Tenha uma boa noite! Hoje é Sexta, dia 22 de Novembro de 2019. Agora são 19:42:27 hs

PLR: TST convoca Fentect para divulgar decisão

  • Publicado em PLR

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) convocou a Fentect para uma reunião onde apresentarão sua decisão em relação ao pagamento da PLR. A reunião será realizada no dia 5 de setembro, às 9 horas, em Brasília.

O TST esteve reunido com representantes da ECT nesta manhã, 02 de setembro, onde destacou as reivindicações dos ecetistas. Na reunião anterior, 14 de agosto, o ministro Ives Gandra Martins Filho concordou em apresentar à empresa a opção de pagamento do valor mínimo de R$ 940,00. Tal valor deve ser pago ano a ano sobre 2013 e 2014. Além disso, para 2015, critérios devem ser mais simples (sem avaliar ou julgar as faltas), com método linear e não sendo admitida parcela estratégica.

O ministro ainda observou que os métodos utilizados pela empresa visam apenas o lucro, não a produtividade do trabalhador, e que é preciso uma decisão onde todos sejam beneficiados e recebam o que é de direito.  

*Com informações da Fentect

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
Leia mais ...

Campanha Salarial – Resumo das Reuniões 12 e 13 de agosto

12.08

A transmissão ao vivo, solicitada pela Fentect, foi rejeitada pela empresa que alega que tal ação comprometeria a segurança empresarial. Entretanto, a Federação afirmou que a transmissão tornaria as negociações mais transparentes.

Nesse terceiro dia de reuniões a Fentect levantou alguns pontos referentes à Cláusula Sociais, de Gênero e de Raça/Cor que foi apresentada no dia 7 de agosto, mas que a Federação preferiu analisar a proposta internamente devido ao tempo.

Em relação às clausulas de Saúde da Mulher, a Federação reivindicou a transferência da emprega gestante para o trabalho interno, em período integral, assim que confirmada a gravidez, e que os benefícios e remunerações sejam mantidos. A Fentect solicitou também que exames de mamografia, ultrassonografia, entre outros não tenham carência ou cobrança de valores quando estes forem  solicitados pelo médico, o que já ocorre segundo esclarecimentos da empresa. Sobre a Licença Maternidade, a Federação reivindicou que a empregada permaneça em trabalho interno, durante dois meses, após o retorno da licença de 180 dias, sem nenhum tipo de perda das remunerações e benefícios.

A Fentect também solicitou a inserção de ação específica referente à questão LGBT. Quanto ao Assédio Moral e Assédio Sexual, a Federação pediu a participação dos sindicatos no acompanhamento dos processos abertos pelos trabalhadores.

Sobre a cláusula de Anistia, a Federação solicitou que a comissão já existente seja composta pela ECT e pela Fentect, exclusivamente e de forma paritária.

A ECT informou que irá analisar as  propostas de melhorias das cláusula apresentadas e dará a resposta na próxima reunião. A empresa mais uma vez ressaltou que as cláusulas analisadas só terão validade após a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho.

Ata da Reunião com a Fentect

13.08

A reunião do dia 13 de agosto com a Fentect girou entorno dos resultados econômico-financeiros da ECT no primeiro semestre de 2014. Receita, despesas, Composição líquida, Margem de Cobertura, SEDÉX, PAC, Hora extra, Despesa Médicas, foram alguns dos temas abordados.

A Federação também questionou vários pontos apresentados pela ECT, entre eles: Patrocínio, impacto nas gratificações de função nas despesas de pessoal, impacto de gastos com MOT e aluguel de imóveis. A Fentect ainda questionou porque o faturamento bruto da empresa vem crescendo nos últimos anos, e mesmo assim é apresentado queda na receita. A ECT informou que irá analisar todas as questões e se posicionará na próxima reunião.

Sobre as Relações Sindicais, a Fentect informou que serão analisadas internamente, e uma posição será dada na próxima reunião, dia 19 de agosto.

Ata da Reunião com a Fentect

*Com Informações do blog: Mundo Sindical

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
Leia mais ...

Trabalhadores negros são menos de 8% do efetivo dos Correios

 
O Brasil comemora em 20 de novembro o Dia da Consciência Negra. Já se passaram 124 anos do fim da escravidão e da promulgação da Lei Áurea, mas ainda vivemos com a discriminação e o preconceito de raças. A data não é importante apenas para lembrarmos um dos símbolos dessa resistência, Zumbi dos Palmares, mas para reacendermos o debate sobre o papel do negro na sociedade, criarmos a consciência da negritude e intensificarmos a luta contra o racismo e as desigualdades.

