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Ecetistas em Goiás estão em estado de greve

Trabalhadores dos Correios no Estado de Goiás estão em estado e indicativo de greve para o dia 17 de setembro. A decisão foi tomada nesta quarta-feira, 10 de setembro, durante assembleia realizada pelo SINTECT/CO. A categoria, presente na assembleia, rejeitou a proposta de 6,5% para reajuste salarial apresentada pela empresa.A mobilização dos trabalhadores em Goiás faz parte da paralisação nacional da categoria, que reivindica um aumento real de 8%, 6,4% da inflação, 11,30% de reposição das perdas salariais (desde 1994) e reajuste linear de R$ 300,00. A categoria ainda luta por ajustes nos benefícios e melhores condições de trabalho. Os Correios tem até o dia 14 de setembro, data limite, para negociar com a categoria, caso contrário, os trabalhadores paralisarão a partir das 22h do dia 17 de setembro.
 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
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"Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais"

Daniela Martins/Alex San

Greve em Goiás: adesão maciça dos trabalhadores


Foram mais de 20 dias de greve, até que o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, julgou o dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que devem retornar ao trabalho na quinta-feira, dia 10, terão 180 dias para compensar os dias parados. Para efeito de compensação foram considerados apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia. 

Correios Saúde foi mantido como está
Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano. 

Durante toda a Campanha Salarial, os trabalhadores defenderam a manutenção do plano na forma que está, sem a redução de benefícios nem tercerização da gestão, o que é pretendido pela direção da ECT com o Postal Saúde. Mais uma vez, por meio de muita luta, a categoria garantiu a permanência do plano, certamente o maior benefício que os trabalhadores têm hoje nos Correios. No entanto, precisamos continuar atentos e prontos para combater qualquer nova tentativa da ECT de precarização da nossa assistência à saúde.

Outra vitória foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O relator rejeitou o pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima. 

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,27% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$ 50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico. 

A greve foi combativa e a participação de cada um dos trabalhadores que aderiram ao movimento foi de extrema importância para a conquista destes resultados. Com a greve, a categoria unificou a Fentect e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio. 

A conquista salarial pode ter ficado abaixo do que os trabalhadores reivindicaram e esperavam, mas a categoria demonstrou à ECT que está disposta a lutar por seus direito até o fim. Nossa maior conquista é que a categoria saiu fortalecida, unificada, e cada vez mais consciente da importância de integrar a luta por dias melhores.

Afinal, o lema dos trabalhadores dos Correios sempre será: “Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais”. O importante é ter consciência de que sempre valerá a pena lutar.

Valeu, companheiros!
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins (com informações da Fentect)
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Após Dissídio no TST, trabalhadores saem vitoriosos





Foi realizada nesta terça-feira (08) no TST, em Brasília, a sessão de dissídio coletivo de greve dos trabalhadores dos Correios. Presidida pelo Ministro Carlos Alberto e tendo como relator o ministro Fernando Eizo Ono, a sessão contou com a presença dos ministros Antônio José de Barros Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Maria de Assis Calsing, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda.
 
A greve foi considerada não abusiva, e os trabalhadores, que deverão retornar ao trabalho na próxima quinta-feira (10), terão 180 dias para compensar os dias parados. O relator do dissídio, ministro Fernando Eizo Ono, considerou para efeito de compensação apenas os dias úteis parados, de segunda a sexta, no máximo duas horas por dia.

Em um dos pontos de maior expectativa da categoria, que dizia respeito ao plano de saúde, a vitória foi dos trabalhadores. Os ministros decidiram que deveria ser mantida a redação da cláusula 11 conforme o acórdão de 2012, vedando a ECT a de realizar alterações na gestão do Correios Saúde, sendo a ECT a única gestora do plano.

