Tenha uma boa tarde! Hoje é Segunda, dia 01 de Junho de 2020. Agora são 15:46:18 hs

I Encontro Regional de Saúde dos Trabalhadores dos Correios – slides

O SINTECT-GO realizou no último sábado, dia 26 de novembro, o I Encontro Regional de Saúde dos Trabalhadores dos Correios, no Hotel Serras de Goyaz, em Goiânia. Com o tema “Trabalhar sim, adoecer não!”, o Encontro foi marcado por palestras e discussões em torno da saúde do trabalhador. Confira abaixo os materiais disponibilizados pelos palestrantes:

Apostila completa do evento aqui

Saúde Mental no Trabalho - Drª Carla Maria

Slide apresentado pela Drª Carla Maria aqui

 

Leia mais ...

Inscrições para o I Encontro Regional de Saúde são prorrogadas até o dia 23


 

Foram prorrogadas até o dia 23 de novembro as inscrições para o I Encontro Regional de Saúde dos Trabalhadores dos Correios. O evento será realizado no dia 26 de novembro, no Hotel Serras de Goyaz, em Goiânia, a partir das 8h.

Como participar:

Basta preencher a ficha de inscrição, disponível abaixo, digitalizá-la ( ou tirar uma foto legível) e enviá-la ao SINTECT-GO por:

  • email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ;
  • fax: (62) 3280-4415;
  • Whatsapp: (62)99688-8408;
  • entregá-la diretamente na sede do Sindicato, localizada na Rua anhangá , Quadra 32-A Lote 25 Vila Brasília, Aparecida de Goiânia – Goiás.

Saiba mais aqui. 

Leia mais ...

Todos ao I Encontro Regional de Saúde dos Trabalhadores dos Correios

Evento que acontece no próximo dia 26, terá a participação de especialistas em prevenção e pretende esclarecer porque tanto trabalhador tem adoecido nos Correios. Na oportunidade, também será discutida a situação caótica do Plano de Saúde da categoria. Participe!

Diante do crescente número de ecetistas que adoecem, reabilitam ou aposentam por invalidez por causas ligadas as condições de trabalho, o SINTECT-GO realiza no dia 26 de novembro o I Encontro Regional de Saúde dos Trabalhadores dos Correios. O evento ocorrerá no Hotel Serras de Goyaz, localizado na Av. Paranaíba, 1445 - Setor Central, Goiânia – GO, a partir das 8h.

O I Encontro de Saúde dos Trabalhadores dos Correios visa conscientizar os ecetistas da importância de se cuidar da saúde. Entre os temas que serão abordados, estão: “Assédio Moral”, “Saúde Mental”, “Causas, diagnóstico e prevenção das doenças ocupacionais dos trabalhadores”, “As medidas administrativas e jurídicas a serem tomadas” e o “Desmonte do Plano de Saúde da categoria (Postal Saúde)”.

Todos os trabalhadores filiados ao Sindicato podem participar do Encontro, para isso basta preencher a ficha de inscrição abaixo e enviá-la ao SINTECT-GO até o dia 19 de novembro por:

  • email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ;
  • fax: (62) 3280-4415; ou
  • entregá-la diretamente na sede do Sindicato, localizada na Rua anhangá , Quadra 32-A Lote 25 Vila Brasília, Aparecida de Goiânia – Goiás.

 

O preenchimento da inscrição é fundamental para que o Sindicato possa providenciar a estrutura adequada aos participantes. Por isso, não esqueça de se inscrever com antecedência.

Doenças ocupacionais

Atualmente o número de pessoas que foram reabilitadas ou aposentadas por doenças é alarmante, e nos Correios a situação não é diferente. Toda empresa e/ou empregador tem a obrigação de garantir condições que preserve a saúde dos trabalhadores, mas não é o que acontece. A saúde dos trabalhadores é comprometida diariamente, sobretudo por causa das péssimas condições de trabalho, e o desenvolvimento de doenças ocupacionais acaba sendo inevitável.

Postal Saúde no Vermelho

Além do trabalhador adoecer nos Correios em função da sobrecarga, da falta de ergonomia e de outras condições relacionadas ao trabalho, o ecetista ainda sofre com a falta de assistência médica que deveria ser assegurada pelo seu Plano de Saúde. Desde o surgimento da Postal Saúde, os trabalhadores convivem com a falta de atendimento médico, descredenciamento de profissionais e a recorrente ameaça de pagamento de mensalidades e exclusão de dependentes.

