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Semana começa com metade dos funcionários dos Correios parados e 9.000 agências bancárias fechadas

 
A população que precisar de serviços bancários e dos Correios terá mais uma semana difícil. A greve começa a semana com adesão de 50% dos funcionários dos Correios e 9.000 agências de bancos fechadas, de acordo com as federações sindicais.

De acordo com o presidente da Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), Carlos Cordeiro, a adesão está crescendo e há agências fechadas em todo o País. São 21.700 agências públicas e privadas no Brasil.

— Hoje 40% das agências não abriram as portas e a adesão atinge principalmente os seis principais bancos – HSBC, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Breadesco e Itaú – que representam 90% do total das agências.

Os bancários reclamam que as negociações estão paradas e não há contraproposta por parte dos bancos. A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) diz que apresentou a proposta de reajuste de 6% no dia 28 de agosto e aguarda uma posição dos bancários sobre a proposta. A proposta apresentada pelos bancos passa longe da reivindicação dos trabalhadores, que pedem 10,25%, sendo 5% de aumento real.

"A Federação reitera que confia no diálogo, porque somente a aproximação das expectativas na mesa de negociações é possível alcançar os entendimentos necessários ao fechamento do acordo e renovação da convenção coletiva de trabalho entre bancos e bancários", diz a nota oficial da Fenaban.

Correios

Segundo o secretário-geral da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares), Edson Dorta, uma média de 50% dos trabalhadores estão em serviço nos Correios desde que a greve começou. A ECT (Emprega Brasileira de Correios e Telégrafos) ainda não divulgou o balanço com a adesão dos funcionários, mas fez um mutirão no fim de semana para tentar entregar encomendas paradas nas agências.

— Nós temos 24 das 35 bases sindicais em greve em 19 Estados, mas estamos respeitando o percentual determinado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) de 40% e aguardaremos a tentaviva de conciliação sobre o dissídio. Nós não queriamos ir para a Justiça, mas a empresa decidiu assim.

A federação reclama que o reajuste proposto pela empresa não cobre as perdas salariais e diz ainda que há um déficit de contratação de 30 mil funcionários. Eles também pedem uma mudança no horário das entregas para a manhã.

Os funcionários pedem reajuste de 43% (33% de reposição e 10% de aumento real). Os Correios apresentaram proposta que prevê 5,2% de reajuste de salários e benefícios e diz que "nos últimos nove anos os trabalhadores tiveram até 138% de reajuste salarial, sendo 35% de aumento real".

Além disso, a empresa nega o déficit e diz que 10.000 novos funcionários foram contratados nos últimos 21 anos e que há ainda 9.904 para serem contratados até abril de 2013. Sobre o horário de entrega, os Correios dizem que seguem o modelo do restante do mundo e que quando há condições climáticas prejudiciais o horário é alterado.

A ECT argumenta que entrou na Justiça contra a greve para "garantir a normalidade do atendimento à população". Na próxima terça-feira (25), o TST fará uma audiência de conciliação entre funcionários e patrões para chegar a uma negociação.
 
Fonte/Autoria: Portal R7
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O Popular: Paralisação prejudica entregas dos Correios

 
Brasília -No segundo dia da greve dos funcionários dos Correios, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) registrou um atraso nas entregas de cartas e encomendas de 24%. “Da carga diária, 76% está sendo entregue no prazo, o que equivale a 27 milhões de cartas e encomendas - o restante pode ter atraso de até um dia”, informa comunicado divulgado ontem.

A ECT disse também que, assim como ontem, 91% dos trabalhadores seguiram trabalhando normalmente. Dos 120 mil funcionários, um efetivo de 10.438 aderiram à paralisação, segundo aferição feita pela empresa por meio do sistema eletrônico de ponto. Na quarta-feira, a ECT apresentou números similares, mas a federação da categoria argumentou que a empresa “joga os números para baixo” para minimizar a força do movimento.

