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SINTECT-GO (154)

"Espinha dorsal do processo contra Lula ruiu"

Diretor do Sintect-GO e bispo da Igreja Católica Anglicana analisam conjuntura atual em programa da Rádio Trabalhador

 

O programa Antena Ligada, da Rádio Trabalhador - www.radiotrabalhador.com.br - entrevistou na manhã desta terça-feira (16), o diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e suas Concessionárias, Permissionárias,  Franqueadas,  Coligadas  e  Subsidiárias  no Estado de Goiás (Sintect-GO), Ueber Barboza; e Dom Orvandil, professor universitário, bispo da Igreja Católica Anglicana e titular do blog Cartas Proféticas.

Ao jornalista Roberto Nunes, os entrevistados fizeram uma ampla análise de conjuntura, onde a principal preocupação foi o julgamento do ex-presidente Lula, marcado para o próximo dia 24. Para Dom Orvandil, a espinha dorsal do processo contra ele ruiu diante da decisão da juíza Luciana Corrêa Tôrres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal. "Ela se contrapõe à investigação da Lava Jato sobre o triplex do Guarujá", observa o bispo.

O processo atende uma empresa que solicita o pagamento de dívidas em desfavor da OAS Empreendimentos. A juíza acatou e determinou ao Banco Central o bloqueio nas contas da empresa, encontrando apenas R$ 10 mil reais. A credora fez busca nos cartórios e achou num mesmo CNPJ quatro imóveis no Guarujá em nome da OAS. Um deles é o apartamento atribuído a Lula. Em Brasília, a juíza entende que cabe penhora do triplex por se tratar de dívidas contraídas pela OAS — que seria, de fato e de direito, proprietária do imóvel.

Ueber acredita que o ex-presidente está sendo vítima de uma perseguição, que é resultado do acirramento da luta de classes. "Pois Lula representa uma esperança para os trabalhadores, não só do Brasil, mas de toda a América Latina". O sindicalista lamentou a pronta adesão de parte da juventude ao discurso fácil da direita fascista, ao que Dom Orvandil emendou: "Os maiores disseminadores da ideologia fascista no País é a Rede Globo e as igrejas, aquelas que difundem o discurso: 'se eu não concordo, não pode existir'.

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Reprodução: CUT Goiás

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Confraternizar e celebrar a luta

Mais um ano de desafios se aproxima e para começar com o pé direito, animados e revigorados para as lutas, o SINTECT-GO convida todos os seus filiados e filiadas a participarem de sua Confraternização e Aniversário de 20 anos da Sede, que será realizada no dia 13 de janeiro de 2018, no Clube Ferreira Pacheco, a partir das 19h.

Para participar da Confraternização do Sindicato, o trabalhador(a) precisa ser filiado e preencher a ficha de inscrição abaixo e enviá-la ao SINTECT-GO até o dia 10 de janeiro de 2018, por:

  • email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ;
  • fax ou via telefone com as secretárias (62) 3280-4415;
  • ou entregá-la diretamente na sede do Sindicato, localizada na Rua anhangá , Quadra 32-A Lote 25 Vila Brasília, Aparecida de Goiânia – Goiás. 

Os trabalhadores filiados poderão levar os cônjuges e filhos dependentes. O ecetista que saiba cantar ou tocar algum instrumento musical poderá preparar uma apresentação para a festa do Sindicato. Para isso, basta preencher a ficha “Talentos da Categoria” abaixo. O Sindicato ressalta que não será um concurso, apenas um momento para compartilhar e apresentar os talentos para os presentes.

Um pouco de história: os sujeitos sociais

A ideia de se criar um sindicato dos trabalhadores dos Correios em Goiás começou a surgir na década de 1980, que representou um marco para a democracia brasileira. Com o fim do governo militar, os trabalhadores aspiravam liberdade e os movimentos sociais organizados saiam da clandestinidade, buscando lutar pelos seus ideias.

Então, em março de 1985 nascia a Associação Beneficente dos Servidores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos da Diretoria Regional de Goiás, dando os primeiros passos para a criação do sindicato. Lembrando que as associações dos Trabalhadores dos Correios já continham um caráter sindical, pois nessa época era negado aos empregados públicos o direito de constituírem sindicatos, que só foi possível após a Constituinte de 1988.

No dia 27 de janeiro de 1989, durante uma Assembleia Geral Extraordinária, os(as) trabalhadores(as)  votaram pela fundação do Sindicado dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos da Diretoria Regional de Goiás, o Sincotel. Na oportunidade, os ecetistas aprovaram o Estatuto da entidade e ainda elegeram sua Diretoria Provisória.