Em cumprimento ao ACT 2016/2017 foi instaurada uma Comissão Paritária para discutir a situação do Plano. Os representantes da ECT alegam dificuldades financeiras e  insistem a todo custo em alterar o custeio do plano. Já está suspensa a inclusão de novos beneficiários e pretendem propor mensalidades. É preciso mobilizar!

 

Leia mais ...

Comissão Paritária de Saúde tem primeira reunião nesta quinta-feira

Durante esta quinta-feira (20) e sexta-feira (21), a Comissão Paritária de Saúde, formada por membros indicados pela FENTECT e representantes da Vice-presidência de Gestão de Pessoas da ECT (VIGEP), realizará a reunião inicial, para debater os temas relativos à saúde do trabalhador, conforme a Cláusula 28, do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/17 – Assistência Médica/Hospitalar e Odontológica.

Na pauta do primeiro dia estão a construção e assinatura do regimento interno, definição dos temas a serem tratados e a definição do cronograma de atividades. A reunião será na Universidade dos Correios, em Brasília, a partir das 10 horas.

De acordo com o ACT 2016/17, a comissão deveria ser constituída 30 dias a partir da assinatura do acordo, que foi realizada no dia 20 de setembro. Na formação, sete representantes da FENTECT e sete da Findect, mais 14 da empresa.

Apenas o início
Segundo o ACT assinado este ano, houve ganho na questão da assistência médica/hospitalar, pois o mesmo retira poderes antes exclusivos da comissão paritária, criada em negociações passadas com a mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O benefício da assistência médica é uma vitória da luta dos (as) trabalhadores (as) dos Correios. Foi adquirido com a maciça participação em dias de greve. No entanto, a cada ano, a empresa tenta, em campanhas salariais, reduzir este direito ao plano de saúde. O intuito da ECT é o mesmo.

Nos dois últimos anos, a empresa tem atacado os (as) funcionários (as) dos Correios para, inclusive, implantar mensalidades no plano de saúde. A organização e a pressão da categoria são responsáveis por afastar a redução neste benefício importante. Destaca-se que, devido aos baixos salários dos (as) ecetistas em relação às federais, benefícios como ticket alimentação e plano de saúde são a tábua de salvação para a categoria.

A representação dos trabalhadores tem a árdua missão pela frente de barrar os ataques que vêm sido planejados há alguns anos pela ECT para reduzir custos com os (as) trabalhadores (as), também de propor melhorias para o plano de saúde. O acompanhamento dos trabalhos desenvolvidos pela comissão é essencial para cobrar melhorias, ainda, a fiscalização dos gastos.

Há indícios de problemas de gestão e administração, envolvidos, por exemplo, em operações da Polícia Federal, que investigam a assistência médica dos Correios . Por isso, não serão admitidas contas nas costas dos (as) empregados (as). Aos (as) ecetistas não serão impostas arbitrariedades.

Agora, a comissão paritária deverá apresentar melhorias para o plano de saúde até o dia 30 de janeiro de 2017, que somente serão implementadas sob aprovação da empresa e dos representantes da categoria, após serem submetidas às deliberações em assembleias dos (as) ecetistas, em um prazo de até 60 dias.

A federação alerta que este é o momento para aumentar o número de participações e do trabalho ativo da categoria. As decisões deverão ser majoritárias entre os (as) trabalhadores (as) e somente serão colocadas em prática a partir dessa maioria que discutirá em assembleias os pontos apresentados.

Como representantes indicados pela FENTECT para a reunião desta quinta-feira estão sete titulares, entre eles: Suzy Cristiny da Costa, Edvaldo P. dos Santos Filho, João Ricardo Guedes, Emerson Vasconcelos da Silva, Heitor Fernandes Filho, Victor Uislan Nunes de Paula e Robson Gomes da Silva. Também na lista estão sete suplentes: Manoel de Almeida Santana, Halisson Tenório Ferreira, Geraldo de Jesus França, Ueber Ribeiro Barboza, Evandro Tavares de Farias, Diego Antunes Espíndola e Tony Sergio R. Cavalcante.

Reprodução: Fentect

Leia mais ...

ECT deverá estender plano de saúde a netos sob guarda judicial de agente

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) contra decisão que determinou a inclusão dos netos de uma agente de correios, que tinha a guarda judicial dos menores, como seus dependentes no plano de saúde. A empresa alegou que seu regulamento autoriza a inclusão somente nos casos em que os dependentes estejam em processo de adoção, mas a Turma manteve o entendimento de que o tratamento diferenciado da norma regulamentar viola princípios constitucionais de proteção à criança e ao adolescente.

