Tenha uma boa madrugada! Hoje é Quarta, dia 24 de Julho de 2019. Agora são 00:18:46 hs

Sintect-GO abre mão do desconto assistencial

 





Numa demonstração de zelo, res-ponsabilidade e seriedade no trato do dinheiro e do patrimônio do Sintect-GO, que pertencem a todos os seus filiados, a diretoria informa que NÃO irá promover nenhum desconto assistencial neste período pós-greve.

O desconto assistencial é fundamental para custear a luta e é normalmente utilizado para cobrir os gastos que, durante a Campanha Salarial, se tornam elevados, principalmente nos dias de greve. São gastos com alimentação, água, carro de som, envio de caravanas para Brasília, enfim, todas as atividades que envolvem a mobilização da categoria ecetista.

Apesar destes custos terem sido elevados, o Sintect-GO se preparou e trabalhou de tal forma, com total responsabilidade, que não será necessária a cobrança do desconto assistencial. Os custos ficaram dentro da margem financeira de segurança, e o Sindicato irá arcar com seus pagamentos.

O Sintect-GO trata com responsabilidade os recursos financeiros, aplica na luta, na mobilização da categoria. Agora, é hora dos trabalhadores repensarem a sua atitude e o seu comportamento diante da categoria como um todo. Você tem feito a sua parte? Você tem agido com responsabilidade diante dos seus colegas?

Conscientize-se para a luta. Só há vitória quando há disposição para lutar. Mobilize sua unidade de trabalho. Fortaleça seu Sindicato, fortaleça a categoria ecetista.
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Mutirão dos Correios atualiza entrega após greve em Alagoas

 

A Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) de Alagoas se organiza desde o início desta semana para distribuir aproximadamente 450 mil correspondências que ficaram retidas por conta da greve dos funcionários, que durou nove dias.

Os trabalhadores dos Correios retomaram as atividades ontem, mas não concordaram com o dissídio que foi definido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) de apenas 6,5%. Eles reivindicavam o reajuste de 43,7%, sendo 33,7% para perdas salariais e 10% para ganhos reais. Um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores na ECT (Sintect/AL), André Moreira, também discordou do Acórdão da Seção de Dissídios Coletivos.

O plano de saúde, segundo André Moreira, era o mais temido, pois a ECT tinha como objetivo modificar as regras e não garantir mais dependentes, além de fazer com que o funcionário pagasse mais pelo serviço. “A nossa maior batalha foi a de não perder o plano de saúde e não o perdemos”, comemorou o sindicalista.

A agência dos Correios em Alagoas, por meio de sua assessoria de comunicação, disse que os funcionários farão um trabalho de mutirão para entregar a contento os objetos postais que ficaram retidos durante a paralisação da categoria.

Conforme a assessoria, o mutirão será nos próximos finais de semana com o intuito de expedir todos os objetos acumulados e até a próxima terça-feira parte deles já deve ter sido entregue.

“O pessoal do setor administrativo também está nas ruas para dar apoio aos carteiros, estes profissionais não são obrigados a trabalhar nos finais de semana, mas são convidados”, informou.
 
Fonte/Autoria: Tribuna Hoje
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TST transmitirá julgamento do dissídio de greve dos Correios no Facebook

 




A sessão de julgamento sobre a greve dos Correios será transmitida, ao vivo, pela página do Tribunal Superior do Trabalho (TST), no Facebook, a partir das 13h:30 desta quinta-feira (27).
A falta de acordo na audiência de conciliação realizada na última terça-feira (25), entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), levará o dissídio coletivo a julgamento em sessão extraordinária do Tribunal.

Para acompanhar a sessão pela rede social, basta curtir a página do TST e acessar o link dedicado a transmissão ao vivo.

Essa é a segunda sessão do Tribunal transmitida pela rede social. A mesma iniciativa foi utilizada para divulgar os resultados da 2º Semana do TST. De 9 a 11 de outubro, os fãs da página também poderão acompanhar, ao vivo, o Seminário Trabalho Infantil,Aprendizagem e Justiça do Trabalho.
 
Fonte/Autoria: Divulgação
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Greve dos Correios chega ao seu oitavo dia e vai a julgamento nesta quinta

 
Daniela Martins




A greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás completou oito dias nesta quarta-feira, 26. A paralisação no Estado faz parte de um movimento nacional, que a cada dia ganha mais força. Juntos, os trabalhadores lutam por melhores condições de trabalho, contratação de pessoal e por um rejauste salarial digno.

