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ANS suspende comercialização de 46 planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga nesta sexta-feira (26/02) a lista de planos de saúde que terão a comercialização suspensa em função de reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativa e demora no atendimento. Neste ciclo, 46 produtos de oito operadoras serão temporariamente impedidos de receber novos clientes. A medida faz parte do monitoramento periódico realizado pela reguladora que, a partir de agora, traz uma importante novidade: a ANS passa a divulgar a situação de todas as operadoras, o que possibilita ao beneficiário acompanhar mais facilmente o desempenho da sua em relação ao programa. A suspensão vale a partir do dia 04/03.

Neste ciclo – que se refere ao 4º trimestre de 2015 -, a ANS analisou 16.734 reclamações sobre cobertura assistencial recebidas no período de 01/10/2015 a 31/12/2015. Destas, 13.365 foram consideradas no monitoramento. São excluídas as reclamações de operadoras que estão em portabilidade de carências, liquidação extrajudicial ou em processo de alienação de carteira, que já não podiam mais ser comercializados porque as empresas estão em processo de saída ordenada do mercado. No universo avaliado, mais de 90% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), o que garantiu a solução do problema a esses consumidores com agilidade.

Os planos de saúde suspensos possuem, juntos, 314,3 mil beneficiários. Estes clientes continuam a ter a assistência regular a que têm direito, ficando protegidos com a medida, uma vez que as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos beneficiários.

Das 8 operadoras com planos suspensos neste novo ciclo, quatro já tinham planos em suspensão no período anterior e quatro não constavam na última lista de suspensões. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do próximo ciclo. Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Novidade – A partir deste ciclo, os beneficiários de planos de saúde e demais consumidores poderão verificar os resultados de todas as operadoras no Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento. A novidade atende a mudanças efetuadas na metodologia do programa e introduzidas pela Instrução Normativa nº 48/2015. Para isso, a ANS passa a divulgar a classificação das empresas nas quatro faixas existentes (que vão de 0 a 3). Isso permite visualizar o panorama geral e comparar o desempenho de cada uma delas. A mudança amplia a gama de informações disponibilizadas aos consumidores, oferecendo mais uma ferramenta que permite subsidiar a decisão do consumidor no momento de escolher um plano de saúde.

“Antes, o foco do monitoramento ficava restrito à suspensão. Além disso, operadoras que tinham reclamações mas que não chegavam a ter planos suspensos não eram divulgadas, ficando, aos olhos dos consumidores, no mesmo patamar de operadoras que se esforçaram para não ter nenhuma reclamação. Com essa mudança, o consumidor poderá acompanhar o desempenho da sua operadora, identificando como ela tem se comportado em relação ao cumprimento dos prazos de atendimento. É uma medida que reforça o objetivo principal do Programa de Monitoramento: incentivar a melhoria do acesso ao atendimento e a proteção ao consumidor”, destaca o diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão.

Planos reativados – Paralelamente à suspensão, 33 planos de 16 operadoras poderão voltar a comercializar os produtos que estavam impedidos de serem vendidos. Isso acontece quanto há comprovada melhoria no atendimento aos beneficiários. Das 16 operadoras, 12 foram liberadas para voltar a comercializar todos os produtos que estavam suspensos e quatro tiveram reativação parcial.

Acesse aqui a lista de planos com comercialização suspensa.

Acesse aqui a lista de operadoras com planos totalmente reativados.

Acesse aqui a lista de operadoras com planos parcialmente reativados.

Veja a classificação de todas as operadoras.

 

Reprodução: ANS

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Sindicatos se reúnem com a nova diretoria da Postal Saúde

 

No último dia 21 de janeiro, o SINTECT-GO e demais representantes dos sindicatos participaram de uma reunião com a nova diretoria da Postal Saúde, Caixa de Assistência e Saúde dos Empregados dos Correios, em Brasília. Na ocasião foram discutidos, principalmente, as dificuldades que a Postal Saúde vem enfrentando para garantir a assistência médica aos trabalhadores.