Em 2011, depois de obter a guarda dos netos, gêmeos, em ação cível, a trabalhadora disse que procurou a ECT para incluí-los como dependentes nos serviços de assistência médica e odontológica oferecido aos empregados da empresa, mas o pedido não foi aceito, levando-a a ajuizar reclamação trabalhista.

O juízo da 25ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (RS) acolheu a pretensão e determinou a inclusão dos menores no plano, entendendo que a ECT violou os princípios da isonomia, da dignidade da pessoa humana e da proteção à infância e juventude. Deferiu ainda o ressarcimento de despesas com creche e o pagamento de auxílio-creche. O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) manteve a sentença.

TST

No recurso de revista ao TST, a ECT alegou que tem autonomia para gerenciar sua política de pessoal, de acordo com os instrumentos gerenciais e legais de que dispõe, não podendo ser imposta a concessão de benefícios a funcionários que não atendam aos requisitos estipulados nas normas e manuais vigentes. Reiterou que há um rol taxativo previamente definido sobre quem tem direito ao plano de saúde, que "não é extensivo a todos os dependentes dos trabalhadores indiscriminadamente".

O ministro Douglas Alencar Rodrigues, relator, a ECT, ao restringir, por meio de normas internas, o acesso ao plano de saúde apenas aos menores em guarda judicial em processo de adoção, excluindo aqueles apenas sob guarda judicial, acabou por afastar um grupo de menores da garantia constitucional de proteção a menores e adolescentes em situação de vulnerabilidade. No caso dos autos, não há razão jurídica plausível para o tratamento diferenciado conferido aos netos da trabalhadora apenas pela circunstância de que não foram submetidos a processo judicial de adoção", afirmou, citando dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90).

Para o relator, a concessão de guarda judicial à avó deve receber o mesmo tratamento reservado aos casos de adoção. "Além de a guarda conferir à criança ou adolescente a condição de dependente, para todos os fins e efeitos de direito, inclusive previdenciários, a adoção entre ascendentes e irmãos é expressamente vedada pela ordem jurídica, não se justificando a interpretação restritiva promovida pela empresa", assinalou. "Definitivamente, não há, no âmbito puramente privado das relações de emprego, espaço para a consagração de situações diferenciadas, porque, afinal, os menores e adolescentes são destinatários da proteção integral em ambas as situações".

O Ministério Público do Trabalho se manifestou de forma favorável ao voto do relator e destacou que o tema é de ordem e interesse públicos.

A decisão foi unânime.

Processo: RR-349-38.2013.5.04.0025

Reprodução: TST

Leia mais ...

ANS suspende comercialização de 46 planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga nesta sexta-feira (26/02) a lista de planos de saúde que terão a comercialização suspensa em função de reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativa e demora no atendimento. Neste ciclo, 46 produtos de oito operadoras serão temporariamente impedidos de receber novos clientes. A medida faz parte do monitoramento periódico realizado pela reguladora que, a partir de agora, traz uma importante novidade: a ANS passa a divulgar a situação de todas as operadoras, o que possibilita ao beneficiário acompanhar mais facilmente o desempenho da sua em relação ao programa. A suspensão vale a partir do dia 04/03.

Neste ciclo – que se refere ao 4º trimestre de 2015 -, a ANS analisou 16.734 reclamações sobre cobertura assistencial recebidas no período de 01/10/2015 a 31/12/2015. Destas, 13.365 foram consideradas no monitoramento. São excluídas as reclamações de operadoras que estão em portabilidade de carências, liquidação extrajudicial ou em processo de alienação de carteira, que já não podiam mais ser comercializados porque as empresas estão em processo de saída ordenada do mercado. No universo avaliado, mais de 90% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), o que garantiu a solução do problema a esses consumidores com agilidade.

Os planos de saúde suspensos possuem, juntos, 314,3 mil beneficiários. Estes clientes continuam a ter a assistência regular a que têm direito, ficando protegidos com a medida, uma vez que as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos beneficiários.