 
Fonte/Autoria: O Popular
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Paralisação dos Correios já atinge o Grande ABC

 
As agências dos Correios visitadas pela reportagem do Diário  até as 9h30 desta quinta-feira estavam funcionando normalmente, mas, segundo funcionários, as entregas é que pararam. "Os carteiros não estão trabalhando", informou uma funcionária. O centro de distribuição localizado no Centro de Santo André (Rua Catequese) está fechado. As agências, apesar de operarem normalmente pela manhã, no fim da tarde já suspendiam alguns serviços, como o de Sedex 10, por determinação da própria companhia.

Representantes do sindicato que representa a categoria na região ainda não tem balanço neste momento de quantas agências estão paradas e o número de trabalhadores. Até ontem à noite, representantes da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares) afirmavam que 60% dos funcionários no Grande ABC tinham aderido à greve - de um total de 1.400 trabalhadores. Já, segundo a empresa, 91% do efetivo dos Correios trabalharam ontem. Entre as sete cidades há 18 agências, 20 centros de distribuição e um centro de tratamento.

A paralisação foi definida na noite de terça-feira em 23 assembleias realizadas em diversas regiões brasileiras. Em todas elas, a categoria votou a favor do ato grevista. Em Minas Gerais e no Pará os funcionários permanecem parados há uma semana. Segundo balanço geral, 84% dos profissionais (dos 120 mil trabalhadores) aderiram à paralisação nacional por tempo indeterminado. Já, segundo a empresa, 91% do efetivo dos Correios trabalharam ontem.

A mobilização é fruto do impasse nas negociações da campanha salarial deste ano. Enquanto a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) oferece 6% de reajuste, a categoria reivindica 43,7% de aumento (somadas perdas salariais desde 1994, o índice de inflação do País e reajuste real de 10%), R$ 200 linear aos salários, tíquete-refeição de R$ 35, contratação de 30 mil profissionais, fim das terceirizações, além de outros benefícios.

Ainda de acordo com a federação, outros sindicatos estão com assembleias marcadas para hoje e dias 24 e 25. Entre as regiões em greve estão São Paulo (Capital, Região Metropolitana, Campinas, Bauru), Rio de Janeiro e Distrito Federal.

SERVIÇOS - Segundo a ECT, devido a paralisação parcial em São Paulo, Tocantins, Distrito Federal e Paraná, os Correios suspenderam nesses locais os serviços com hora marcada (entrega de Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje e o Disque-Coleta).

AUDIÊNCIA - O TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu levar a julgamento o dissídio dos Correios, já que não houve acordo entre a empresa e o sindicato na audiência de conciliação realizada na manhã de ontem em Brasília. A ministra Kátia Arruda será a relatora e definirá a data do julgamento.
 
Fonte/Autoria: Diário do ABC
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Assembleia aprova proposta encaminhada pelo Comando e mantém greve

 
Daniela Martins

Assembleia aprova proposta do Comando


O segundo dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por mais uma demonstração de que os ecetistas estão, sim, dispostos a negociar nesta Campanha Salarial bem ao contrário dos arrogantes e intransigentes dirigentes da ECT. A Assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, 20, aprovou a proposta apresentada pelo Comando de Negociação em seu Informe 17e também deliberou pela continuidade do movimento paredista no Estado.

A proposta do Comando é uma ampliação da proposta apresentada pela própria ministra Cristina Peduzzi, vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), durante a audiência de conciliação realizada ontem. O Comando fez o acréscimo de duas cláusulas: abono dos dias parados e manutenção da cláusula 11 do acordo coletivo, ou seja, a certeza de que não haverá quaisquer alterações no plano de saúde.

Proposta encaminhada pelo Comando e aprovada na Assembleia de hoje:

a) Aumento linear no valor de R$ 80,00
b) Reajuste de 5,2% aplicado sobre os salários, reembolso-creche e auxílio de cuidados especiais;
c) Vale alimentação/Refeição extra em dezembro de 2012;
d) Reajuste de 8,84% aplicado sobre o Vale-Alimentação/Refeição e Vale Cesta, ou seja:
  d.1) Valor de R$ 575,00 para R$ 625,83 (para quem trabalha de segunda a sexta-feira)
  d.2) Valor de R$ 675,00 para R$ 734,67 (para quem trabalha de segunda a sábado);
  c.3) Vale Cesta de R$ 140,00 para R$ 152,37.
d) Manutenção da cláusula 11 (assistência médica/hospitalar e odontológica) sem quaisquer alterações;
f) Manutenção do acórdão do TST DC 6535-27-2011-5-00-0000, excetuando as obrigações já cumpridas previstas exclusivas para o ano de 2011 e janeiro de 2012 (nº 52, XI, letra a), com a cláusula de reajuste de 5,20%;
g) instauração de mesas temáticas proposta pela ECT em até 30 dias da assinatura do acordo coletivo 2012/2013;
h) Abono dos dias parados.

