílio a filhos com necessidades especiais, a prorrogação da licença-maternidade, os 70% das férias e várias outras cláusulas de garantia;

• Plano de saúde de onde foram excluídos os pais e mães. Mensalidades que pesaram no bolso dos trabalhadores, 30% nas consultas e exames além do compartilhamento, que subiu para 50% . E o Postalis? Quanto isso está lhe custando hoje?

 

 

Por todo lado, só vemos o sucateamento implementado por esse desgoverno, que desde sua ascensão tem feito a categoria de Correios e outras categorias estatais sofrerem pela arquitetura de destruição estrutural e salarial das empresas públicas e autarquias federais.

 

Não acredite no belo discurso dos poderosos de que são eles os responsáveis pelos lucros e por uma gestão eficiente e moderna. Não! Os únicos responsáveis pela obtenção dessa alta lucratividade são verdadeiramente os trabalhadores e, ainda assim, são ameaçados pela instabilidade e vulnerabilidade do indício de privatização.

 

Esta empresa sempre teve excelentes lucros porque havia investimentos, contratações e melhoria estrutural para melhor servir à sociedade. Já esse desgoverno buscou lucros pelo sucateamento e desmoralização da imagem da empresa, para dar a impressão aos setores da sociedade que a melhor saída seria a entrega desse setor postal público, que tanto investiu na sociedade, para o setor privado. Mentem descaradamente tentando convencer a população e os trabalhadores que a ECT não é lucrativa e a saída é a privatização através do PL 591/21.

Não se iludam trabalhadores (as) com qualquer jogatina da empresa dizendo que está lhe beneficiando!

 

Desde o golpe de 2016, não se paga mais PLR, a última foi referente a 2014, negociação feita em novembro daquele ano pela MNPN – Mesa Nacional Permanente de Negociação, paga em 2015. Caso a empresa pague neste ano, saiba, não é favor dela para com você, é obrigação, é um direito previsto em lei e normativas. A Lei 10.101/2000 regula a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa como instrumento de integração entre o capital e o trabalho e como incentivo à produtividade, nos termos do art. 7º, inciso XI, da Constituição.

 

Lembre-se, foi esse atual desgoverno que promoveu o caos e foi às suas custas que a ECT apresentou esse chamado lucro. A última (PLR) que recebemos foi em 2015, na média de R$300, já nesse ano de 2022, havendo, tem que ser devidamente negociada de forma justa, o que sempre defendemos que seja linear a todos, é esse o justo e que não venham com migalhas e que os poderosos não tenham mais vantagens que os que produzem!

 

# Abaixo ao autoritarismo!
# Abaixo à opressão!
# Não à venda dos Correios!
# Não à privatização - PL 591/2021!
# Fora Bolsonaro!
# Fora Guedes!
# Fora Floriano Peixoto!

 

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

 

 

 

Leia mais ...

Férias - Adicional de 70%: Sentença de Procedência para trabalhadores (as) de Goiás

O SINTECT-GO conseguiu, na Justiça do Trabalho, decisão favorável ao pagamento de 70%( 33,33% + 36,67%) de adicional de férias para os trabalhadores (as) dos Correios em Goiás. Em agosto de 2020 a gratificação foi reduzida pela ECT para o mínimo constitucional de 33,33%, por meio de alteração no MANPES – Manual de Pessoal, após a cláusula ser suprimida do acordo coletivo 2020/2021.
A Constituição da República em seu art. 7º, XVII impõe que a remuneração devida nas férias seja acrescida de pelo menos um terço a mais do que o salário normal, mas nada impede que a empresa possa realizar um acréscimo no benefício do trabalhador (a). A ECT não aplicava apenas o adicional de férias de 1/3 do salário, mas o total de 70%, ou seja, com o acréscimo de 36,67% que é denominado no MANPES como Gratificação de Férias Complemento, porém suprimiu esse complemento a partir do ACT 2020/2021.
A empresa não pode retirar direitos dos empregados, mesmo que tenha sido incluído pela própria empresa, pois os trabalhadores (as) que entraram na ECT antes da alteração do MANPES tem o direito do benefício que, neste caso, aderiu ao contrato de trabalho.
A Justiça do Trabalho determinou que a ECT incorpore o adicional à remuneração de férias a todos os contratos celebrados até 01/08/2020 e também que a empresa pague as diferenças das férias já realizadas e que se realizarem até a efetiva incorporação do crédito.
Cabe recurso ao TRT18ª Região e TST e a execução de sentença, após o trânsito em julgado, será individualizada, momento em que se definirá o valor vencido devido a cada trabalhador prejudicado.

