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Atos em defesa da democracia e contra o golpe serão realizados no dia 31

 

 

Na próxima quinta-feira, dia 31 de março, trabalhadores, artistas e estudantes de todo o Brasil sairão às ruas em favor da Democracia e contra o Golpe. O Dia Nacional de Mobilização está sendo promovido pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem entidades do movimento sindical, movimentos populares e sociais, além de lideranças políticas. Em Brasília, a concentração do Ato Nacional será no Estádio Mané Garrincha a partir das 14h, de lá a Marcha pela Democracia e Contra o Golpe segue pelo Eixo Monumental, passando pela Explanada dos Ministérios, até a Praça dos Três Poderes. Em Goiânia, a concentração da Mobilização está marcada para as 17h, na Praça Cívica, e seguirá em passeata pelas ruas do Centro, e com atividades culturais.

Os eixos da mobilização são:

- Contra a Reforma da Previdência; 
- Contra a Privatização da Petrobrás;
- Em Defesa do Pré-Sal;
- Não a Lei Anti-Terrorismo;
- Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais;
- Não ao Ajuste Fiscal e aos Cortes nos Investimentos Sociais;
- Em Defesa do Emprego e dos Direitos dos Trabalhadores;
- Fora Cunha!; e
- Contra o Impeachment

Autoria: Laryssa Machado - Assessoria de Comunicação SINTECT-GO

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Frente Brasil Popular promove atos em defesa da democracia

A Frente Brasil Popular, juntamente com a CUT, CTB, MTS, UNE, CMP e outras entidades sociais promovem nesta sexta-feira, 18 de março, atos em todo o Brasil em defesa da democracia, dos direitos sociais e trabalhistas e contra o golpe jurídico-midiático que está em curso.

Em Goiânia, o “Ato Público em defesa da democracia” será composto por dois momentos: o primeiro será uma plenária ampliada com a participação de juristas, Igreja, intelectuais, movimentos sindicais e sociais, que ocorrerá às 16h na Faculdade de Direito da UFG, na Praça Universitária.  As 18h, o palco central do ato passa a ser a Praça Universitária com o Culturata, ato político-cultural em defesa da democracia, que contará com apresentações de artistas goianos.

 

Autoria: Laryssa Machado - Assessoria de Comunicação SINTECT-GO

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Centrais e Movimentos conclamam população a ir às ruas dia 16

Organizada por segmentos da esquerda, mobilização é em defesa dos direitos dos trabalhadores e em defesa do país

Centrais Sindicais, movimentos social e popular, em coletiva de imprensa nesta quarta (09), no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, conclamaram  aos brasileiros e brasileiras a irem às ruas no próximo dia 16, para defender a democracia, pedir a cassação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e mudanças na política econômica.

Esses são os 3 pontos que unem as entidades que formam o bloco contra o retrocesso e por mais direitos: CUT, CTB, MST, MTST, UNE e CONEN.

O processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff foi aberto no último dia 2 por Cunha, no mesmo dia em que o PT anunciou que votaria pela admissibilidade do processo de cassação dele por quebra de decoro parlamentar - foi comprovado que o presidente da Câmara tem contas secretas na Suíça e ele mentiu numa seção da Casa negando ter essas contas.

“O impeachment sem base jurídica, motivada pelas razões oportunistas e revanchistas de Cunha, é GOLPE”, diz um trecho da convocatória unificada de mobilização para o Dia  Nacional de Luta Contra o Impeachment, pela Cassação de Cunha e por Mudanças na Política Econômica, divulgada na coletiva desta terça. 

O presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, afirmou que o impeachment também significa retirada de direitos dos trabalhadores e destacou que Cunha, além de não ter legitimidade para encabeçar o processo contra a presidenta, representa retrocesso para o país. "O impeachment, além de ser cortina de fumaça para a população esquecer os crimes que ele cometeu, atenta contra a democracia, porque não há legalidade no processo. O que há é uma disputa política", denunciou. 

Vagner também lembrou as pautas conservadoras do presidente da Câmara, como a redução da maioridade penal, a legalização da terceirização sem limites e o projeto que criminaliza as mulheres vítimas de violência sexual. "São pautas que só tiram direitos".  

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, complementou dizendo que o movimento que está organizando o ato para o dia 16 é contra o impeachment, mas nem por isso apoia as políticas do governo. 

“Os mesmos movimentos organizados que estão aqui também estiveram durante todo o ano fazendo atos dizendo que são contra o ajuste fiscal, que a saída para a crise é taxar as grandes fortunas e da importância de se fazer as reformas estruturais”, explicou Boulos. 

A secretária de Imprensa e Comunicação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Raimunda Gomes  também lembrou que todos devem ficar atentos as manobras de Cunha no processo de impeachment.  

“A luta é no parlamento, no judiciário e com o povo na rua. O Cunha não tem moralidade política para encabeçar o processo e nem de continuar presidente da Câmara”, pontuou. 

Edson Carneiro, o Índio, secretário-geral da Intersindical, disse, para os jornalistas e convidados presentes, que a luta é contra o retrocesso. “É o maior ataque contra a classe trabalhadora e temos que derrotá-lo. Também temos que pautar as principais reformas”. 

Flávio Jorge da Silva, membro da direção da Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen), lembrou que o movimento negro lutou  500 anos para conseguir conquistas históricas e vê ameaça. “É só ver a composição da comissão para votar o impeachment, como os deputados Pastor Feliciano e Bolsonaro, símbolos do fascismo e do conservadorismo, pregam a intolerância, o racismo e o ódio”.  

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, recordou a luta da entidade no movimento ‘Fora Collor’ e fez questão de dizer as diferenças com o momento atual. “Foi comprovado que a mulher de Collor tinha dinheiro ilícito em sua conta e fatos, que não deixavam dúvidas sobre seu envolvimento em corrupção, foram comprovados. Isto deu legalidade para o processo de impeachment, muito diferente de agora.”, explicou. 

Gilmar Mauro, coordenador do Movimento Sem Terra (MST), lembrou que o ato acontecerá em várias capitais brasileiras. “Não estamos conclamando somente os movimentos sociais, mas também os democratas, progressistas e os que querem impedir o golpe”, disse. 

“Independente das diferenças ideológicas de cada movimento envolvido neste ato, não somos covardes e vamos para rua defender a continuidade do projeto popular, combater a política econômica e mobilizar por reformas estruturantes, principalmente a reforma política que é necessária e urgente”, finalizou. 

Vagner pontuou que a representação dos movimentos sociais que estão unidos para enfrentar este momento é a maior unidade da esquerda brasileira desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Todos os segmentos da esquerda brasileira contemporânea estão unidos e unificados em torno dos três eixos e isso demostra a gravidade do momento político do Brasil, mas também demonstra o amadurecimento da esquerda”, finalizou.

Serviço:16/12 - quarta-feira

Em São Paulo, a concentração será às 17 no Vão Livre do Masp. A caminhada vai até a praça da República, onde fica o prédio da secretaria de educação do governo estadual.

Estão previstos atos em todo País.

 

Reprodução: CUT Nacional

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