Neste tempo foram realizadas duas audiências de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), porém, sem sucesso, em razão da postura intransigente da ECT, que não aceita negociar e quer, de todas as formas, alterar a cláusula 11 e retirar benefícios do plano de saúde dos trabalhadores.

Por conta disso, os ecetistas goianos decidiram, em Assembleia realizada na tarde desta quarta-feira, pela continuação da greve e que também vão engrossar a mobilização que será promovida em frente ao TST amanhã. Um ônibus sairá da Praça Cívica, às 7h, rumo a Brasília.

Os trabalhadores vão acompanhar, em frente ao TST, a audiência de julgamento do dissídio, marcada para esta quinta-feira, 27.
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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ECT rejeita 5 propostas, se supera na intransigência, e dissídio será julgado

 




Foram cinco horas de argumentações e muita negociação. Mas, mais uma vez, a ECT tripudiou ao se negar a negociar com os trabalhadores, mantendo a proposta inescrupulosa de 5,2% de aumento salarial, com a alteração no nosso plano de saúde. O Comando de Negociação repudiou novamente a proposta e a justificativa banal da empresa. “A ECT não tem vontade de negociar nada que seja da pauta de reivindicações dos trabalhadores”, disse Edson Dorta, secretário geral da Fentect.

O Ministério Público do Trabalho (MPT), representado pelo procurador Edson Braz, questionou a ECT quanto às objeções relacionadas à mudança no horário de entrega de correspondências, onde ficou acertado que a empresa vai apresentar um “projeto piloto” em três cidades e, se for aprovado, será implementado em outras regiões. O procurador também argumentou sobre os recursos financeiros da ECT investidos em bancos, alertando que os Correios deveriam investir em maquinário e em mão de obra e não em instituições financeiras.

A postura intransigente da ECT ficou evidente durante toda a audiência, onde os trabalhadores tentaram a todo instante negociar um acordo que fosse significativo para a categoria para acabar com a greve. A ministra relatora Katia Arruda e o representante do Ministério Público do Trabalho chegaram a pedir, em vão, mais sensibilidade por parte da empresa para que uma solução fosse encontrada e acabasse com o impasse que existia entre as partes.

Ao todo, contando com a primeira reunião de conciliação, foram cinco propostas sugeridas e todas rejeitadas pela ECT, uma verdadeira demonstração de desrespeito aos trabalhadores e a sociedade. Na semana passada a Ministra Cristina Peduzzi havia sugerido a proposta de R$ 80 linear. Nesta audiência foram mais quatro (4), sendo duas (2) pela Ministra Kátia Arruda (R$ 60 linear e outra de 6,87% com a manutenção do plano) e duas (2) pelo representante do Ministério Público do Trabalho (13,5% e 8,5%), todas negadas pela ECT.

Após varias tentatitas de conciliação, a ministra Katia Arruda clamou à ECT por uma proposta para que a greve fosse interrompida, evitando assim, o dissídio. “Faço meu último apelo para que a empresa não deixe essa situação chegar a julgamento”, disse a ministra Katia Arruda à diretoria da ECT, na tentativa de encontrar uma saída para o problema.  Em seu desfecho, o representante jurídico da ECT afirmou que a única proposta que a empresa tem oferecer é a de 5,2% e nada mais.

Dessa vez a ECT se superou na sua intransigência e agora, mais do que nunca, ficou provado que os representantes dos Correios realmente nunca quiseram negociar. Depois disso, duvidamos que agora algum gestor tenha a coragem de passar nos setores para dizer a inverdade de que era "a Fentect que não queria negociar". Caiu a máscara da ECT.

O Comando de Negociação da Campanha Salarial 2012/2013 reitera a importância de todos os sindicatos estarem unidos e a manterem a continuidade da greve até o julgamento do dissídio, que ocorrerá na próxima quinta-feira.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Trabalhadores dos Correios participam de ato unificado com bancários e outras categorias

 




Em greve desde o último dia 19, os trabalhadores dos Correios participaram na tarde desta terça-feira, 25, de um ato unificado que contou também com as presenças dos bancários, frentistas, vigilantes, petroleiros, metalúrgicos além de representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Nova Central e União Goiana dos Trabalhadores.