Das 8 operadoras com planos suspensos neste novo ciclo, quatro já tinham planos em suspensão no período anterior e quatro não constavam na última lista de suspensões. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do próximo ciclo. Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Novidade – A partir deste ciclo, os beneficiários de planos de saúde e demais consumidores poderão verificar os resultados de todas as operadoras no Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento. A novidade atende a mudanças efetuadas na metodologia do programa e introduzidas pela Instrução Normativa nº 48/2015. Para isso, a ANS passa a divulgar a classificação das empresas nas quatro faixas existentes (que vão de 0 a 3). Isso permite visualizar o panorama geral e comparar o desempenho de cada uma delas. A mudança amplia a gama de informações disponibilizadas aos consumidores, oferecendo mais uma ferramenta que permite subsidiar a decisão do consumidor no momento de escolher um plano de saúde.

“Antes, o foco do monitoramento ficava restrito à suspensão. Além disso, operadoras que tinham reclamações mas que não chegavam a ter planos suspensos não eram divulgadas, ficando, aos olhos dos consumidores, no mesmo patamar de operadoras que se esforçaram para não ter nenhuma reclamação. Com essa mudança, o consumidor poderá acompanhar o desempenho da sua operadora, identificando como ela tem se comportado em relação ao cumprimento dos prazos de atendimento. É uma medida que reforça o objetivo principal do Programa de Monitoramento: incentivar a melhoria do acesso ao atendimento e a proteção ao consumidor”, destaca o diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão.

Planos reativados – Paralelamente à suspensão, 33 planos de 16 operadoras poderão voltar a comercializar os produtos que estavam impedidos de serem vendidos. Isso acontece quanto há comprovada melhoria no atendimento aos beneficiários. Das 16 operadoras, 12 foram liberadas para voltar a comercializar todos os produtos que estavam suspensos e quatro tiveram reativação parcial.

Acesse aqui a lista de planos com comercialização suspensa.

Acesse aqui a lista de operadoras com planos totalmente reativados.

Acesse aqui a lista de operadoras com planos parcialmente reativados.

Veja a classificação de todas as operadoras.

 

Reprodução: ANS

Leia mais ...

Sindicatos se reúnem com a nova diretoria da Postal Saúde

 

No último dia 21 de janeiro, o SINTECT-GO e demais representantes dos sindicatos participaram de uma reunião com a nova diretoria da Postal Saúde, Caixa de Assistência e Saúde dos Empregados dos Correios, em Brasília. Na ocasião foram discutidos, principalmente, as dificuldades que a Postal Saúde vem enfrentando para garantir a assistência médica aos trabalhadores.

A nova diretoria da Postal Saúde informou que não vem recebendo os devidos repasses dos Correios. E que por conta desse atraso nos repasses, acaba deixando de pagar fornecedores e profissionais da rede credenciada. Consequentemente estes deixam de atender aos beneficiários do plano.

Diferente da Postal Saúde que opera na modalidade de autogestão, a Unimed é uma cooperativa de médicos que possui regulamento próprio e, ainda que firme contrato com a Postal Saúde, não se submete ao regulamento desta.

A direção da Postal Saúde ainda justificou que a dificuldade de credenciar diretamente profissionais nas menores cidades do país se deve ao fato de que a procura pelo atendimento é muito pulverizada. O que não é muito atrativo para os profissionais, que preferem atender quase que exclusivamente pela Unimed. “A situação é semelhante a um cartel, algo comparado a uma máfia, da qual a Postal Saúde estaria refém”, declarou o dirigente sindical Wesley Martins.

Mas essa situação não é novidade, pois antes de surgir a Postal Saúde as Unimed’s já atendiam os ecetistas em várias localidades do país.

 

Apesar disso, ficou evidente, durante a reunião, que as negociações referentes à qualidade do Plano de Saúde devem ser realizadas diretamente com a direção dos Correios, que descumpre a cláusula que garante assistência médica, hospitalar e odontológica aos trabalhadores, e é a principal responsável pelo estado crítico do nosso plano de saúde.

O Presidente da Postal Saúde, Pedro de Almeida Feijó, durante a reunião também informou que diante dos altos custos para manutenção do plano, estão sendo estudadas medidas de redução de despesas e mudanças no custeio do plano, para serem implementadas posteriormente. Ele deixou escapar que não está descartada a ideia de cobrar mensalidades dos beneficiários que possuem dependentes.

Não é de hoje que a direção dos Correios informa que não tem condições de manter o Plano de Saúde nos mesmo moldes. Após o advento da Postal Saúde, há aproximadamente três anos, a despesa com o plano mais que dobrou, e a qualidade caiu,  e são diárias as reclamações dos trabalhadores por falta de atendimento médico. Uma clara demonstração de que a luta em defesa do plano de saúde e por melhorias será constante.