A proposta apresenta pela ministra foi rechaçada pela ECT, em mais uma demonstração de que a Empresa não está interessada em negociar e de que, desde o princípio, quer o julgamento no TST para reeditar o acórdão de 2011.

“Estivemos, ontem, em Brasília buscando o entendimento com a ministra e a Empresa, mas a ECT, que vivia falando nos bastidores que o Comando não queria negociar, mostrou sua verdadeira intenção”, apontou o secretário Eziraldo Vieira, que é um dos representantes de Goiás no Comando de Negociação da Fentect.

Assembleia

Durante a mobilização de hoje, na Praça Cívica, os trabalhadores realizaram um “apitaço” para chamar a atenção dos companheiros que ainda não aderiram ao movimento. No quadro geral, somente nove dos 35 sindicatos da categoria em todo o Brasil ainda não estão em greve. Em Goiás a greve cresce a cada dia.

“Queremos também parabenizar os guerreiros que sempre estão na luta, sabemos que às vezes precisamos parar para avançar”, destacou Eziraldo.

Apoio

Quem passava pelo Centro da cidade rendia apoio à mobilização da categoria, que tem hoje um dos mais baixos salários-base dentre os servidores federais: R$ 942.

Líder comunitário da Região Sudoeste da Capital, o também servidor público Ulisses de Sousa ao ver a movimentação dos ecetistas fez questão de parar para oferecer sua solidariedade. “É uma vergonha os trabalhadores não terem seus vencimentos corrigidos, como consumidor, como cidadão, pagador de impostos, eu me solidarizo e apoio os trabalhadores dos Correios”, comentou.

Amanhã, sexta-feira, os trabalhadores dos Correios em Goiás voltam a ser reunir na Praça Cívica, em frente à Agência Central.

MOBILIZEM-SE!

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Greve dos Correios: TST determina que 40% dos funcionários trabalhem

 
Brasília - O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou ontem que os funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) mantenham pelo menos 40% do total de trabalhadores em todas as unidades da empresa durante o período de greve. A decisão da juíza Maria Cristina Peduzzi foi anunciada depois do fracasso da audiência de conciliação entre as partes e, se descumprida, acarretará em multa diária de R$ 50 mil aos sindicatos. “Foi identificado o caráter nacional do movimento”, disse a juíza. A decisão de um porcentual mínimo de funcionários em atividade leva em conta a necessidade de manutenção da prestação de serviços, ainda que o setor não seja considerado um “serviço essencial”. Os trabalhadores prometem recorrer. Na tarde de ontem, já como reflexo da greve, a ECT suspendeu as entregas com hora marcada Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje e Disque-Coleta) para algumas regiões. São elas: São Paulo (Capital e região metropolitana), Distrito Federal, Tocantins e Paraná. Sem um acordo, o TST decidiu levar a julgamento o dissídio dos Correios. A relatoria caberá à ministra Kátia Arruda, que definirá a data de julgamento. Até lá, empresa e funcionários tentarão chegar a um denominador comum. Maria Cristina disse que tinha esperança de que um acordo fosse fechado ontem, mas avaliou que existia um “abismo” entre as reivindicações dos trabalhadores e a oferta da empresa. A maior discrepância foi vista no porcentual de reajuste salarial. A ECT ofereceu 5,2%, mas os trabalhadores pediram 43,7% alegando perdas desde 1994, início do Plano Real. Para tentar chegar a um consenso, Maria Cristina propôs uma correção de 5,2% dos salários mais um aumento linear de R$ 80,00 para todos os funcionários, além de reajustes de benefícios. A sugestão foi rejeitada pelos Correios. “A nossa proposta geraria impacto de R$ 455 milhões e a nova, de R$ 854,6 milhões. Fica muito difícil acolher a sugestão financeiramente”, justificou o vice presidente de gestão de pessoas da ECT, Larry de Almeida. PREJUÍZO Com isso, a Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Fentect) promete ampliar o movimento no País. “A greve vai se estender e o prejuízo para os Correios será maior”, disse o secretário geral da Fentect, Edson Dorta. O sindicalista argumentou que o piso salarial da categoria é hoje de R$ 942,00, proporcionalmente inferior ao que era pago há cerca de dez anos, quando os profissionais ganhavam, como base, o equivalente a três salários mínimos. Ele admitiu, porém, que a sugestão do TST não estava a contento da Federação, mas que, de qualquer forma, uma decisão final só poderia ser dada em assembleia. As paralisações começaram no Pará e em Minas Gerais e, segundo a ECT, ocorrem agora em 19 Estados mais o Distrito Federal. Já conforme a Fentect, a greve contou com a adesão de um total de 25 sindicatos dos 35 existentes. Levantamento feito pelos Correios, por meio do registro de ponto dos funcionários, revelou que a greve atingiu 10.737 trabalhadores, o que corresponde a 8,9% dos 120 mil funcionários da companhia. Os carteiros são os que mais aderiram.
 
