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TST apresenta nova proposta para o Acordo Coletivo da categoria

O Comando Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT esteve presente na audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, nesta quarta-feira, dia 04, onde o ministro Emmanoel Pereira apresentou uma nova proposta para o Acordo Coletivo da categoria.

Em relação às cláusulas econômicas, o ministro propôs reajuste INPC 2.07% nos salários e benefícios, retroativo ao mês de agosto deste ano. Em relação às demais cláusulas sociais, foi proposto que elas continuem exatamente como se encontram, excluindo as cláusulas de Gratificação de Incentivo à Produtividade (GIP) e Gratificação do Acordo Coletivo 2015/2016. Já a o plano de saúde continuaria sob mediação do TST.

Em relação aos dias de greve, o ministro propôs a compensação 64 horas, sendo 6 horas aos sábados para quem trabalha de segunda-feira à sexta-feira. Para aqueles que trabalham aos sábados, 4 horas de segunda-feira à sexta-feira e 2 horas aos sábados.

O Comando de Negociação está reunido hoje, dia 05, para discutir alguns pontos da proposta, que tem 48h para ser avaliada. Nesta sexta-feira, os sindicatos deverão realizar assembleias para avaliar a proposta e a orientação do Comando.

Confira Ata da Audiência de Mediação aqui

*Com informações da FENTECT

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Greve dos Correios vai para Dissídio

O Tribunal Superior do Trabalho determinou a realização de audiência de conciliação entre a ECT e as bases sindicais em greve. A audiência foi marcada para esta quarta-feira, dia 04 de outubro, às 16h no Edifício Sede do Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília.

O vice-presidente do TST, ministro Emmanoel Pereira, chegou a declarar, no dia 28 de setembro, que a greve da categoria era abusiva, pois, segundo ele, a paralisação havia sido iniciada enquanto o processo de negociação coletiva ainda estava em andamento. A FENTECT, por meio de sua assessoria jurídica, recorreu d a decisão do ministro e solicitou reconsideração por parte do mesmo, que acabou determinando a audiência de conciliação.

A greve dos trabalhadores está em seu 14º dia e conta com a adesão de trabalhadores de todos os 26 estados mais o Distrito Federal.

Confira aqui o despacho

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Greve: trabalhadores saem em passeata pedindo o apoio da população

Na manhã desta quinta-feira, dia 28, os trabalhadores dos Correios em Goiânia realizaram uma passeata pela Praça Cívica, Avenida Araguaia, Avenida Anhanguera e Avenida Tocantins explicando os reais motivos da greve e pedindo o apoio da população. Durante toda a semana, os ecetistas em greve realizaram atos em frente às unidades. Em Goiás, trabalhadores de 40 municípios já aderiram à greve, que fica mais forte a cada dia.

O SINTECT-GO realizou uma assembleia, no mesmo dia, para os trabalhadores deliberarem sobre a greve, e a votação pela continuidade do movimento foi unânime.

No dia 03 de outubro será realizado um grande ato dos trabalhadores dos Correios em defesa das empresas públicas em Brasília. Os trabalhadores de Goiás interessados em ir devem entrar em contato com o SINTECT-GO, que está organizando caravanas para este dia.

 

A passeata dos trabalhadores dos Correios foi destaque na mídia, veja aqui

Confira mais fotos aqui

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Passeata em apoio à greve!

 

Nesta quinta-feira, dia 28, os trabalhadores dos Correios em greve farão uma passeata pela Praça Cívica e arredores para pedir o apoio da população à greve da categoria. A concentração será na Agência Central, localizada na Praça Cívica, em Goiânia, a partir das 10h.

Os trabalhadores dos Correios estão em greve nacional devido à retirada de vários direitos por parte da direção da Empresa, além do fato dela não querer negociar com a categoria. Os ecetistas também são contra o fechamento de agências pelo país, contra a privatização e contra a cobrança de mensalidade no plano de saúde da categoria. 

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Doando o suor pelos Correios e sangue pela sociedade

Os trabalhadores dos Correios em Goiás estão fazendo diversas ações durante a greve da categoria. Nesta quarta – feira, 27 de setembro, os trabalhadores em greve doaram sangue para incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo. Em Goiânia, os grevistas se doaram sangue no Hemocentro, localizado na Avenida Anhanguera, 5195 - Setor Coimbra, a partir das 8h30.

Em Goiás, trabalhadores das cidades de Abadia de Goias, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista, Bom Jesus de Goiás, Caçu, Caldas Novas, Campinorte, Catalão, Goianésia, Goiânia, Hidrolândia, Indiara, Inhumas, Jaraguá, Jataí, Maurilândia, Mineiros, Niquelândia, Palmeiras de Goiás, Paranaiguara, Piracanjuba, Porangatu, Quirinópolis, Rio Verde, Santa Helena, São Luiz do Norte, São Simão, Senador Canedo, Trindade, Uruaçu e Vianópolis já aderiram à greve, que teve inicio no último dia 19.