Não fique só. Fique sócio. Filie-se! Juntos somos mais fortes!

Clique aqui e leia a sentença favorável ao adicional de férias

Clique aqui e cadastre-se no formulário de filiação do SINTECT-GO


Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

Leia mais ...

TRABALHADORES (AS) SÃO EXPOSTOS A RISCOS DE ACIDENTES DE TRABALHO E ASSALTOS PELA MÁ GESTÃO NA SE/GO

Conforme informações enviadas ao SINTECT-GO, no CDD Catalão os trabalhadores (as) estão tendo que fazer a descarga dos objetos e encomendas na beira da rua, isso porque os gestores da SE/GO não se atentaram, quando ajustaram o aluguel do imóvel onde funciona a unidade, que a lateral onde o caminhão entra para descarregar não faz parte do imóvel locado, embora pertença ao mesmo proprietário.
E mais, embora viesse cedendo a lateral para carga e descarga, o proprietário lacrou o portão do corredor lateral uma vez que a ECT não paga o aluguel contratado há mais de dois meses.
Uma vergonha que revela a péssima gestão na SE/GO que expõe os seus trabalhadores e a própria empresa, assim como toda a carga dos clientes descarregada a céu aberto. Em um momento crítico pelo qual passa os Correios, tendo em curso um projeto de privatização no Congresso Nacional, esse tipo de exposição não cai nada bem, convenhamos. Os trabalhadores (as) temem ser assaltados e os riscos de acidentes de trabalho aumentam consideravelmente. Fora é claro que toda a cidade vê esse vexame.
A terrivelmente mal assessorada SE/GO tem se destacado por celebrar contratos mal feitos, falta de mão de obra de limpeza, LTR’s, assédio moral, entre outros. Ao que parece propositalmente. Coisa do tipo: “quanto pior melhor”, a velha política da terra arrasada para levar a sociedade a desejar a privatização. O SINTECT-GO tomará as providências cabíveis na defesa dos trabalhadores (as).

# Não à venda dos Correios!
# Não à gestão fundo de quintal!
# Abaixo ao assédio moral!

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

Leia mais ...

ECT CONTINUA OPRIMINDO TRABALHADORES (AS) A CUMPRIREM JORNADA EXTRA EXCESSIVA

A ECT não toma tipo mesmo! Novamente ao divulgar em recente nota circular (Circular 2925 4095/202 GEGD – DEDIS) sobre a liberação de TFS determinando a convocação dos trabalhadores (as) em algumas unidades de trabalho. Diante disso, os trabalhadores (as) foram chamados em reunião para lerem o ofício e a chefia imediata desse o intimato. Conforme as informações trazidas ao Sindicato, a abordagem foi em tom ameaçador, idêntica à situação anterior, falando novamente em processos administrativos que serão abertos no (SEI), caso o trabalhador não respondesse positivamente à convocação e não tivessem uma justificativa plausível ou convincente para se isentar da punição. Fica claro que a pretensão da empresa é de regime totalitário, desse modo dizendo que a vida social dos trabalhadores não existe e que ele tem que estar cem por cento à disposição da ECT (que absurdo isso!).

Os trabalhadores (as) em seu dia a dia já vivem em uma situação difícil, pois as demandas dos Correios só aumentam, causando desgaste, adoecimento, stress e, ainda por cima, tem o tratamento de gestores vezes opressora. A orientação da instituição sindical aos seus representados continua a mesma, que o trabalhador não está na obrigação, caso ele não tenha disponibilidade para cumprir jornada extraordinária ou excessiva, a não ser com sua anuência. É bom lembrar que temos um TAC que estabelece essa relação desde 2012 e terá que ser cumprido por parte da empresa. O Ministério Público do Trabalho constatou descumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a ECT, o SINTECT-GO e o MPT considerando que a empresa vem obrigando os trabalhadores (as) dos Correios em Goiás a realizarem trabalho extra aos domingos e feriados e punindo os que se recusarem ao labor extraordinário.