A nova diretoria da Postal Saúde informou que não vem recebendo os devidos repasses dos Correios. E que por conta desse atraso nos repasses, acaba deixando de pagar fornecedores e profissionais da rede credenciada. Consequentemente estes deixam de atender aos beneficiários do plano.

Diferente da Postal Saúde que opera na modalidade de autogestão, a Unimed é uma cooperativa de médicos que possui regulamento próprio e, ainda que firme contrato com a Postal Saúde, não se submete ao regulamento desta.

A direção da Postal Saúde ainda justificou que a dificuldade de credenciar diretamente profissionais nas menores cidades do país se deve ao fato de que a procura pelo atendimento é muito pulverizada. O que não é muito atrativo para os profissionais, que preferem atender quase que exclusivamente pela Unimed. “A situação é semelhante a um cartel, algo comparado a uma máfia, da qual a Postal Saúde estaria refém”, declarou o dirigente sindical Wesley Martins.

Mas essa situação não é novidade, pois antes de surgir a Postal Saúde as Unimed’s já atendiam os ecetistas em várias localidades do país.

 

Apesar disso, ficou evidente, durante a reunião, que as negociações referentes à qualidade do Plano de Saúde devem ser realizadas diretamente com a direção dos Correios, que descumpre a cláusula que garante assistência médica, hospitalar e odontológica aos trabalhadores, e é a principal responsável pelo estado crítico do nosso plano de saúde.

O Presidente da Postal Saúde, Pedro de Almeida Feijó, durante a reunião também informou que diante dos altos custos para manutenção do plano, estão sendo estudadas medidas de redução de despesas e mudanças no custeio do plano, para serem implementadas posteriormente. Ele deixou escapar que não está descartada a ideia de cobrar mensalidades dos beneficiários que possuem dependentes.

Não é de hoje que a direção dos Correios informa que não tem condições de manter o Plano de Saúde nos mesmo moldes. Após o advento da Postal Saúde, há aproximadamente três anos, a despesa com o plano mais que dobrou, e a qualidade caiu,  e são diárias as reclamações dos trabalhadores por falta de atendimento médico. Uma clara demonstração de que a luta em defesa do plano de saúde e por melhorias será constante.

Quanto aos problemas referentes ao atendimento das Unimed’s, a diretoria firmou compromisso de buscar solução para a manutenção do atendimento. É esperar para ver.

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ANS suspende venda de 43 planos de saúde de 16 operadoras

A partir da próxima quinta-feira (19/11), 43 planos de saúde de 16 operadoras terão a comercialização suspensa em razão do não cumprimento dos prazos máximos de atendimento e outras queixas de natureza assistencial, como negativas indevidas de cobertura. A medida é uma determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Com a suspensão, as operadoras ficam impedidas de receber novos consumidores nesses planos até comprovarem melhoria da assistência. Para os beneficiários existentes, entretanto, o atendimento permanece normal.

A suspensão é resultado do 15º ciclo do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que avalia permanentemente as operadoras quanto às reclamações relativas à cobertura assistencial. A divulgação dos dados apurados é feita pela ANS a cada três meses. Neste ciclo, mais de 610,8 mil beneficiários são diretamente protegidos.

O diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão, explica que o monitoramento realizado pela Agência procura induzir as operadoras a uma mudança de comportamento, provocando melhorias na assistência prestada aos beneficiários. “A medida funciona em dois sentidos: por um lado, obriga as operadoras a melhorarem o atendimento para que voltem a comercializar esses planos para novos clientes; por outro, protege os beneficiários desses planos, já que evita a entrada de novos consumidores enquanto não houver comprovada adequação da assistência”, destaca o diretor.

Paralelamente à suspensão, 38 planos de saúde de 14 operadoras que estavam com a comercialização interrompida poderão voltar a ser comercializados, já que comprovaram melhoria no atendimento ao cidadão. Desde o início do monitoramento, 1.170 planos de 158 operadoras tiveram as vendas suspensas e outros 1.014 planos voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento. Das 16 operadoras com planos suspensos nesta etapa, 10 constavam na lista de suspensão do período anterior.