Apesar de alguns avanços, ainda persistem no mercado de trabalho ações similares à  escravidão. Sejam pelas péssimas condições de trabalho, por maus tratos ou assédio, muitas empresas ainda tratam seus trabalhadores como objeto de trabalho, sem respeitar os direitos
duramente conquistados ao longo da história. 

Nos Correios, a situação não é diferente. Estatal que menos valoriza seus trabalhadores, a empresa ainda engatinha na defesa da luta racial. Dos 116 mil ecetistas, apenas 8%, aproximadamente 10 mil, se consideram negros, distribuídos em todas as funções da empresa. Os dados apresentados pela empresa ainda revelam que o estado de Roraima possui o menor índice de funcionários negros, com apenas 1,4% do total de trabalhadores, contrapondo-se à Bahia, que conta com 17% de negros em seu efetivo.

E com o objetivo de defender o trabalhador negro e apontar as denúncias de discriminação racial na empresa, a Comissão da Questão Racial estará atuando para fortalecer a consciência negra dentro dos Correios e garantir os direitos dos trabalhadores. De acordo com Francisco Adão, secretário de Assuntos Raciais, uma das principais metas da Comissão é fazer um mapa racial nos Correios. “Vamos apurar os casos de discriminação dentro da empresa e realizar nosso Encontro Nacional, que fortalecerá ainda mais essa luta contra o preconceito e a favor dos direitos dos trabalhadores negros”, disse.
 
Fonte/Autoria: Fentect
Leia mais ...

Por que novembro é o mês da consciência negra?





Novembro foi escolhido para ser o mês da Consciência Negra não por acaso, mas para se contrapor ao 13 de maio, data definida pelos opressores brancos para comemorarem a assinatura da “Lei Áurea”. Após assinada, esta lei jogou os negros da senzala para os morros e periferias das cidades, sem direito a qualquer tipo de reparação pela exploração sofrida durante os séculos de escravidão.

O governo imperial brasileiro, pressionado pela coroa inglesa e pelos novos países imperialistas europeus, foi forçado a proclamar a abolição dos escravos para que fosse possível o branqueamento da população brasileira com a absorção de mão de obra europeia. Os europeus para cá vieram a fim de substituir a mão de obra escrava, mas com direito a receber glebas de terra e apoio do governo do império para aqui se estabelecerem e assim formarem um novo e próspero mercado consumidor para os produtos produzidos na Europa.

Após a “abolição”, a população negra, cada vez mais segregada e impelida a aceitar o branqueamento forçado pelos opressores brancos, chegou ao ponto de se ver obrigada a deixar para trás a cultura e a religião trazidas por seus ancestrais e adotarem a cultura branca.

A data de 13 de maio foi escolhida pelo opressor para que a população negra, ao invés de reivindicar os direitos a ela negados, cultuasse a figura de quem assinou uma lei que tornou a situação do negro pior do que a vivida na senzala, pois com a abolição passaram de escravos a párias da sociedade, sendo obrigados a viver a margem dela, dando assim início às favelas, onde viviam e muitos ainda vivemos até hoje em situação degradante.

Apesar de todo este ataque sofrido, houve focos de resistência, assim como em um passado não tão distante houve resistência através dos quilombos, sendo o mais importante deles o liderado por Zumbi na região de Palmares, atual Estado de Alagoas.

O Movimento Negro brasileiro, que por várias décadas do século XX traçou diversas batalhas para recuperar a dignidade e a autodeterminação do negro brasileiro e para contrapor-se ao 13 de maio, optou por escolher o dia 20 de novembro em homenagem a um dos maiores lutadores negros pela liberdade e, com o seu exemplo, trazer de volta a consciência de que é só com a luta que os negros conseguirão romper os grilhões que ainda hoje o prendem.

Portanto, o dia 20 de novembro não foi escolhido para ser um dia de festa, mas principalmente para ser um dia de reflexão sobre a necessidade de que cada negro e negra continue lutando para recuperar tudo o que os opressores nos devem por direito. Afinal, se aqui estamos hoje não foi por escolha dos nossos ancestrais, mas sim pela imposição dos nossos opressores.

Viva o Zumbi dos Palmares e todos aqueles que deram a vida na luta do povo negro.
 
Fonte/Autoria: Mauro A. Ramos, da Comissão da Questão Racial da Fentect
Leia mais ...