A categoria reivindica a manutenção dos direitos já conquistados anteriormente e são contra o fechamento de agências pelo país, contra a privatização e contra a cobrança de mensalidade no plano de saúde da categoria. Os trabalhadores também reivindicam reposição de 8% para todos os trabalhadores da ECT + R$ 300,00 linear, Ticket de R$ 45,00, vale cesta no valor de R$ 440,00, aumento de 10% nos demais benefícios e a manutenção de várias conquistas já garantidas anteriormente. 

 

Trabalhadores de Jataí também participaram da ação

 

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Campanha Salarial: Trabalhadores dos Correios estão em greve

Trabalhadores dos Correios em Goiás deflagraram greve na noite desta terça-feira, dia 19 de setembro, durante Assembleia Geral, realizada em Goiânia, e Assembleias Regionais realizadas no interior. Em Goiânia a votação pela greve foi unanime.

As bases sindicais de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Brasília (DF), Campinas (SP), Ceará, Espírito Santo, Goiás, Juiz de Fora (MG), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Ribeirão Preto (SP), Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), Sergipe, Santa Catarina, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP) já aderiram à greve que faz parte da Campanha Salarial da Categoria. Até o momento a ECT só vem enrolando os trabalhadores e retirando direitos já conquistados

Na tarde da terça-feira, o Comando de Negociação  se reuniu com a Empresa, que na ocasião propôs retirar cláusulas referentes à Saúde do Trabalhador, como:

- Fim da cláusula 33, que garante o pagamento das remunerações ao empregado inapto para o retorno ao trabalho, enquanto ele aguarda julgamento de recurso no INSS;
- Mediação no TST da cláusula 28 (plano de saúde);
- Redução dos dias de ausência remunerada para levar dependentes ao médico e redução da idade dos dependentes (de 18 para 6 anos);
- Alteração de atendimento psicológico por atendimento psicossocial para vítimas de assaltos;
- Fim da ginástica laboral,
- Redução do número de cipeiros , evitando que mais trabalhadores tenham a estabilidade provisória.

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Vamos enfrentar os ataques com uma forte mobilização. AGORA É GREVE!

Com uma forte mobilização, os trabalhadores e as trabalhadoras de Goiás devem lotar a Assembleia Geral e as Assembleias Regionais, no dia 19 de setembro, para deliberarem sobre a greve geral a partir das 22h do mesmo dia. A Assembleia Geral será realizada com primeira chamada às 18h30 (com quorum de 50% + 1)  e segunda chamada às 19h (com qualquer número), em frente à Agência Central, situada na Praça Cívica, em Goiânia. Já as Assembleias Regionais serão realizadas com 1ª chamada às 17h00 (com quorum de 50% + 1) e 2ª chamada às 17h30 (com qualquer número), nos locais indicados abaixo. O indicativo de greve foi aprovado nas ultimas assembleias, realizadas no dia 13 de setembro.

A campanha salarial deste ano foi marcada pela embromação por parte da Empresa. A primeira reunião do Comando Nacional de Negociação com a ECT, prevista para iniciar no dia 08 de agosto, só aconteceu no último dia 12 de setembro, após ser adiada várias vezes pela Empresa.

Nas reuniões dos dias 12 e 13 de setembro, ao invés de apresentar uma proposta para a categoria avaliar, a ECT tentou prolongar as negociações. Entretanto, os representantes da categoria no Comando Nacional decidiram respeitar o calendário tirado no 34º CONREP, e reafirmado no XIX CONSIN, negociando até o dia 18 deste mês, com assembleias no dia seguinte (19), e deflagração a partir das 22 horas.

Mais uma vez Guilherme Campos tentou correr das negociações, insistindo na proposta do TST de prorrogar o atual acordo coletivo para dezembro, condicionado a não deflagração de greve ( de espécie alguma), sob ameaças de retirada de todos os direitos conquistados nos acordos coletivos anteriores. Ou seja, uma verdadeira mordaça aos trabalhadores e trabalhadoras, interferindo diretamente na organização sindical, no direito de greve  e de negociação coletiva da categoria. Por isso, os representantes dos trabalhadores não se intimidaram e reafirmam a necessidade de serem mantidas as negociações.

Como se não bastasse à falta de negociações, a Empresa tenta a todo custo atacar a categoria. No dia 12 de setembro ela soltou em seu “Primeira Hora” que a categoria estava sem ACT, e que garantir as cláusulas do ACT vigente se configuraria em ato de improbidade administrativa. Porém, se a categoria aceitasse a proposta, bem como o compromisso de não fazer greve enquanto durasse as negociações, o atual ACT seria mantido até que outro fosse fechado. Ou seja, a Empresa se contradiz para tentar enganar os trabalhadores e dividir a categoria.

A assessoria jurídica da FENTECT publicou nota esclarecendo a respeito do “artigo 114, §2º da Constituição que determina que sejam observadas as disposições legais mínimas de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente. Sendo assim, caso a negociação se encaminhe para a judicialização, caberá ao TST manter as cláusulas preexistentes, assim entendidas aquelas previstas no acordo coletivo vigente na data base anterior ao julgamento do dissídio coletivo”. Isto é, não faz nenhum sentido as ameaças da ECT em dizer que os trabalhadores ficarão sem os benefícios dos acordos coletivos anteriores.

