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TST determina a manutenção de 40% das atividades da ECT durante a greve

O ministro Fernando Eizo Ono, do Tribunal Superior do Trabalho, determinou a manutenção das atividades de pelo menos 40% dos empregados em cada uma das unidades da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) durante o período de greve, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Eizo Ono foi o relator sorteado para o dissídio coletivo instaurado pela ECT contra a Federação Interestadual dos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).

A decisão foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho desta segunda-feira (23) e atendeu em parte o pedido da ECT, que pretendia a manutenção de 80% das atividades. Para o ministro, o limite de 80% "ensejaria quase que a normalização dos serviços prestados pela ECT, a frustrar o exercício do direito fundamental dos empregados à greve".

Ao justificar a manutenção de parte das atividades da empresa, Eizo Ono disse que o direito de greve não é absoluto: a Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve) estabelece os requisitos mínimos para o exercício desse direito, visando a coibir o abuso e garantir o atendimento das necessidades essenciais da comunidade. "Em caso de greve nos serviços ou atividades essenciais, sindicatos, empregados e empregadores ficam obrigados a garantir, em comum acordo, a prestação dos serviços indispensáveis", concluiu ele.

Conciliação

Na última terça-feira (17), a Fentect e a ECT não chegaram a um acordo na audiência de conciliação realizada no TST. O vice-presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, que presidiu a audiência, encerrou os trabalhos após as partes não chegarem a um entendimento devido à resistência da federação de trabalhadores.  O ministro apresentou uma proposta para que a categoria não entrasse em greve antes de uma tentativa de acordo no TST.

A Findect, que não compareceu à audiência, encaminhou petição informando que os sindicatos filiados a ela já haviam celebrado acordo com a empresa estatal.
 
Fonte/Autoria: TST
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Em greve, trabalhadores dos Correios e bancários fazem passeata no Centro de Goiânia

Daniela Martins

Passeata marca sexto dia de greve em Goiás


O sexto dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por uma ação conjunta com os bancários, categoria que também está em plena Campanha Salarial e paralisou suas atividades desde a semana passada. Nesta segunda-feira, 23, ecetistas e bancários realizaram uma grande passeata pelas ruas do Centro da Capital, com a participação de mais de 400 grevistas e a presença de representantes da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO).

A concentração foi na Praça Cívica, em frente à Agência Central dos Correios, de lá os grevistas seguiram pela Praça, passaram pelo Palácio Pedro Ludovico e desceram a avenida Goiás até se reunirem novamente na porta da agência do Banco do Brasil.

Pelo caminho, os grevistas entoaram gritos de ordem por melhores condições de trabalho, contra o assédio moral que tem vitimado os profissionais tanto nos bancos quanto nos Correios, e por melhorias salariais. O projeto de lei 4330, que trata da terceirização, também foi criticado durante a passeata.

Em greve desde o dia 18, os trabalhadores dos Correios reivindicam a reposição da inflação (7,13%), aumento linear de R$ 200, aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e a melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos. Mais de 600 ecetistas já aderiram à paralisação nos Correios por todo o estado de Goiás.

Já os bancários querem reajuste salarial de 11,93%, piso salarial do Dieese (R$ 2.860,21, em junho), salário refeição, cesta alimentação, 13º salário refeição e 13ª cesta alimentação, de R$ 680 cada. 
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Trabalhadores dos Correios iniciam greve em Goiás




Por tempo indeterminado, trabalhadores dos Correios, no estado, iniciaram nesta quarta-feira (18), greve que reivindica reajuste salarial de 7,13%, além de aumento real de 15%. Os servidores também pedem a contratação de mais trabalhadores por meio de concurso público e melhores condições de trabalho.

A greve foi decidida em assembleia geral, na noite desta terça-feira (17), que reuniu aproximadamente 200 pessoas, segundo a assessoria do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Goiás (Sintect-GO). A organização reuniu trabalhadores em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, em Goiânia.

O Sintect alega que nos últimos anos, a empresa sofreu com o sucateamento, que teria levado às paralisações no mês de Agosto, uma em Aparecida de Goiânia – dos carteiros –, e dos trabalhadores de Anápolis.

Efetivo
Há trabalhadores ainda reunidos em frente à Agência Central, aguardando decisão sobre a agenda de paralisação. A assessoria informou que ainda nesta quarta-feira será divulgado o efetivo de trabalhadores que deve permanecer nas funções, e o número de agências que manterá o atendimento.

A direção dos Correios chegou a apresentar duas propostas de reajuste salarial, a primeira de 5,27%, que fica abaixo na inflação, e a segunda, de 8%. As duas propostas não foram aceitas pelos grevistas.
 