O problema não está na convocação ou convite, como queira chamar, é um direito que assiste a empresa, no entanto no que pensa e age, querendo domínio extraordinário sobre os trabalhadores, ora, a que ponto chegamos, o cúmulo do absurdo. Até quando isso vai perdurar? Deverá haver uma atitude mais radicalizada por parte dos trabalhadores ou a ECT vai cumprir o acordo firmado entre ECT, o SINTECT-GO e o MPT? A ECT precisa entender de uma vez por todas que respeito é sempre devido e que o bom senso deve ter prevalência, por outro lado, cabe a cada trabalhador, dentro de sua disponibilidade, fazer o que sempre fez de melhor (servir), mas isso cabe a ele decidir. A nossa orientação sempre se pautou no melhor possível para ambas as partes, a empresa convida e o trabalhador comumente atende, desde que possa, pois não lhe custa nada dentro de suas forças atender e não de modo obrigatório, como já o faz nas horas normais, haja vista o seu trabalho semanal é cumprido na integralidade, passou disso é a vida social de cada um.

É preciso dar um basta nesse modelo autoritarista! Estamos em pleno século XXI e não no tempo da lamparina e direito tem que ser respeitado, suas regras não podem estar acima da lei. Siga, porém, as orientações do SINTECT-GO e não se intimide diante das opressões feitas pela empresa. Caso ela cumpra as ameaças no sentido de abrir processo, o SINTECT-GO estará acompanhando cada trabalhador em sua defesa.

AO TRABALHADOR CABE:

Ao ser chamado, caso aceite, assine e compareça ao trabalho;

Caso não concorde, não assine ou se assinar,coloque ressalva dos motivos particulares e inadiáveis do não atendimento;

E sempre que puder, esteja à disposição em servir, isso não mata ninguém!

 

# Abaixo a opressão!

# Direitos precisam ser respeitados!

# Trabalhador, denuncie!

# Fora Bolsonaro!

# Fora Floriano Peixoto!

 

Diretoria Colegiada

SINTECT-GO

Leia mais ...

SINTECT-GO PARTICIPA, EM BRASÍLIA, DE MOVIMENTAÇÃO CONTRA A APROVAÇÃO DO PROJETO DE PRIVATIZAÇÃO DOS CORREIOS

O SINTECT-GO participa, em Brasília, por meio do diretor sindical, Ueber Barboza, do Comitê Nacional contra a Privatização dos Correios. O Comitê, que está em atividade presencial desde o dia 07 de fevereiro está, nessa semana, de 14 a 19/02, no Senado Federal, visitando cada gabinete dos senadores e reafirmando o pedido de apoio contra a venda dos Correios, protocolando carta e solicitando reunião com os senadores.
Continuemos firmes nessa luta! Trabalhadores (as) vamos juntos pressionar os senadores a votar contra esse projeto que destrói os nossos direitos e empregos! Mobilizem as redes sociais e marquem os senadores de Goiás para que não apoiem a privatização dos Correios!

#Diga não à privatização dos Correios!
#Não ao PL 591!
#Não à venda dos Correios!
#Mobilize-se!

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

Leia mais ...

FIQUE ATENTO! Senado Federal retorna com grandes pautas emergenciais, como a aprovação da privatização dos Correios

O Senado Federal inaugura hoje, 02, em cerimônia a partir das 16 horas, a sessão legislativa 2022. A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) dá início ao ano legislativo com 124 projetos de lei em pauta, entre eles, o PL 591/21, que autoriza a privatização dos Correios e atualiza o marco regulatório do Sistema Nacional de Serviços Postais (SNSP).

Nesse sentido, a categoria deve ficar em alerta, se inteirar das discussões a respeito do assunto, verificar os informativos tanto do SINTECT-GO quanto da FENTECT e participar das mobilizações contra a privatização dos Correios.

O Comitê Nacional Contra a Privatização dos Correios possui um representante de cada sindicato e também da Federação. O SINTECT-GO tem como membro do Comitê, o diretor sindical, Ueber Ribeiro Barboza, para representar Goiás na luta contra a venda dos Correios.

No próximo dia 07 de fevereiro, o Comitê Nacional estará se instalando novamente para dar continuidade aos trabalhos em favor dos nossos direitos e dos nossos empregos. Essa luta é minha e sua! Faça a sua parte nas redes sociais e diga não à venda dos Correios!

 

#Não à venda dos Correios!

#Diga não à privatização!

#Por um Correios público e de qualidade!

#Não ao PL 591!

 

Diretoria Colegiada

SINTECT-GO

 

Leia mais ...
Assinar este feed RSS