Tenha uma boa noite! Hoje é Sexta, dia 09 de Dezembro de 2022. Agora são 20:16:31 hs

Trabalhador (a) fique atento à avaliação de desempenho insatisfatória

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) validou por decisão proferida nesse último mês de agosto/2022, a dispensa de trabalhador dos Correios por resultado abaixo do esperado na avaliação de desempenho. Mesmo alcançando resultados expressivos em sua produtividade, o profissional apresentou baixo desempenho em sua avaliação. A motivação foi considerada legal pelo TST, que dispensou a exigência de processo administrativo com observação da ampla defesa e o contraditório em decorrência da decisão do STF( RE 589.998/PI-Tema 131).
Neste cenário, é de extrema importância que os trabalhadores (as) fiquem atentos e consultem periodicamente o seu GCR e a avaliação de desempenho lançada na ficha. O processo administrativo digital SEI permite que assim que o trabalhador (a) observar um GCR diferente do que de fato é o desempenho, questione os critérios quantitativos e qualitativos de avaliação e gere uma revisão imediata, não permitindo que ocorra uma demissão inesperada motivada por baixo desempenho lançado nos registros funcionais. O GCR é usado, muitas vezes, para perseguir trabalhador, não sendo feito o acompanhamento como é descrito para utização da ferramenta.
Recentemente, em razão dos critérios de pagamento da PLR, vários trabalhadores (as) se disseram surpreendidos com os baixos desempenhos lançados em suas fichas cadastrais, o que demonstra que esse acompanhamento não tem sido feito de forma constante, comportamento que necessita ser corrigido, considerando a importância das avaliações na manutenção do contrato de trabalho.
Com isso, trabalhadores (as), não deixem de acompanhar os registros de desempenho em sua ficha cadastral! É importante a consulta e o questionamento frequente ao GCR para não ser pego de surpresa.

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

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ECT CONTINUA OPRIMINDO TRABALHADORES (AS) A CUMPRIREM JORNADA EXTRA EXCESSIVA

A ECT não toma tipo mesmo! Novamente ao divulgar em recente nota circular (Circular 2925 4095/202 GEGD – DEDIS) sobre a liberação de TFS determinando a convocação dos trabalhadores (as) em algumas unidades de trabalho. Diante disso, os trabalhadores (as) foram chamados em reunião para lerem o ofício e a chefia imediata desse o intimato. Conforme as informações trazidas ao Sindicato, a abordagem foi em tom ameaçador, idêntica à situação anterior, falando novamente em processos administrativos que serão abertos no (SEI), caso o trabalhador não respondesse positivamente à convocação e não tivessem uma justificativa plausível ou convincente para se isentar da punição. Fica claro que a pretensão da empresa é de regime totalitário, desse modo dizendo que a vida social dos trabalhadores não existe e que ele tem que estar cem por cento à disposição da ECT (que absurdo isso!).

Os trabalhadores (as) em seu dia a dia já vivem em uma situação difícil, pois as demandas dos Correios só aumentam, causando desgaste, adoecimento, stress e, ainda por cima, tem o tratamento de gestores vezes opressora. A orientação da instituição sindical aos seus representados continua a mesma, que o trabalhador não está na obrigação, caso ele não tenha disponibilidade para cumprir jornada extraordinária ou excessiva, a não ser com sua anuência. É bom lembrar que temos um TAC que estabelece essa relação desde 2012 e terá que ser cumprido por parte da empresa. O Ministério Público do Trabalho constatou descumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a ECT, o SINTECT-GO e o MPT considerando que a empresa vem obrigando os trabalhadores (as) dos Correios em Goiás a realizarem trabalho extra aos domingos e feriados e punindo os que se recusarem ao labor extraordinário.

O problema não está na convocação ou convite, como queira chamar, é um direito que assiste a empresa, no entanto no que pensa e age, querendo domínio extraordinário sobre os trabalhadores, ora, a que ponto chegamos, o cúmulo do absurdo. Até quando isso vai perdurar? Deverá haver uma atitude mais radicalizada por parte dos trabalhadores ou a ECT vai cumprir o acordo firmado entre ECT, o SINTECT-GO e o MPT? A ECT precisa entender de uma vez por todas que respeito é sempre devido e que o bom senso deve ter prevalência, por outro lado, cabe a cada trabalhador, dentro de sua disponibilidade, fazer o que sempre fez de melhor (servir), mas isso cabe a ele decidir. A nossa orientação sempre se pautou no melhor possível para ambas as partes, a empresa convida e o trabalhador comumente atende, desde que possa, pois não lhe custa nada dentro de suas forças atender e não de modo obrigatório, como já o faz nas horas normais, haja vista o seu trabalho semanal é cumprido na integralidade, passou disso é a vida social de cada um.