Além de interromper a venda, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multas que variam de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Reclamações – Neste ciclo de monitoramento, que compreende o período de 19/06 a 18/09 de 2015, a ANS recebeu 29.831 reclamações de beneficiários pelos seus canais de relacionamento. Todas foram tratadas pela mediação de conflitos, sendo que 10.467 eram relacionadas a temas não assistenciais (contratos e reajuste, por exemplo) e 19.364 referentes à cobertura assistencial. Destas últimas, 13.030 foram consideradas na avaliação do Programa de Monitoramento - foram excluídas as reclamações sobre planos de operadoras em portabilidade de carências ou em liquidação extrajudicial, que já não podem mais ser comercializados porque as empresas estão em processo de saída ordenada do mercado.

No universo analisado, 87,6% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP). A mediação de conflitos agiliza a solução de problemas do beneficiário de planos de saúde. Com a notificação, as operadoras são comunicadas diretamente pelo portal da ANS, em espaço próprio, onde acompanham as demandas. O prazo máximo para a adoção das medidas necessárias à solução da reclamação é de até cinco dias úteis em casos assistenciais e de até 10 dias úteis para não assistenciais.

Panorama do 15º ciclo

• 16 operadoras com planos suspensos
• 43 planos com comercialização suspensa
• 610.867 consumidores diretamente protegidos
• 38 planos reativados
• 6 operadoras com reativação total de planos (16 produtos)
• 8 operadoras com reativação parcial de planos (22 produtos)

 Confira aqui a lista de planos que terão a comercialização suspensa e reativados

Reprodução: ANS

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Comunicado: SINTECT/GO colhe reclamações contra a Postal Saúde

Trabalhadores, no próximo dia 04 de fevereiro ocorrerá uma reunião do Comitê Paritário de Qualidade do Plano de Saúde, que visa debater e solucionar os problemas que existem no plano de saúde da categoria (Postal Saúde). Por isso, solicitamos que vocês nos enviem e-mails, até o dia 03 de fevereiro, descrevendo os problemas enfrentados na hora de utilizar a assistência médica e odontológica, como, por exemplo, o descredenciamento de hospitais e clinicas, atraso de procedimentos, demora na emissão de cartões, entre outros.

As reclamações recebidas pelo SINTECT/GO serão encaminhadas à FENTECT, que as apresentarão durante a reunião do Comitê.

E-mail para encaminhar as reclamações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Fonte: Diretoria Colegiada

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Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador

Será realizada nos dias 17, 18 e 19 de março de 2014 em São Paulo, a 1ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora da CUT, portanto, as CUTs estaduais deverão realizar as etapas estaduais até dezembro de 2013.

Diante do exposto a CUT GOIÁS realizará no dia 22 de novembro – sexta-feira, a primeira Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora da Central no Estado.

As inscrições já estão abertas e prosseguem até às 15 horas do dia 21 de novembro, pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou através dos telefones (62) 3224 0169 ou 8596 9264.

Todas as entidades filiadas a CUT estão convidadas a enriquecer o debate da conferência estadual de saúde de Goiás. 

 
Fonte/Autoria: CUT/Go
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Assédio moral, saúde da trabalhadora e previdência são destaques no Encontro de Mulheres


Terminou ontem em Luziânia (GO) o VXII Encontro Nacional de Mulheres Trabalhadoras dos Correios. O evento, que começou na segunda-feira (14), foi palco de diversos debates relacionados às mulheres ecetistas, entre eles a falta de condições de trabalho, longas jornadas, previdência social e assédio moral.

Um dos pontos de grande destaque no evento foi sobre o assédio moral. No segundo dia, a médica do trabalho e doutora em psicologia social, Margarida Barreto, apresentou o tema “Violência no Trabalho”, e explicou que o assédio moral ocorre devido à pressão generalizada para a produção. “Às vezes, a própria organização da empresa contém uma pressão generalizada para a produção, que gera angústia e ansiedade. É terrível dar o melhor de si e ouvir o tempo todo reclamações e comparações”.