Fonte/Autoria: O Hoje (site)
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Greve em Goiás tem adesão maciça dos trabalhadores

Daniela Martins

Somente em Goiânia, 270 trabalhadores se reuniram na Praça Cívica

Mais de 270 trabalhadores, entre carteiros, OTTs e atendentes comerciais, já cruzaram os braços, somente na Capital, neste primeiro dia de greve dos Correios em Goiás. Os ecetistas atenderam à convocação do Sindicato e se reuniram, hoje, quarta-feira, 18, em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, numa clara demonstração de que estão unidos, mobilizados e dispostos a lutar por seus direitos.

 

O Sintect-GO estima que 60% dos trabalhadores de base no Estado tenham aderido à paralisação já neste primeiro dia e a expectativa é que a adesão cresça. “Será a maior greve que Goiás já viu”, garantiu um carteiro na assembleia de deflagração da paralisação, na terça-feira, 17.

Além de Goiânia, outras 13 cidades do interior aderiram à greve: Jataí, Itumbiara, Rio Verde, Quirinópolis, Santa Helena, Mineiros, Porangatu, Anápolis, Santa Rita do Araguaia, Aragarças, Catalão e Uruaçu. Pelo Brasil, 28 sindicatos ligados à Fentect estão em greve.

A categoria reivindica reajuste de 7,13% mais aumento real de 15%, melhores condições de trabalho, a manutenção e melhoria do Correios Saúde, entre outros pontos.

Ao final da tarde, a diretoria colegiada do Sintect-GO realizou nova assembleia geral, na qual os trabalhadores decidiram pela manutenção da greve, com nova aglomeração na Praça Cívica, nesta quinta-feira, a partir das 9h da manhã.

Um grupo de estudantes do Colégio Planeta, que está fazendo um trabalho escolar sobre greve, esteve na Praça Cívica para conhecer e dar apoio à mobilização dos trabalhadores dos Correios.  Eles levaram cartazes e ajudaram os grevistas na luta por melhores condições de trabalho e melhorias salariais.

REIVINDICAÇÕES
• Aumento Real de 15%;
• Reposição da Inflação do período de 01 de agosto de 2012 a 31 de julho de 2013 em 7,13%;
• Aumento Linear de R$ 200,00;
• Pagamento das Perdas salariais (1994-2002) no valor de 20% em dezembro;
• Vale Alimentação/Refeição de R$ 40,00 (R$ 920 e R$ 1.080,00 para quem recebe 23 e 27 vales, respectivamente);
• Vale Cesta de R$ 400,00.

EIXOS DE LUTA
• Contratação de 110 mil ecetistas;
• Pelo fim do SAP, SARC e GCR;
• Contra o PL 4330 da terceirização; 
• Anistia a todos os trabalhadores. Sanção presidencial do PLC 83/2007;
• Em defesa do Postalis/BD;
• Não ao Postal Saúde;
• Pelo fim do Assédio Moral;
• Redução da jornada de trabalho para 30h/semanais e de 6h para atendentes comerciais;
• Entrega pela manhã em todo o país;
• Por um Correios 100% estatal;
• Não às mazelas do PCCS 2008.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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Após assembleia, funcionários dos Correios entram em greve em Goiás

 Os trabalhadores dos Correios em Goiás entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (18). Eles reivindicam ajuste salarial e melhores condições de trabalho.  A estatal afirma que vai aplicar medidas de emergência para garantir a entrega de cartas, encomendas e o atendimento nas agências.

A decisão pela greve foi tomada em assembleia geral, na noite de terça-feira (17), pois os trabalhadores não aceitaram a proposta da empresa. No entanto, o  Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Goiás (Sintect-GO) não calculou o número de pessoas que aderiram ao movimento.

 O sindicato quer aumento relativo à inflação de 7,13%  mais aumento real de 15%. A contrapartida da empresa, de 8%, segundo eles, não contempla às reivindicações, pois o reajuste real seria de menos de 1%.

Em nota, a estatal afirmou que se esforçou para que as negociações não chegassem a esse ponto. Os Correios afirmam que o reajuste de 8% nos salários repõe integralmente a inflação do período, de 6,27%, e garante ganho real de 1,7%, além de benefícios extras.

Os trabalhadores também querem melhores condições de trabalho. “Falta manutenção das motocicletas, das bicicletas e dos carros. Muitos prédios não comportam a demanda e estão sucateados”, afirma o secretário do sindicato, Eliseu Pereira. Em contrapartida, a regional afirma que está investindo mais de R$ 2,8 milhões em equipamentos, reforma e ampliação das unidades goianas.

Durante a greve, os Correios informaram que vão aplicar medidas estabelecidas no Plano de Continuidade de Negócios para garantir o atendimento ao público. Entre as ações estão a realização de horas extras de funcionários, deslocamento de empregados entre as unidades e mutirões para entrega nos fins de semana.
 
Fonte/Autoria: Portal G1 Goiás

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Trabalhadores em Goiás aprovam, por unanimidade, estado de greve

Daniela Martins

Aprovado estado de greve


Em Assembleia Geral realizada na noite desta quarta-feira, 11, em Goiânia, os trabalhadores dos Correios aprovaram, por unanimidade, o estado de greve e o indicativo de greve para o próximo dia 18. A categoria rejeitou a proposta de 5,27% apresentada pela direção a ECT.