Já na reunião do dia 14 de setembro a Empresa apresentou um verdadeiro pacote de maldades através de uma proposta que só visa à retirada de direitos dos trabalhadores. A ECT propôs retirar as seguintes cláusulas:

  • Cláusula 69 – sobre concurso público.
  • Cláusula 72 -  que trata da responsabilidade da Empresa em relação à multa de trânsito;
  • Cláusula 77 – sobre responsabilidade civil em acidentes de trânsito. Ao ser retirada, a ECT passa a responsabilizar o trabalhador com os custos de acidentes em horário de trabalho;
  • Cláusula 78 – Trata da indenização por morte ou invalidez permanente;
  • Cláusula 79 - Acompanhamento do cumprimento do ACT.

Além disso, a Empresa também propôs instituir o banco de horas s e jornada intermitente e excluir cláusulas que tratam da participação do aposentado nas ações desenvolvidas pela Empresa; programa Casa Própria, acesso às dependências por parte dos Sindicatos; entrega matutina; entre outros.

A partir destas propostas, se percebe que a Empresa que empurrar goela abaixo dos trabalhadores condições previstas na Reforma Trabalhista, que ainda nem está em vigência.

Se realmente a Empresa estivesse mesmo preocupada com a situação dos trabalhadores ela sentaria e negociaria com a categoria desde o primeiro momento, buscando encontrar uma solução conjunta,  e não ficaria ameaçando os ecetistas a todo o momento, impondo as condições de aceitar ou aceitar. Uma tentativa clara da Empresa em  atender os anseios do governo golpista.

Nesse sentido, o SINTECT-GO orienta a todos os trabalhadores e trabalhadoras a se manterem mobilizados e preparados para o enfrentamento que se aproxima! Só a categoria unida vai barrar os ataques da Empresa e do governo aos direitos conquistados desde a década de 80. Mantenham-se vigilantes, pois são os direitos da categoria que estão colocados na mesa para serem retirados! Querem rasgar o acordo coletivo para atender a agenda neoliberal do governo golpista Michel Temer, assim como fizeram com a CLT.

Todos à greve no dia 19 de setembro a partir das 22hs! 

Confira o Boletim aqui.

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Ecetistas em Goiás deliberam pelo fim do Movimento Grevista

Na tarde de hoje, 08 de maio de 2017, os trabalhadores dos Correios em Goiás reunidos em Assembleia deliberaram pelo fim do Movimento Grevista iniciado no último dia 26 de Abril de 2017.

A avaliação quase unanime da Assembleia foi de que o recuo percebido desde a última sexta feira, 05 de maio, em algumas bases sindicais e aumentado na manhã de hoje, quando outros Sindicatos realizaram suas Assembleias deliberando pelo fim do movimento, recuo este praticado pelas maiores bases sindicais tornara inviável a manutenção do Movimento Grevista e que, portanto, o melhor era por fim ao movimento e manter as mobilizações inclusive mantendo-se o Estado de Greve, pois os pontos principais da pauta quais sejam  a ameaça de demissões em massa, suspensão das férias, o fechamento Agencias, a ameaça de privatização e etc, não foram resolvidos.

 

Saudações Sindicais,

Elizeu Pereira, Secretário Geral

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Trabalhadores dos Correios em Goiás continuam em Greve

Apesar de todos os ataques por parte da ECT, os ecetistas em Goiás continuam em greve. Desde a deflagração do movimento, no dia 26 de abril, o SINTECT-GO tem realizado ações de chamamento nas unidades (CEE e CTCE) e de conscientização da população, com realização de audiências públicas e distribuição de cartas abertas.

No dia 27 de abril, foi realizada uma audiência publica na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás para falar sobre a “crise” nos Correios e o fechamento de agências. No dia 03 de maio, a Audiência Publica ocorreu na Câmara de Vereados de Goiânia.

Agora, o momento é de ampliar a mobilização e fortalecer o movimento nacional até que a Empresa recue nos ataques que ela vem dando aos direitos da categoria.

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Greve Geral: Ecetistas vão às ruas contra as reformas do governo

Ecetistas em greve foram às ruas nesta sexta-feira, dia 28, contra a reforma previdenciária e trabalhista propostas pelo governo de Michel Temer. Em Goiânia, a concentração começou às 8h em frente à Agência Central, localizada na Praça Cívica. As 10h30 os trabalhadores dos Correios em greve se uniram as outras categorias e juntos foram até a Praça do Bandeirante. A manifestação foi encerrada por volta das 12h30, com a cantora Maíra interpretando o Hino Nacional.

Além das reivindicações da classe trabalhadora, os ecetistas também manifestaram contra o desmonte dos Correios, contra a suspensão das férias, contra as demissões, contra o fechamento das agencias, contra a falta de segurança, pelo retorno da entrega diária, pela abertura dos livros contábeis da Empresa, por auditorias da dívida pública.

Segundo a CUT-GO, a mobilização contra as reformas de Temer levou 70 mil pessoas às ruas. 

Confira todas as fotos aqui

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