Mais de cem trabalhadores, juntos, fizeram uma grande passeata pelas ruas do Centro, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para as lutas destas categorias, que exigem melhores condições de trabalho, salários mais dignos e o fim dos assédios morais.

Os ecetistas tentam negociar com a direção da ECT desde 27 de julho, sem sucesso. Ao invés de sentar à mesa de negociação e dialogar com os trabalhadores, os patrões têm recorrido ao Tribunal Superior do Trabalho para combater as greves.

“Os Correios investem R$ 20 milhões nas Olimpíadas, gastam milhões com terceirizações, mas não investem em seus trabalhadores, não oferecem um reajuste digno aos trabalhadores”, criticou  o secretário-Geral do Sintect-GO, Elizeu Pereira da Silva.

“Vimos denunciar o descaso com que aos patrões tratam os seus trabalhadores, não lutamos apenas por reajustes, e sim para ter condições de oferecer serviços dignos à sociedade”, defenderam os integrantes das passeatas.

Nos Correios, estima-se que 10 mil, dos 120 mil trabalhadores em todo o Brasil, estejam afastados de suas atividades por doenças ocupacionais. Os ecetistas têm enfrentado condições precárias em suas unidades de trabalho: motos e bicicletas quebradas, equipamentos sucateados, falta do protetor solar, não tem segurança nas agências de banco postal, além da pressão por resultados e da sobrecarga de trabalho, resultante do déficit de pessoal.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Ato Unificado nesta terça, 25

 



Em greve por melhores salários e condições de trabalho, trabalhadores dos Correios e bancários realizarão amanhã, terça-feira, 25, um Ato Unificado. A concentração para a passeata está marcada para as 15 horas, em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica.

Essa estratégia está sendo utilizada em outras cidades, como em São Paulo, que na última quinta-feira (20), reuniu trabalhadores de cinco categorias na Avenida Paulista. "O objetivo é unificar a luta das categorias e transformá-la em uma luta coletiva. A principal reivindicação comum é pela valorização do salário", explicou o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, ele também um bancário.

A Central Única dos Trabalhadores no Estado de Goiás (CUT-GO) não só apoia a greve dos companheiros bancários e trabalhadores dos Correios, como conclama todos os sindicatos da sua base a reforçar a luta dessas categorias.  "A imprensa tem dado ampla divulgação para os supostos transtornos que a população sofre com a greve e precisamos deixar claro que a paralisação não é contra os clientes e usuários desses serviços. Trata-se de um instrumento legal de reivindicação que remete à dignidade de quem presta um serviço de suma relevância para a sociedade", pontua a presidenta da entidade, Bia de Lima.

Bia convoca os trabalhadores para a luta e acrescenta: "nós, dirigentes sindicais, devemos reforçar o movimento desses companheiros. Como? Postando nos sites das nossas respectivas entidades a agenda das atividades destas duas categorias e, principalmente, participando ativamente dessas ações. Vamos levar a nossa voz e o nosso apoio a esse Ato Unificado e às assembleias e mostrar, mais uma vez, que os trabalhadores não estão vulneráveis à inflexibilidade dos patrões, mas unidos na defesa dos seus direitos."

 
Fonte/Autoria: Maisa Lima • CUT
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Greve prejudica 24% das entregas dos Correios, diz ECT

 
No segundo dia da greve dos funcionários dos Correios, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) registrou um atraso nas entregas de cartas e encomendas de 24%. "Da carga diária, 76% está sendo entregue no prazo, o que equivale a 27 milhões de cartas e encomendas - o restante pode ter atraso de até um dia", informa comunicado divulgado nesta quinta-feira.

A ECT disse também que, assim como nesta quinta, 91% dos trabalhadores seguiram trabalhando normalmente. Dos 120 mil funcionários, um efetivo de 10.438 aderiram à paralisação, segundo aferição feita pela empresa por meio do sistema eletrônico de ponto. Na quarta-feira (19), a ECT apresentou números similares, mas a federação da categoria argumentou que a empresa "joga os números para baixo" para minimizar a força do movimento.

Para garantir a entrega de cartas e encomendas, os Correios estão adotando medidas como a realocação de empregados das áreas administrativas, contratação de trabalhadores temporários, realização de horas extras e mutirões nos finais de semana.

