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Transportes e correios puxam queda de 6,3% dos serviços

Liderado pelos segmentos de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios, o volume de serviços prestados no país fechou novembro de 2015 com queda de 6,3% na comparação com novembro de 2014. É a maior redução da série histórica iniciada 2012.

Segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segmento de transportes e correios fechou novembro com queda de 8,2% em relação a novembro de 2014, contribuindo com -2,6 pontos percentuais para a diminuição global do setor.

A PMS indica, ainda, que, com a queda do setor de serviços, novembro fechou com retração acumulada no ano de -3,4% e os últimos doze meses (a taxa anualizada) com redução acumulada de 3,1%. Já a receita nominal do setor encerrou novembro com recuo de 0,8% em relação a igual período do ano anterior, de 1,4% no acumulado do ano e de 1,8% na taxa anualizada (últimos 12 meses).

Retração

A pressão exercida pelo segmento de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios foi seguida por serviços de informação e comunicação com redução de 4,4% em relação a novembro de 2014, contribuindo para a taxa global com retração de 1,6 ponto percentual; e dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,3 ponto). Os serviços prestados às famílias e outros serviços apresentaram recuo de 6,6% e contribuição de -0,4 ponto percentual. Outros serviços fecharam novembro com redução de 7,4%.

Com o resultado negativo de novembro, o setor manteve a sequência de resultados negativos registrados ao longo de 2015. A exceção foi março, quando o setor acusou crescimento de 2,3% sobre março de 2014. Quanto aos resultados por atividade, todos os segmentos registraram variações negativas

Resultados regionais

Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços indicam que, em novembro, apenas cinco estados mostraram crescimento no volume de serviços na comparação novembro2015/novembro2014, com destaque para Roraima, com expansão de 10,9%, Mato Grosso (5,9%), Rondônia (4,1%), Tocantins (2,4%) e Pará (0,5%). Já as maiores variações negativas no volume de serviços foram observadas na Bahia (-17,9%), Amazonas (-15,0%) e Amapá (-14,7%).

O IBGE também divulgou o comportamento do setor de serviços analisando separadamente as Atividades Turísticas, que encerraram novembro com redução de 1,9% sobre novembro de 2014, de -2,2% no resultado acumulado do ano e também de -2,2% na taxa acumulada dos últimos 12 meses.

Em termos regionais, ainda na análise das atividades turísticas, segundo as Unidades da Federação selecionadas, as variações positivas no ano no volume de serviços foram anotadas no Distrito Federal (5%), Goiás (3,2%) e Pernambuco (2,8%).

Já as variações negativas ocorreram no Espírito Santo (-10%), Santa Catarina (-8,1%), Paraná (-6,2%), Bahia (-5,7%), Rio Grande do Sul (-4,4%), Ceará (-3,6%), Rio de Janeiro (-2,5%) e São Paulo (-2,4%).

 

Reprodução: Agência Brasil

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SP: 46 casais homossexuais dizem "sim" em cerimônia coletiva

Os números do IBGE revelam: os brasileiros estão casando menos. Aumentou o número de solteiros, mas tem gente na contramão. Com direitos garantidos, como qualquer outro casal, mais de 40 casais gays casaram neste fim de semana em São Paulo.

O bolo é só cenário, mas as noivas são de verdade. Edejane vai se casar com Fernanda, assim como Michael vai se casar com Diego. Além dos direitos reconhecidos, a realização de um sonho.

“Muito importante, é o dia mais feliz da minha vida”, afirma uma das noivas. E completa a companheira: “Meu igualmente, está sendo um sonho realizado”.

“É bom, encontrar a pessoa que você ama, se dedicar e chegar a esse ponto”, diz um rapaz.

Em 2009, 42,8% dos brasileiros eram solteiros. Em 2011, eram 48,1%. Quanto aos casados, eram quase 46%, em 2009, e em 2011 não chegaram a 40%. A união estável no Brasil vem aumentando. Nos últimos dados do IBGE, enquanto 43,2% se casam no civil e no religioso, 34,8% vivem em regime de união consensual.

Só hoje se formaram 46 novos casais. Cada um trouxe um padrinho, quase sempre alguém da família. “Eu vejo que é o dia mais feliz da vida dela e consequentemente também o meu dia mais feliz”, afirma Vagner Pires, pai da noiva.

“Eles passam a ter os mesmos direitos que os casais heterossexuais em união estável têm, ou seja, direitos sucessórios, direitos de partilha no caso de separação, no caso de falecimento direito a herança. Plano de saúde, Imposto de Renda, todos esses direitos são assegurados”, explica Heloisa Gama Alves, coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo.

E é uma grande conquista: direitos iguais para todos os brasileiros. Todos merecem ter esse reconhecimento da lei.
 
Fonte/Autoria: Bom Dia Brasil
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