Outra vitória da Federação foi com relação à reafirmação da ilegitimidade e a exclusão da Federação Pirata (Findect) do dissídio. O Relator rejeitou o pedido do MPT de inclusão dos sindicatos dissidentes, uma vez que eles já fecharam, indevidamente, acordo com a ECT. De acordo com os magistrados, na jurisprudência atual, os sindicatos podem representar a categoria, porém, se a categoria é nacional, esses sindicatos se filiam a uma federação, que será a única representação legítima.

Para Walmir da Costa não tem sentido fazer acordo com uma parte da categoria e deixar outra parte a mercê do julgamento. “Quem criou esse problema foi a própria ECT, por ter fechado acordo quando a questão já estava sob judice, e com uma federação sem legitimidade. Mesmo que o acordo tenha sido feito diretamente com os sindicatos, não deveria ter acontecido, pois fragmentou a categoria, que é uma só”, ponderou o ministro.

Com relação às cláusulas financeiras, ficou definido o reajuste salarial de 8% e de 6,23% para benefícios, retroativos a 1º de agosto de 2013, mais o vale cultura de R$50. Além disso, foi concedido o direito à ausência remunerada de cinco para seis dias para acompanhar dependente ao médico.

A Secretária Geral da Fentect, Anaí Caproni, ressaltou que nenhuma das decisões atendeu efetivamente às reivindicações dos trabalhadores. “As decisões foram previsíveis, seguiram a linha do acórdão de 2012. Mas houve o reconhecimento da legitimidade da Fentect, o que é uma vitória”, declarou. Segundo Anaí, a Greve Nacional foi combativa e de extrema importância para esses resultados, pois unificou a Federação e impediu que abusos contra os trabalhadores fossem cometidos no dissídio.

 
Fonte/Autoria: Fentect
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Clipping_Greve dos Correios continua em Goiás e mais 20 Estados

 A greve dos Correios ainda paralisa os serviços postais de 21 Estados e do Distrito Federal. Os sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, Rondônia e Amapá e Tocantins aceitaram a proposta que a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) apresentou no dia 13 de setembro. De acordo com os Correios, 93% dos seus empregados trabalham normalmente.
 
A federação nacional da categoria protocolou junto ao Tribunal Superior do Trabalho uma contraproposta na última sexta-feira, 27, e aguarda a resposta da companhia. No início da campanha, os grevistas reivindicavam correção salarial com base na inflação do período mais 6% de aumento real. A empresa ofereceu reajuste linear de 8% aos salários e de 6,27% aos benefícios dos empregados. Os Estados que não aceitaram a proposta pedem que os 8% se estendam a todos os benefícios. Segundo os Correios, essa mudança representaria um impacto de R$ 1,6 bilhão.
 
A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) acusa a ECT de tentar iludir os trabalhadores "com a falsa expectativa de avançar nas negociações regionais". A empresa alega, porém, que empreendeu todos os esforços para fechar um acordo, mas a Fentect se recusou a dialogar.
 
Fonte/Autoria: O Popular
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Trabalhadores de Goiás se preparam para Ato Público em Brasília

Daniela Martins

Grevistas fizeram assembleia em frente ao CTCE


A greve continua forte em Goiás, os trabalhadores de Niquelândia também aderiram à paralisação, intensificado a mobilização pelo interior do Estado. Em Goiânia, os grevistas se reuniram nesta terça-feira, 1º de outubro, em frente ao CTCE, na Vila Brasília. 

Para chamar a atenção da população e dos demais trabalhadores para a mobilização da categoria, foram colocadas faixas na entrada do prédio, carro de som e os grevistas denunciaram, ao microfone, a truculência da direção da Empresa que se nega a negociar. Foi realizada nova assembleia, que decidiu pela manutenção da greve.

A direção do Sintect-GO convocou os grevistas para se reunirem na Praça Cívica, em frente à Agência Central dos Correios, nesta quarta-feira, 2, pela manhã para que seja organizada a caravana de Goiás que participará do Ato Público em Brasília. O Ato será promovido na próxima quinta-feira, 3, em frente ao edifício sede dos Correios, com trabalhadores de todo o país.