Na quarta-feira, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que, apesar da greve, os sindicatos precisam manter um contingente de pelo menos 40% dos profissionais em todas as áreas para evitar problemas no serviço.

O comunicado informou ainda que a rede de agências no País está aberta e funciona normalmente. "Todos os serviços de entrega dos Correios, inclusive o Sedex, estão disponíveis, com exceção dos que têm "hora marcada" (Sedex 10, Sedex 12 e Sedex Hoje e o Disque-Coleta) destinados a São Paulo capital e região metropolitana, Tocantins, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. No Rio de Janeiro, estão suspensos apenas a entrega de Sedex Hoje e o Disque-Coleta."

O TST também decidiu levar a julgamento o dissídio dos Correios, já que não houve acordo entre a empresa e o sindicato na audiência de conciliação realizada nesta quinta-feira em Brasília. A ministra Kátia Arruda será a relatora e definirá a data do julgamento. "Os Correios estão envidando todos os esforços para garantir o atendimento à população brasileira e, antecipadamente, pedem desculpas pelos eventuais transtornos que possam vir a ser causados aos cidadãos", finalizou a nota.

 
Fonte/Autoria: Portal IG
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Greve dos Correios terá nova audiência de conciliação no TST na terça-feira

 
A ministra Kátia Arruda, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), marcou para as 14h da próxima terça-feira (25) uma segunda audiência de conciliação entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).

A ministra é a relatora do processo de dissídio coletivo ajuizado pela empresa em razão da greve dos trabalhadores. A paralisação atinge 21 estados e o Distrito Federal.

Na segunda-feira (24), véspera da audiência, a Fentect deve protocolar uma contraproposta de reajuste, aprovada em assembleias realizadas hoje (21). Baseada na sugestão feita na última quarta-feira (19) pela ministra Cristina Peduzzi, vice-presidenta do TST, a contraproposta dos trabalhadores prevê reajuste salarial de 5,2%, aumento linear de R$ 80, reajuste de 8,84% no vale-alimentação, abono dos dias parados e a manutenção das cláusulas sociais e do plano de saúde.

Até agora, os Correios ofereceram 5,2% de reajuste e o mesmo percentual aos demais benefícios. De acordo com a empresa, a proposta da vice-presidenta do TST teria um impacto anual de R$ 850 milhões.

Em razão da greve, estão suspensos os serviços prestados com hora marcada, entre eles o Sedex 10, o Sedex Hoje e o Disque-Coleta, na Grande São Paulo, no Tocantins, no Distrito Federal, no Paraná, no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais. No Rio de Janeiro, estão suspensos apenas o Sedex Hoje e o Disque-Coleta.

A direção dos Correios pretende realizar um "mutirão" neste fim de semana para colocar em dia a entrega de cartas e encomendas. Para tanto, informou, em nota divulgada pela assessoria de imprensa, que pretende realocar empregados de áreas administrativas, contratar funcionários terceirizados e pagar horas extras.

"São necessários pelos menos três meses para treinar um carteiro na rua, para que ele possa se adaptar ao serviço. Os funcionários de outros setores não conseguirão dar conta", previu Sebastião Cruz, integrante do comando de negociação da Fentect, em entrevista à Agência Brasil.

Os Correios garantem que apenas 9% dos 120 mil trabalhadores aderiram à paralisação. A Fentect estima que o percentual estaria próximo do teto de 60% determinado pelo TST, que exigiu a manutenção de pelo menos 40% do efetivo em cada uma das unidades. Nos dois primeiros dias da greve, 84% da carga de objetos foram entregues no prazo, segundo a empresa.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do TST informou que a direção dos Correios protocolou dados que apontam percentuais de comparecimento de 35% a 39% dos funcionários em algumas unidades no estado de São Paulo. Com base nesses documentos, a empresa quer que o tribunal multe a Fentect por suposto descumprimento da liminar que exige o efetivo de 40% em todos os locais de trabalho, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A ministra relatora, que ainda não se decidiu sobre a aplicação de multa, pediu para a federação se manifestar no processo.

Cruz avalia que os Correios têm condições de dar um reajuste maior do que o oferecido. “A empresa dá lucro e precisa investir esse lucro em seus trabalhadores”, defendeu. Em 2011, os Correios registraram um lucro líquido de R$ 833 milhões, 7,8% maior que o de 2010.
 
Fonte/Autoria: O Serrano
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