É preciso dar um basta nesse modelo autoritarista! Estamos em pleno século XXI e não no tempo da lamparina e direito tem que ser respeitado, suas regras não podem estar acima da lei. Siga, porém, as orientações do SINTECT-GO e não se intimide diante das opressões feitas pela empresa. Caso ela cumpra as ameaças no sentido de abrir processo, o SINTECT-GO estará acompanhando cada trabalhador em sua defesa.

AO TRABALHADOR CABE:

Ao ser chamado, caso aceite, assine e compareça ao trabalho;

Caso não concorde, não assine ou se assinar,coloque ressalva dos motivos particulares e inadiáveis do não atendimento;

E sempre que puder, esteja à disposição em servir, isso não mata ninguém!

 

# Abaixo a opressão!

# Direitos precisam ser respeitados!

# Trabalhador, denuncie!

# Fora Bolsonaro!

# Fora Floriano Peixoto!

 

Diretoria Colegiada

SINTECT-GO

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Morre trabalhador do CDD Bandeiras vítima da Covid-19 e da negligência frequente da SE/GO

Desde o início da pandemia da Covid-19, o SINTECT-GO vem frequentemente, “batendo na mesma tecla”, para o cumprimento de medidas que protegem e garantem a segurança dos trabalhadores (as) dos Correios em Goiás. A SE/GO age como se o erro fosse do Sindicato em cobrar pela garantia dos direitos e da vida de cada trabalhador para que exerçam suas atividades com segurança
Estamos lutando desde o início do mês de março contra o caos instalado no CDD Bandeiras que, infelizmente, resultou na morte de um trabalhador, hoje (18/03) pela manhã. Começamos com três trabalhadores contaminados neste CDD, chegando a 14 no dia 04/03, no dia 09/03 mais de 20 e, nessa semana, atingimos 40 trabalhadores contaminados. Um número absurdo para uma única unidade de trabalho e tamanha contaminação em tão pouco tempo.
O SINTECT-GO lamenta profundamente a morte do nosso companheiro e se solidariza com os familiares, amigos, colegas de trabalho que sofrem a dor dessa perda nesse momento. O Sindicato continua firme na luta para defender os direitos dos trabalhadores (as) dos Correios em Goiás e garantir mais segurança e proteção para um trabalho que é essencial para nossa sociedade.
Deixamos aqui o nosso repúdio a esta política genocida do governo federal em sua forma de tratar a pandemia do novo Coronavírus. Deixamos aqui também o nosso repúdio a esta Superintendência Estadual, SE/GO, em dar seguimento e cumprir à risca a política negacionista de Bolsonaro com relação à Covid-19 e em não tomarem as medidas efetivas de prevenção contra a contaminação, fato que temos denunciado desde o início do mês de março de 2020 em que, inclusive, este trabalhador que morreu só descobriu que estava contaminado após liminar na Justiça movida por este Sindicato que impôs o fechamento da unidade e testagem de todos. Não há dúvida que a omissão dos gestores da SE/GO causou esse fim trágico. Até quando Correios? Quem será a sua próxima vítima?

O que pleiteamos? Nada além do necessário e do absolutamente possível.

NO DIA A DIA
- redução do efetivo a 50% nos CDD´s, CEE e CTCE;
- escalonamento de entrada e saída de turno para evitar aglomeração;
- distanciamento interno de ao menos 2 metros;
- higienização constante da unidade e dos veículos.
EM CASO DE SINTOMAS
- liberação do trabalhador e dos contatantes de até 2 metros para quarentena;
- desinfecção imediatamente após afastar algum trabalhador com sintomas ou detectar positivo.
EM CASO DE CONTAMINAÇÃO
- liberação imediata dos trabalhadores por 3 dias, período necessário para testagem e resultados, com afastamento dos positivos e retorno dos negativos após ampla e eficaz sanitização da unidade, dos equipamentos, veículos e carga;

#Vacina Já!
#Fora Bolsonaro e leva os capitães do mato junto!
#Não à privatização!

Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

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