Fonte/Autoria: O Popular
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Após assembleia, funcionários dos Correios entram em greve, em GO

 
Funcionários dos Correios decidiram entrar em greve após uma assembleia realizada na noite da terça-feira (18), em frente a unidade central da empresa, na Praça Cívica, em Goiânia. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Estado de Goiás (Sintect-GO), três mil carteiros cruzaram os braços. “Foram dois meses de negociações que não avançaram. A empresa recusou negociar e os trabalhadores deflagraram a greve”, explica o secretário geral do Sintect, Elizeu Pereira da Silva.

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A paralisação que começou a valer nesta quarta-feira (19) irá atingir todas as regiões do estado. A categoria reivindica 43% de reajuste de salários, onde estão incluídos 33% de perdas salariais desde 1994. Com isso, o piso salarial passaria de R$ 942 para R$ 2,5 mil. Além disso, a categoria pede melhorias nas condições de trabalho.

De acordo com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o governo propôs reajuste de 5,2%, mas as centrais sindicais rejeitaram. No ano passado, os trabalhadores dos Correios ficaram em greve por dois meses e só retornaram as atividades após uma determinação judicial.

 
Fonte/Autoria: Portal G1
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Trabalhadores dos Correios do Brasil em greve

 

Deflagração da greve em Goiás


Os trabalhadores dos Correios em Goiás decidiram na noite desta terça-feira, 18, em Assembleia pela deflagração da greve a partir da zero hora do dia 19.

No total, trabalhadores dos Correios de 23 regiões entraram em greve ontem a noite, após decisão em assembleia da categoria nos Estados, se somando a Minas Gerais e Pará, que já estão em greve há uma semana. Um impasse nas negociações da campanha salarial 2012 levaram mais de 84% dos trabalhadores dos Correios a iniciarem uma greve nacional por tempo indeterminado.

Dos 35 sindicatos da categoria, todos os que realizaram assembleias ontem decretaram greve. Os outros sindicatos estão com assembleias marcadas para os próximos dias 20, 24 e 25 de setembro, podendo antecipar essas datas e deflagrarem greve junto aos demais sindicatos do país.

A categoria reivindica um aumento de 43,7% e R$ 200 linear, ticket de R$ 35, a contratação imediata de 30 mil trabalhadores, o fim das terceirizações, além de outros pontos para garantia de melhores condições de trabalho.

Entre as regiões em greve estão Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Piauí, Vale do Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Alagoas, Paraná, Amazonas, Sergipe, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, São José do Rio Preto, Espírito Santo, Bauru e Campinas.

Até o dia 25 de setembro, as regiões de Acre, Maranhão, Bahia, Juiz de Fora, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Ribeirão Preto, Santa Maria, Santos e Uberaba também poderão deflagrar greve.

