Tenha um bom dia! Hoje é Quarta, dia 24 de Julho de 2019. Agora são 06:37:47 hs

Fim do Ministério do Trabalho: você será prejudicado?

Jair Bolsonaro afirmou na tarde desta quarta-feira, 7, que irá incorporar o Ministério do Trabalho “a algum ministério”, contudo, não informou qual. Com esta extinção, os trabalhadores serão os mais prejudicados, pois não haverá mais fiscalização para assegurar às mínimas condições de trabalho e a proteção trabalhista.

O Ministério do Trabalho foi criado em 1930 e regula, entre outras coisas, a política e diretrizes para a geração de emprego e renda, viabiliza o acesso a serviços e benefícios (registro profissional, seguro-desemprego, emissão de carteira de trabalho, abono salarial), fiscaliza as relações de trabalho e a aplicação das sanções previstas em normas legais e coletivas, fiscaliza o cumprimento das leis trabalhistas, gere o FGTS e o Sistema Nacional de Emprego (SINE).

Sem um Ministério especifico para as relações de trabalho, o governo vai garantir apoio e recursos para que continue existindo fiscalizações para checar as condições mínimas de trabalho, saúde e segurança? Continuará combatendo o trabalho escravo e o trabalho análogo a escravidão? Continuará indo até as empresas para apurar as denuncias dos trabalhadores? Aliás, continuará ouvindo as denuncias dos trabalhadores? Continuará havendo aplicação de multas para as empresas que utilizarem trabalho escravo ou trabalho infantil? Os empregadores continuarão cumprindo as leis trabalhistas por pura “boa vontade”? E como fica o Acordo Coletivo de Trabalho das categorias? Haverá negociação com as empresas em época de Campanha Salarial?

Quem o presidente eleito quer favorecer com essa decisão? Os mais de 13 milhões de desempregados e os 43% dos trabalhadores na informalidade? Ou os empresários?

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Trabalhadores vão às ruas no dia 20 em defesa da democracia

                                                                 

A CUT Goiás e a Frente Popular de Luta convidam todos a participarem da “Mobilização em defesa da democracia”, que ocorrerá nesta quinta-feira, dia 20 de agosto, em todo o país. Em Goiânia, a concentração será na Praça do Bandeirante, às 17 horas. Defender os direitos sociais, a liberdade e a democracia são os principais objetivos do ato.

O atual cenário econômico e político tem causado uma reação na burguesia, que se mobiliza para impor seu projeto de exploração aos trabalhadores. Assim, a Central e a Frente Popular conclamam os trabalhadores para irem às ruas pelas seguintes reivindicações :  

• Não vamos permitir a entrega do Pré-sal e a privatização da Petrobras;

• Não aceitamos corte nos direitos dos trabalhadores e nem a terceirização sem limites;

• Não aceitamos que o Congresso perdoe as multas dos Planos de Saúde e acabe com o Sistema Único de Saúde (SUS);

• Contra o ajuste fiscal;

• Por uma auditoria na dívida pública;

• Por Reformas Política, Agrária e Urbana;

• Pela democratização da comunicação;

• E contra o golpe!

 

Autoria: Laryssa Machado - Assessoria de Comunicação SINTECT-GO com informações da CUT Goiás

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