A presidente da CUT-GO, Bia de Lima, compareceu à Assembleia e declarou apoio à mobilização da categoria. Ela aproveitou a oportunidade para falar da luta travada pela Central contra a PL 4330, do deputado Sandro Mabel, que trata da terceirização e prejudica os direitos trabalhistas.

Assim como a Assembleia da Capital, os trabalhadores do interior também aprovaram o estado de greve e o indicativo para o dia 18. Agora, na próxima terça-feira, 17, Goiânia e interior realizam novas assembleias para a deflagração do movimento grevista.

Na noite desta quinta-feira, 12, a direção da Empresa apresentou nova proposta vergonhosa ao Comando de Negociação da Fentect, confira:

REAJUSTE LINEAR = 8%

REAJUSTE DE BENEFÍCIOS = 6,27%

  DE PARA
Vale I (alimentação/refeição) R$ 26,62 R$ 28,29
Vale alimentação II (cesta) R$ 149,15 R$ 158,53
Reembolso Creche/Babá R$ 409,97 R$ 435,68
Aux. p/ Dependentes de Cuidados Especiais R$ 651,00 R$ 691,82


 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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Fentect questiona compensação aos fins de semana

 

A Fentect questionou a ECT quanto à determinação de compensação dos dias de greve aos sábados e domingos, alegando que alguns dos trabalhadores convocados não trabalham aos sábados e nenhum deles trabalha aos domingos. No entanto, de forma autoritária, a empresa se apega à interpretação do art. 7º da Lei 7.783/89, que diz que “... a participação em greve suspende o contrato de trabalho, devendo as relações (...) durante esse período, ser regidas por acordo, convenção, (...) ou decisão da Justiça do Trabalho”, e que o acórdão do TST determinou a compensação, incluindo o repouso semanal remunerado.

Confira o anexo com a íntegra da CT/FEN-312.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Sintect-GO abre mão do desconto assistencial

 





Numa demonstração de zelo, res-ponsabilidade e seriedade no trato do dinheiro e do patrimônio do Sintect-GO, que pertencem a todos os seus filiados, a diretoria informa que NÃO irá promover nenhum desconto assistencial neste período pós-greve.

O desconto assistencial é fundamental para custear a luta e é normalmente utilizado para cobrir os gastos que, durante a Campanha Salarial, se tornam elevados, principalmente nos dias de greve. São gastos com alimentação, água, carro de som, envio de caravanas para Brasília, enfim, todas as atividades que envolvem a mobilização da categoria ecetista.

Apesar destes custos terem sido elevados, o Sintect-GO se preparou e trabalhou de tal forma, com total responsabilidade, que não será necessária a cobrança do desconto assistencial. Os custos ficaram dentro da margem financeira de segurança, e o Sindicato irá arcar com seus pagamentos.

O Sintect-GO trata com responsabilidade os recursos financeiros, aplica na luta, na mobilização da categoria. Agora, é hora dos trabalhadores repensarem a sua atitude e o seu comportamento diante da categoria como um todo. Você tem feito a sua parte? Você tem agido com responsabilidade diante dos seus colegas?

Conscientize-se para a luta. Só há vitória quando há disposição para lutar. Mobilize sua unidade de trabalho. Fortaleça seu Sindicato, fortaleça a categoria ecetista.
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Mutirão dos Correios atualiza entrega após greve em Alagoas

 

A Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) de Alagoas se organiza desde o início desta semana para distribuir aproximadamente 450 mil correspondências que ficaram retidas por conta da greve dos funcionários, que durou nove dias.

Os trabalhadores dos Correios retomaram as atividades ontem, mas não concordaram com o dissídio que foi definido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) de apenas 6,5%. Eles reivindicavam o reajuste de 43,7%, sendo 33,7% para perdas salariais e 10% para ganhos reais. Um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores na ECT (Sintect/AL), André Moreira, também discordou do Acórdão da Seção de Dissídios Coletivos.

O plano de saúde, segundo André Moreira, era o mais temido, pois a ECT tinha como objetivo modificar as regras e não garantir mais dependentes, além de fazer com que o funcionário pagasse mais pelo serviço. “A nossa maior batalha foi a de não perder o plano de saúde e não o perdemos”, comemorou o sindicalista.

A agência dos Correios em Alagoas, por meio de sua assessoria de comunicação, disse que os funcionários farão um trabalho de mutirão para entregar a contento os objetos postais que ficaram retidos durante a paralisação da categoria.

Conforme a assessoria, o mutirão será nos próximos finais de semana com o intuito de expedir todos os objetos acumulados e até a próxima terça-feira parte deles já deve ter sido entregue.

“O pessoal do setor administrativo também está nas ruas para dar apoio aos carteiros, estes profissionais não são obrigados a trabalhar nos finais de semana, mas são convidados”, informou.
 
Fonte/Autoria: Tribuna Hoje
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