 
Fonte/Autoria: Sintcom
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Trabalhadores dos Correios estão em greve

 
Daniela Martins

Trabalhadores decidem pela manutenção da greve


O primeiro dia de greve dos trabalhadores dos Correios em Goiás foi marcado por uma certeza: a de que a categoria está disposta a lutar e não vai permitir que a ECT retire benefícios do plano de saúde, o Correios Saúde. “O eixo central desta campanha é a assistência médica”, ressaltou um dos trabalhadores presentes à Assembleia, realizada na tarde desta quarta-feira, 19.

O fato é que a Empresa, além de oferecer propostas rebaixadas, ainda pretende alterar a cláusula 11 do acordo coletivo, que trata do plano, sem deixar claro quais são as mudanças que almeja implantar. “O que está em jogo é nosso plano de saúde”, alertou Uéber Barboza, que completou: “Direito não se retira, direito se amplia”.

A Assembleia de hoje decidiu pela continuação da greve, que teve início pela manhã, após ser deflagrada pela Assembleia realizada na noite de ontem, dia 18. Agora é hora de ampliar a mobilização, os trabalhadores que já estão participando da greve devem conscientizar os colegas nas suas unidades, chamá-los para a luta. “Vamos convocar quem ainda não está na greve”, anunciou um dos participantes da Assembleia.

Adesão
Estima-se que mais de 25% da categoria no Estado já tenha aderido ao movimento, que deve ser ampliado ao longo da semana. Pelo interior, a participação é intensa. Em Rio Verde, por exemplo, 19 dos 44 carteiros estão em greve; em Quirinópolis, oito dos dez carteiros também paralisaram suas atividades. “Os companheiros do interior entenderam a necessidade de fazer a luta”, avaliou o secretário-geral do Sintect-GO, Elizeu Pereira da Silva

No panorama nacional, 23 dos 35 sindicatos estão em greve e outros sete farão suas Assembleias de deflagração do movimento paredista hoje.

Amanhã, a mobilização dos trabalhadores em Goiás continua em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica.

TST
Nesta quarta-feira também ocorreu uma audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho entre a ECT e a Fentect. Não houve acordo, e a vice-presidente do Tribunal, ministra Cristina Peduzzi, designou a ministra Kátia Arruda como relatora do dissídio coletivo dos Correios, que deve ir a julgamento na próxima semana.

 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Hoje, às 18h30, tem Assembleia de deflagração da greve

 
Os trabalhadores dos Correios devem paralisar suas atividades a partir da zero hora desta quarta-feira, 19 de setembro. A decisão será tomada em assembleia geral da categoria, que será realizada pelo Sintect-GO, nesta terça-feira, 18, em frente à Agência Central dos Correios, na Praça Cívica, a partir das 18h30. Haverá também assembleias regionais pelo interior do Estado.

A mobilização dos ecetistas em Goiás faz parte de uma paralisação nacional da categoria, que reivindica reajuste de 10% mais a reposição de perdas salariais, além de melhores condições de trabalho e a transferência do horário de entrega de correspondências domiciliares para o turno matutino.

Até o momento a ECT apresentou duas propostas, a primeira previa um reajuste de 3% e a segunda de 5,2%, o que nem de longe repõe as perdas salariais dos ecetistas, que já beiram os 34% (período de 1994 a 2012).

Em 2011, a greve dos trabalhadores dos Correios durou 28 dias, tendo a adesão de mais de 50% do pessoal da área operacional da ECT em Goiás. O movimento grevista terminou com julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora de Comunicação Sintect-GO
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Bancos e Correios devem parar nesta semana

 
Duas categorias importantes devem entrar em greve nesta semana. Numa assembleia agendada para hoje, às 19h, os bancários provavelmente vão reiterar a paralisação já definida na semana passada. No entanto, ainda é possível que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresente, no decorrer desta segunda-feira, uma contraproposta. Neste caso, a categoria avaliará a oferta. Amanhã, será a vez dos funcionários da Empresa de Correios e Telégrafos decidirem se também cruzarão os braços. Se sim, não trabalham a partir da zero hora de quarta-feira.
 