Quanto aos problemas referentes ao atendimento das Unimed’s, a diretoria firmou compromisso de buscar solução para a manutenção do atendimento. É esperar para ver.

Leia mais ...

ANS suspende venda de 43 planos de saúde de 16 operadoras

A partir da próxima quinta-feira (19/11), 43 planos de saúde de 16 operadoras terão a comercialização suspensa em razão do não cumprimento dos prazos máximos de atendimento e outras queixas de natureza assistencial, como negativas indevidas de cobertura. A medida é uma determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Com a suspensão, as operadoras ficam impedidas de receber novos consumidores nesses planos até comprovarem melhoria da assistência. Para os beneficiários existentes, entretanto, o atendimento permanece normal.

A suspensão é resultado do 15º ciclo do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que avalia permanentemente as operadoras quanto às reclamações relativas à cobertura assistencial. A divulgação dos dados apurados é feita pela ANS a cada três meses. Neste ciclo, mais de 610,8 mil beneficiários são diretamente protegidos.

O diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão, explica que o monitoramento realizado pela Agência procura induzir as operadoras a uma mudança de comportamento, provocando melhorias na assistência prestada aos beneficiários. “A medida funciona em dois sentidos: por um lado, obriga as operadoras a melhorarem o atendimento para que voltem a comercializar esses planos para novos clientes; por outro, protege os beneficiários desses planos, já que evita a entrada de novos consumidores enquanto não houver comprovada adequação da assistência”, destaca o diretor.

Paralelamente à suspensão, 38 planos de saúde de 14 operadoras que estavam com a comercialização interrompida poderão voltar a ser comercializados, já que comprovaram melhoria no atendimento ao cidadão. Desde o início do monitoramento, 1.170 planos de 158 operadoras tiveram as vendas suspensas e outros 1.014 planos voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento. Das 16 operadoras com planos suspensos nesta etapa, 10 constavam na lista de suspensão do período anterior.

Além de interromper a venda, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multas que variam de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Reclamações – Neste ciclo de monitoramento, que compreende o período de 19/06 a 18/09 de 2015, a ANS recebeu 29.831 reclamações de beneficiários pelos seus canais de relacionamento. Todas foram tratadas pela mediação de conflitos, sendo que 10.467 eram relacionadas a temas não assistenciais (contratos e reajuste, por exemplo) e 19.364 referentes à cobertura assistencial. Destas últimas, 13.030 foram consideradas na avaliação do Programa de Monitoramento - foram excluídas as reclamações sobre planos de operadoras em portabilidade de carências ou em liquidação extrajudicial, que já não podem mais ser comercializados porque as empresas estão em processo de saída ordenada do mercado.

No universo analisado, 87,6% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP). A mediação de conflitos agiliza a solução de problemas do beneficiário de planos de saúde. Com a notificação, as operadoras são comunicadas diretamente pelo portal da ANS, em espaço próprio, onde acompanham as demandas. O prazo máximo para a adoção das medidas necessárias à solução da reclamação é de até cinco dias úteis em casos assistenciais e de até 10 dias úteis para não assistenciais.

Panorama do 15º ciclo

• 16 operadoras com planos suspensos
• 43 planos com comercialização suspensa
• 610.867 consumidores diretamente protegidos
• 38 planos reativados
• 6 operadoras com reativação total de planos (16 produtos)
• 8 operadoras com reativação parcial de planos (22 produtos)

 Confira aqui a lista de planos que terão a comercialização suspensa e reativados

Reprodução: ANS

Leia mais ...

Comunicado: SINTECT/GO colhe reclamações contra a Postal Saúde

Trabalhadores, no próximo dia 04 de fevereiro ocorrerá uma reunião do Comitê Paritário de Qualidade do Plano de Saúde, que visa debater e solucionar os problemas que existem no plano de saúde da categoria (Postal Saúde). Por isso, solicitamos que vocês nos enviem e-mails, até o dia 03 de fevereiro, descrevendo os problemas enfrentados na hora de utilizar a assistência médica e odontológica, como, por exemplo, o descredenciamento de hospitais e clinicas, atraso de procedimentos, demora na emissão de cartões, entre outros.

As reclamações recebidas pelo SINTECT/GO serão encaminhadas à FENTECT, que as apresentarão durante a reunião do Comitê.

E-mail para encaminhar as reclamações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Fonte: Diretoria Colegiada

Leia mais ...
Assinar este feed RSS