ATO EM BRASÍLIA
O ATO deve ser nacional e uma unificação dos trabalhadores em greve. A categoria deve aproveitar esse momento fortalecer sua luta neste momento em que a empresa entrou com o dissídio coletivo unilateralmente

A empresa e o Tribunal do Trabalho procuram nos ganhar pelo cansaço. Vamos mostrar para eles que os trabalhadores não serão vencidos quando seus interesses estão em jogo. PrecisAmos tomar medidas de força, em defesa do nosso plano de saúde, em defesa do sustento das nossas famílias.

Vamos fortalecer nossa greve com ações diversificadas em todos os estados, e em Brasília realizar um grande ato, a exemplo do ATO do dia 30 de agosto que mostrou para a empresa nossa disposição para a luta fez a empresa sair dos 5% apresentado inicialmente.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Greve ganha novas adesões diariamente

Daniela Martins

Greve entra no nono dia


A greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás completou nove dias nesta quinta-feira, 26. Desde a sua deflagração, dia 18, o movimento teve adesão maciça e, dia após dia, novos companheiros decidem entrar na luta, tanto na Capital quanto pelo interior do Estado, fortalecendo a mobilização da categoria, que ocorre em nível nacional.

Hoje, em assembleia geral realizada na frente da Agência Central, na Praça Cívica, os ecetistas decidiram pela manutenção da greve.

Durante a assembleia, os trabalhadores destacaram que estão unidos e reforçaram a disposição em manter a paralisação até que a direção da Empresa decida negociar com foco na pauta nacional de reivindicações da categoria. “Vamos até o fim, vamos fortalecer o movimento e continuaremos lutando”, salientaram os grevistas.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos.

Para a próxima semana, o Sintect-GO organiza mais uma ação social para chamar a atenção da sociedade para a greve. Os grevistas deverão participar de uma doação de sangue para o Hemocentro.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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ECT continua desrespeitando a greve da categoria

A ECT divulgou em informativo interno, nesta terça-feira(24), que pagará as diferenças do reajuste de 8% aos trabalhadores que fazem parte da base da já extinta federação pirata.

Com essa atitude, a ECT demonstra, mais uma vez, que de fato não respeita a categoria em greve e tenta implantar uma proposta de forma unilateral, agindo assim com prática anti-sindical.

Os trabalhadores de todos os sindicatos filiados a Fentect (29), mais os trabalhadores de Tocantins já rejeitaram essa proposta e continuam em greve. O nosso Comando Nacional de Negociações enviou nesta terça-feira pela manhã mais um informe, no qual reafirma a continuidade da greve, ampliação das mobilizações e a firmeza na luta dos que continuam em greve.

Várias manifestações, passeatas e atos estão acontecendo por todo país, organizados pelos sindicatos e trabalhadores em greve, dando visibilidade ao nosso movimento.

O nosso comando mais uma vez frisou: "os sindicatos de SP e RJ não tem legitimidade para assinar acordo coletivo em nome dos 120 mil trabalhadores".  Reafirmamos aos trabalhadores que a atitude da ECT visa apenas confundir a categoria e, como sempre, tentar dividir o movimento. Porém, vamos continuamos firmes nessa greve, para demonstrar que não aceitamos a proposta da ECT, nem aceitamos as mudanças no nosso plano de saúde.

Respeito à categoria que legitimamente deflagrou a greve, por culpa única e exclusiva da direção da ECT, é o mínimo que exigimos.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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TST determina a manutenção de 40% das atividades da ECT durante a greve

O ministro Fernando Eizo Ono, do Tribunal Superior do Trabalho, determinou a manutenção das atividades de pelo menos 40% dos empregados em cada uma das unidades da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) durante o período de greve, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Eizo Ono foi o relator sorteado para o dissídio coletivo instaurado pela ECT contra a Federação Interestadual dos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).

A decisão foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho desta segunda-feira (23) e atendeu em parte o pedido da ECT, que pretendia a manutenção de 80% das atividades. Para o ministro, o limite de 80% "ensejaria quase que a normalização dos serviços prestados pela ECT, a frustrar o exercício do direito fundamental dos empregados à greve".