Já os bancários param amanhã por tempo indeterminado, caso nenhuma proposta nova seja apresentada hoje. Se assim acontecer, a assembleia desta segunda-feira terá a incumbência de planejar o movimento. “Não tendo novidade, a greve fica mantida. Aí, vamos organizá-la. Pegaremos todos os ativistas, militantes, diretores da entidade e organizamos uma grande comissão de esclarecimento”, explica o diretor do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas, Marcos Lenharo.
 
Na última quarta-feira, em assembleia realizada em Bauru, de forma unânime, bancários rejeitaram o reajuste de 6% proposto pela Fenaban. Na ocasião, aprovaram a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira. Reivindicam 23% de reajuste, o que corresponde à reposição da inflação registrada nos últimos 12 meses (5,25%) mais a recuperação das perdas salariais comuns a todos os bancos (17,75%) desde o lançamento do Plano Real, em 1994.
 
 
Correios
 
Já os trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos rechaçaram na semana passada, mais uma vez, a proposta da empresa de aumento salarial de 5,2%. Também rejeitaram uma primeira oferta de reajuste, que não ultrapassava a casa dos 3%.
 
O Sindicato dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Bauru e Região (Sindecteb) defende aumento de 5,2% a título de reposição da inflação dos últimos 12 meses e mais 5% de aumento real no salário dos funcionários, número que ainda não recupera as perdas acumuladas desde a década de 90.
 
Por conta da situação, amanhã a categoria se reúne em assembleia, quando a greve será deliberada. Neste caso, a paralisação começa a zero hora de quarta-feira, também por tempo indeterminado. No Pará e em Minas Gerais, a categoria já parou.
 
Para organizar a paralisação em Bauru, ontem, diretores e delegados do Sindecteb estiveram reunidos, informa o presidente da entidade, José Aparecido Gimenes Gândara.  “Recuperar a inflação deveria ter sido a oferta inicial, o que ainda é muito baixo. Os trabalhadores dos Correios são responsáveis por gerar a própria renda, não dependemos da União na nossa folha salarial. Buscamos o reajuste que condiz com a nossa realidade”, pontua.
 
Conforme o JC divulgou, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou na última sexta-feira pedido liminar dos Correios para suspender a greve nos Estados de Minas Gerais e do Pará iniciada na terça-feira. A vice-presidente do tribunal, Cristina Peduzzi, disse em sua decisão faltar informações para julgar o pedido.
 
Já a empresa enviou nota em que cita a ausência de uma contraproposta por parte dos representantes da categoria. Segundo a assessoria de comunicação da Diretoria Regional São Paulo-Interior dos Correios, se somente os itens econômicos reivindicados pelas entidades de classe fossem atendidos, haveria um acréscimo de até R$ 25 bilhões na folha de pagamento da ECT, que tem previsão de receita de R$ 15 bilhões para 2012.
 
Informa ainda que o índice proposto aos 120 mil empregados garante o poder de compra, uma vez que cobre a inflação do período. Nos últimos nove anos a maioria dos trabalhadores dos Correios teve até 138% de reajuste salarial, sendo 35% de aumento real, acrescenta a assessoria de imprensa. Ontem, ela foi novamente procurada, assim como a Fenaban, mas por ser domingo, a reportagem não encontrou quem pudesse comentar as paralisações.
 
Polícia Federal
 
A Polícia Federal também continua em greve. Conforme o JC veiculou, por conta da paralisação foram suspensas todas as investigações que estavam em andamento na delegacia de Bauru e, desde sexta-feira, também foram interrompidas as atividades de análise de inteligência de grandes operações deflagradas pela unidade, que abrange 43 municípios. Entre elas estão a Operação Terra Branca (de combate ao tráfico de drogas) e a Odontoma, que apura desvio de recursos públicos, superfaturamento e cobranças indevidas de serviços do departamento de bucomaxilo do Hospital de Base.
 
Continuam sendo realizadas apenas as prisões em flagrante e, parcialmente, os serviços de emissão de passaportes, com prioridade para as solicitações de emergência. Apenas 30% do efetivo continua trabalhando, sendo que o ritmo de emissão de passaportes foi reduzido para este percentual.
 
Fonte/Autoria: JCNet
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