Comissão de Questões Raciais debate 15º Encontro Nacional

A Comissão que trata sobre assuntos ligados à questão racial se reuniu nesta terça-feira e quarta-feira (6 e 7) para discutir a realização do 15º Encontro Nacional da Questão Racial dos Trabalhadores dos Correios. Ainda foram discutidas ações para o Dia da Consciência Negra, comemorado neste 20 de novembro, e criação de instrumentos de comunicação para fortalecer o debate de assuntos raciais dentro da categoria.

O grande objetivo da Comissão é fazer uma mapa da questão racial nos Correios e identificar e apurar casos de discriminação dentro da estatal, além de ampliar ações voltadas à saúde dos trabalhador. Estavam presentes o secretário da Comissão, Francisco Adão (MT), e demais membros Francisco Silvestre (PI), Márcio Pereira (RN), Hélio Samuel (SC), Carlos Messala (RS), Ademir Norberto (RJ), Carlos Azevedo (RJ) e Mauro Ramos (CAS).

Confira o Informe 001/2012_Questão Racial
 
Fonte/Autoria: Fentect
Leia mais ...

Trabalhadoras ecetistas participam de Encontro em Luziânia


O XVII Encontro Nacional das Mulheres da Fentect teve início ontem (14) em Luziânia/GO. Com o tema “Dignidade, Respeito e Igualdade Já”, o evento pretende debater questões relacionadas a elas, além de deliberar sobre pontos que deverão ser incluídos na Pauta Nacional de Reivindicações.

No encontro, Goiás está sendo representado pelas companheiras Samantha Z. Gonçalves, Herika Cristina Silva, Célia Regina da Silva e Joseneide R. de Moraes.

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
Leia mais ...

Mulheres discutem a realidade das trabalhadoras





Em um universo de mais de 118 mil trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), cerca de 30,4 mil são mulheres. Ou seja, aproximadamente 25% do quadro de pessoal é composto pelo sexo feminino, segundo dados de 2010 do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Para representar os trabalhadores, 35 sindicatos se distribuem em todo o território nacional. Apenas quatro deles, no entanto, são presididos por mulheres. A disparidade não é observada apenas na liderança. Falta o auxílio necessário para que as trabalhadoras tenham condição de prestar o melhor serviço à comunidade.

Por conta disso, funcionárias de todo o país se reuniram no Encontro Nacional de Trabalhadoras de Correios, nos dias 11 e 12 de junho em Fortaleza (CE). Já é a 15ª edição do evento e as conquistas são muitas nos anos que se seguem.

A telefonista Maria Alves Ferreira de Morais, que trabalha há 37 anos nos Correios, esteve no 1º encontro de mulheres, que ocorreu em São Paulo no ano de 1997. Segundo ela, havia cerca de 40 mulheres. “É bom ver como a participação da mulher na empresa cresceu ao longo dos anos. Agora, na edição deste ano, vieram mais de 100 mulheres”, afirma. Maria, que participou de 14 encontros, defende ainda que a mobilização feminina não deve se resumir ao evento anual. “O mais importante é preparar as companheiras para as batalhas do dia a dia".

E as batalhas são muitas. Violência e assédio moral; tripla jornada de trabalho; preconceito; falta de reconhecimento... Sem falar nas lutas em relação aos direitos que possuem como mãe. A mobilização do momento é pelo direito à creche no local de trabalho e pelo auxílio na educação dos filhos. Mas também há bandeiras de cunho puramente profissional, como explica a presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios e Similares da Bahia, Simone Soares Lopes. “Queremos que os sindicatos respeitem a cota de 30% na diretoria colegiada. Mas a nossa meta mesmo é a paridade entre homens e mulheres”, explica.

Falta equidade salarial
Outra bandeira levantada pela classe feminina dos Correios é a equidade salarial. Dados do Dieese mostram que a remuneração média feminina é inferior à masculina. Enquanto a ecetista recebe R$ 2.224,47 ao mês, o trabalhador da empresa recebe R$ 2.514,79. “Essa diferença de R$ 290 é reflexo de uma desigualdade histórica de tratamento entre homens e mulheres. O movimento feminino deve usar esses dados para intervir na atual realidade e lutar por melhores condições no ambiente de trabalho”, defende Rose Cruz, da Federação de Servidores Municipais do Ceará. 
 
Fonte/Autoria: Fentect
Leia mais ...

Força feminina se faz presente em Encontro Nacional

As mulheres representam em torno de 19% de ecetistas no Brasil, de acordo com dados de 2011 do Departamento de Planejamento de Gestão de Pessoal da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). No entanto, grande parte das trabalhadoras atuam na área administrativa, porque os testes físicos configuram uma barreira que exclui a entrada de várias mulheres na área operacional. Esse e outros aspectos serão discutidos no XV Encontro das Mulheres, que será realizado nos dias 11 e 12 de junho em Fortaleza (CE). O evento contará com a presença de 329 delegadas, que estarão defendendo o ponto de vista feminino. Consta na pauta os temas da evolução da mulher no sindicalismo nos 15 anos do evento, o famigerado SAP, a homofobia, o assédio e violência contra a mulher no âmbito trabalhista.