Margarida Barreto falou sobre a importância de não se ficar em silencio, pois isso acaba dando forças para quem humilha e promove o sentimento de medo entre os colegas de profissão. “A empresa é corresponsável nesses casos. É dever do empregador manter um ambiente saudável, na prática. Nos Correios, por exemplo, casos de lesões por esforço repetitivo, acidentes e, fundamentalmente, a terceira patologia que mais aparece na instituição, transtornos mentais, são os mais contabilizados. É necessária, sim, uma política severa para combater e banir o assédio moral no ambiente de trabalho”, afirmou.

Ainda no segundo dia, a psicóloga especialista em saúde do trabalhador Maria de Fátima Duarte apresentou o tema “Políticas e Práticas de Saúde do Trabalhador para as Mulheres dos Correios”. Em sua palestra, a psicóloga explicou que as longas jornadas de trabalho pode afetar a saúde do trabalhador, causando estresse, traumas, acidentes, doenças psicológicas e, até mesmo, alterações nas esferas sexual e reprodutiva.

No último dia (17), Cláudia Muinhos Ricaldoni, Presidente da Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (ANAPAR), falou sobre os fundos de pensão e ressaltou a importância das mulheres estarem atentas a eles.  Para ela, os brasileiros não ligam muita para a previdência, pois acreditam que serão jovens para sempre. “Acreditamos que vamos ser jovens para sempre, mas sabemos que devemos poupar e pensar nos nossos filhos. Acho complicado confiar cegamente nos administradores, quando há muito dinheiro envolvido. Não parece razoável”, destacou.

Dando continuidade no assunto, o diretor da Fentect, Rogério Ubine, apresentou um pouco da história do Postalis, fundo que visa oferecer e administrar planos para complementação de aposentadoria e cobertura para eventos de risco. Ele ainda explicou o que tem sendo feito pela Federação em relação ao Fundo.

O Encontro de Mulheres é um evento que possibilita o debate e a construção da unidade entre a categoria, além de ser uma oportunidade das mulheres compartilharem suas experiências e dúvidas relacionadas ao seu trabalho.

*Com informações da FENTECT

 
Fonte/Autoria: Laryssa Machado
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Direito à saúde não se tira, se amplia. Postal saúde não!





Nossa luta não é só por melhorias salariais, mas também por melhores condições de trabalho e, principalmente, pela manutenção do Correios Saúde.

A empresa está aplicando mais uma rasteira na categoria, terceirizando o nosso plano e retirando direitos. Com a entrega do plano à iniciativa privada, o dinheiro que deveria ser aplicado na saúde do trabalhador passar a ser investido no mercado financeiro, assim como já é feito com o PostalPrev. E os prejuízos, neste caso, você já sabe de quem será: do trabalhador, é claro!

Os administradores dos Postalis e Postalprev, responsáveis por rombos e prejuízos, são os mesmos que vão administrar o Postal Saúde, o plano de saúde terceirizado.

A ECT quer aumentar o compartilhamento, criar taxa mensal, diminuir benefícios, dificultando a inclusão de pais e mães. É óbvio que quem vai perder somos nós, trabalhadores, para que eles lucrem cada vez mais.

E o que você vai fazer para impedir esse assalto aos seus direitos?
Vamos lutar pela manutenção e melhoria do nosso Correios Saúde. 

Exigimos que a empresa discuta com os membros da Fentect, ponto a ponto, as questões relacionadas ao nosso plano de saúde.

Queremos, sim, um plano mais moderno, com cartão magnético, ampliação da rede credenciada e outros avanços, mas sem retirar os direitos do trabalhador, que foram todos conquistados com muita luta.

Confira o Plantão da Campanha Salarial nº 04
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO
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Empresa oferece 5,2 % de reajuste e alteração no plano de saúde. Fentect cobra explicações

 




A Comissão Nacional de Negociação da Fentect participa agora pela manhã, em Brasília, de reunião convocada pela ECT para discussão da campanha salarial 2012. A empresa apresentou, conforme imagem abaixo, proposta de reajuste de 5,2% em todos os benefícios, menor índice inflacionário.

O secretário geral da Fentect, Edson Dorta, cobrou uma explicação da ECT. A proposta ainda contém cláusula da alteração no nosso Plano de Saúde, o que representa uma armadilha para os trabalhadores. Acompanhe aqui no nosso site maiores informações.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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