Ao justificar a manutenção de parte das atividades da empresa, Eizo Ono disse que o direito de greve não é absoluto: a Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve) estabelece os requisitos mínimos para o exercício desse direito, visando a coibir o abuso e garantir o atendimento das necessidades essenciais da comunidade. "Em caso de greve nos serviços ou atividades essenciais, sindicatos, empregados e empregadores ficam obrigados a garantir, em comum acordo, a prestação dos serviços indispensáveis", concluiu ele.

Conciliação

Na última terça-feira (17), a Fentect e a ECT não chegaram a um acordo na audiência de conciliação realizada no TST. O vice-presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, que presidiu a audiência, encerrou os trabalhos após as partes não chegarem a um entendimento devido à resistência da federação de trabalhadores.  O ministro apresentou uma proposta para que a categoria não entrasse em greve antes de uma tentativa de acordo no TST.

A Findect, que não compareceu à audiência, encaminhou petição informando que os sindicatos filiados a ela já haviam celebrado acordo com a empresa estatal.
 
Fonte/Autoria: TST
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Em greve, trabalhadores dos Correios e bancários fazem passeata no Centro de Goiânia

Daniela Martins

Passeata marca sexto dia de greve em Goiás


O sexto dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por uma ação conjunta com os bancários, categoria que também está em plena Campanha Salarial e paralisou suas atividades desde a semana passada. Nesta segunda-feira, 23, ecetistas e bancários realizaram uma grande passeata pelas ruas do Centro da Capital, com a participação de mais de 400 grevistas e a presença de representantes da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO).

A concentração foi na Praça Cívica, em frente à Agência Central dos Correios, de lá os grevistas seguiram pela Praça, passaram pelo Palácio Pedro Ludovico e desceram a avenida Goiás até se reunirem novamente na porta da agência do Banco do Brasil.

Pelo caminho, os grevistas entoaram gritos de ordem por melhores condições de trabalho, contra o assédio moral que tem vitimado os profissionais tanto nos bancos quanto nos Correios, e por melhorias salariais. O projeto de lei 4330, que trata da terceirização, também foi criticado durante a passeata.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos. Mais de 600 ecetistas já aderiram à paralisação nos Correios por todo o estado de Goiás.

Já os bancários querem reajuste salarial de 11,93%, piso salarial do Dieese (R$ 2.860,21, em junho), salário refeição, cesta alimentação, 13º salário refeição e 13ª cesta alimentação, de R$ 680 cada. 
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Trabalhadores dos Correios iniciam greve em Goiás




Por tempo indeterminado, trabalhadores dos Correios, no estado, iniciaram nesta quarta-feira (18), greve que reivindica reajuste salarial de 7,13%, além de aumento real de 15%. Os servidores também pedem a contratação de mais trabalhadores por meio de concurso público e melhores condições de trabalho.

A greve foi decidida em assembleia geral, na noite desta terça-feira (17), que reuniu aproximadamente 200 pessoas, segundo a assessoria do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Goiás (Sintect-GO). A organização reuniu trabalhadores em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, em Goiânia.

O Sintect alega que nos últimos anos, a empresa sofreu com o sucateamento, que teria levado às paralisações no mês de Agosto, uma em Aparecida de Goiânia – dos carteiros –, e dos trabalhadores de Anápolis.

Efetivo
Há trabalhadores ainda reunidos em frente à Agência Central, aguardando decisão sobre a agenda de paralisação. A assessoria informou que ainda nesta quarta-feira será divulgado o efetivo de trabalhadores que deve permanecer nas funções, e o número de agências que manterá o atendimento.

A direção dos Correios chegou a apresentar duas propostas de reajuste salarial, a primeira de 5,27%, que fica abaixo na inflação, e a segunda, de 8%. As duas propostas não foram aceitas pelos grevistas.
 
Fonte/Autoria: O Hoje (site)
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