De acordo com a agente de correio, Fátima Gonçalves, que faz parte da Comissão Nacional de Organização do evento, essa é uma oportunidade de trocar experiências e debater maneiras de solucionar os problemas pelos quais as mulheres passam. "Entendemos que a vida das mulheres, da minoria, não é fácil. É muito bom termos um fórum para discutir essas dificuldades", afirma. Ainda segundo Fátima, as mulheres buscam reconhecimento e igualdade de gênero no trabalho, mas exigem o respeito pela diferença de cada um.


Força para lutar

As mulheres sofrem também para tentar conciliar as jornadas de trabalho com as atribuições no emprego e as necessidades da família. O reconhecimento em casa é a força que motiva as trabalhadoras para lutar por melhores condições de trabalho. "Esperamos deixar as companheiras mais municiadas de informações dos seus direitos para que com isso possam resolver os problemas, as arestas, no dia a dia da trabalhadora", ressalta Fátima.

Na atividade de carteira, as trabalhadores costumam ter problemas de saúde. Isso ocorre por conta da falta de pessoal suficiente, o que sobrecarrega os funcionários. Outra causa de doenças são os movimentos repetitivos feitos em função da atribuição, principalmente dos carteiros. Mas as agressões verbais são as mais difíceis de enxergar.  Além de todas as implicações que envolvem essa atividade tão importante para a comunicação no país, ocorrem ainda situações embaraçosas com uso de apelidos vexatórios como "nó cega", para caracterizar aquelas que não acompanham o ritmo desregulado imposto pela falta de estruturação da empresa.

Além da sobrecarga física a que se submete a profissional dessa área, há ainda o desgaste emocional relativo a ausência de infraestrutura para recepcionar de forma justa a mulher na carreira ecetista. "A falta de uniformes adequados é um exemplo de descaso com as trabalhadoras. É penoso encontrar roupas apropriadas para gestantes. É uma situação constrangedora. Ao final do encontro, a intenção é aprovar uma pauta das mulheres para discutir no Congresso Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Contect), que ocorrerá nos dias 10 a 17 de julho, também em Fortaleza", disse.
 
Fonte/Autoria: Fentect
Leia mais ...

Trabalhadores de Goiás participam do Ato Público Nacional em Brasília

Alex San

Trabalhadores goianos participam de passeata e ato em Brasília


Mais de 150 trabalhadores de Goiás participaram do Ato Público Nacional, promovido pela Fentect, em Brasília, dia 8 de outubro. Os ecetistas fizeram uma passeata do Edifício Sede dos Correios até o Tribunal Superior do Trabalho (TST), de onde acompanharam a sessão de julgamento de dissídio da categoria.

Confira as fotos.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
Leia mais ...

Após Dissídio no TST, trabalhadores saem vitoriosos





Foi realizada nesta terça-feira (08) no TST, em Brasília, a sessão de dissídio coletivo de greve dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo Ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que deverão retornar ao trabalho na próxima quinta-feira (10), terão 180 dias para compensar os dias parados. O relator do dissídio, ministro Fernando Eizo Ono, considerou para efeito de compensação apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia.

Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT a de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano.

Outra vitória da Federação foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O Relator rejeitou o pedido do MPT de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima.

Para Walmir da Costa não tem sentido fazer acordo com uma parte da categoria e deixar outra parte a mercê do julgamento. “Quem criou esse problema foi a própria ECT, por ter fechado acordo quando a questão já estava sob judice, e com uma federação sem legitimidade. Mesmo que o acordo tenha sido feito diretamente com os sindicatos, não deveria ter acontecido, pois fragmentou a categoria, que é uma só”, ponderou o ministro.

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,23% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico.

A Secretária Geral da Fentect, Anaí Caproni, ressaltou que nenhuma das decisões atendeu efetivamente às reivindicações dos trabalhadores. “As decisões foram previsíveis, seguiram a linha do acórdão de 2012. Mas houve o reconhecimento da legitimidade da Fentect, o que é uma vitória”, declarou. Segundo Anaí, a Greve Nacional foi combativa e de extrema importância para esses resultados, pois unificou a Federação e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio.

 
Fonte/Autoria: Fentect
Leia mais ...
Assinar este feed RSS