Porém, durante a implantação dos sindicatos em todo o país, os trabalhadores sofreram novamente com a opressão, muitos foram perseguidos e demitidos da ECT. Anos depois, eles foram anistiados pela Lei de Anistia Paulo Rocha. Parabéns a essas guerreiras e guerreiros que acreditaram, se doaram, resistiram e tornaram possível o sonho de construir o SINTECT-GO, apesar das perseguições.

A classe trabalhadora conta sua própria história!

20 anos de sede própria

Durante 11 anos, o Sindicato funcionou em uma sala na Rua 2, no centro de Goiânia, até que, em 1998, a categoria realizou mais um sonho antigo: a construção da sede própria na Rua Anhangá, Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia. E com a conclusão das obras, o Sindicato passou a se chamar SINTECT-GO/TO, pois representava os trabalhadores de Goiás e do Tocantins, estado recém-criado.

Também em 1998,  ocorreram mudanças relevantes no Estatuto do sindicato. A duração do mandato da diretoria passou de quatro para três anos e o sistema de gestão passou do presidencialista para a atual formação: Diretoria Colegiada.

Em julho de 2000, durante o II Congresso dos Trabalhadores dos Correios (Cortect), realizado em Goiânia, que contou com participação dos trabalhadores de Goiás e do Tocantins, a categoria definiu novas mudanças no Estatuto. Foram aprovadas três importantes ações: a implantação da subsede do sindicato em Palmas (TO), o fortalecimento dos Delegados Sindicais e a criação do Conselho Deliberativo, democratizando ainda mais a entidade.

Também neste ano, a sede do Sindicato foi ampliada e ganhou novas instalações. Foram criadas uma sala de treinamento, com vídeo e televisão, e uma área de lazer com churrasqueira, mesas e cadeiras. Além disso, até o ano 2000 o Sindicato não possuía veículos, o que dificultava ainda mais as visitas às unidades.

No ano de 2007, durante  Cortect, o Tocantins foi desmembrando do SINTECT-GO, passando a ter seu próprio sindicato.

Em 2015, a fim de ampliar o atendimento aos mais de três mil trabalhadores filiados em todo o estado, o SINTECT-GO adquiriu um imóvel de 365 metros quadrados, localizado ao lado de sua sede na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia. Neste novo espaço, o Sindicato prevê a construção de um auditório, espaço para a realização de cursos e de festas, ampliação de alojamentos. Atualmente, o Sindicato também conta com uma frota de carros próprios, facilitando a visita em todas às unidades da DR/GO, inclusive no interior.

Por isso, agora é hora de comemorar e animarmos para os novos desafios que virão. Compareça à nossa festa para confraternizar conosco.

 

Inscreva-se aqui:

*Salve essa imagem, imprima, preencha e a envie ao sindicato.

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Deputados se posicionam diante de matéria que denuncia contrato milionário entre os Correios e empresa de tecnologia

A deputada Maria do Rosário e deputado Leonardo Monteiro enviaram, no último dia 13, um oficio à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, expressando preocupação da Frente Parlamentar em Defesa dos Correios diante da denúncia publicada na reportagem "A 'zona de negócios ilícitos' do PSD do ministro Kassab" (revista Carta Capital, 09/12/207, edição 982). De acordo com a matéria, uma empresa de serviços postais eletrônicos estava sendo contratada pelos Correios sem licitação, além do contrato estar envolvido em uma série de suspeitas.

A matéria da Carta Capital denúncia um contrato de 12 meses estabelecido entre os Correios e uma empresa de tecnologia, a Nexxera, sem licitação, no valor de R$850 milhões de reais, para substituir a entrega de correspondências em papel pelo serviço postal eletrônico. É quase 5% do faturamento da estatal em 2016, para gastar num único contrato. E umas oito vezes a receita anual da firma catarinense em 2015 e 2016”, (grifo da reportagem). Este contrato  inclusive está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

No oficio, os deputados solicitaram que o Ministério Público Federal acompanhe as investigações, principalmente considerando a grave crise financeira que os Correios enfrentam. Eles ainda destacaram que a ECT é a única estatal presente em todos os municípios brasileiros, com 12 mil agências, emprega 117 mil trabalhadores e trabalhadoras e é uma das mais respeitadas.

Em contato com a Assessoria de Comunicação da Deputada Maria do Rosário, o SINTECT-GO foi informado que  a Frente Parlamentar em Defesa dos Correios já recebeu a resposta do ofício e está aguardando o posicionamento do MPF sobre o caso. 

Confira a reportagem  "A 'zona de negócios ilícitos' do PSD do ministro Kassab" completa aqui

Leia o Ofício Nº57/2017 dos deputados Leonardo Monteiro e Maria do Rosário aqui

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Resistência e Luta em Tempos de “Crise”

Editorial

Depois que o país sofreu um golpe parlamentar, Temer iniciou seu desgoverno, foi se implementando uma política destrutiva ao Estado Brasileiro, passando necessariamente pelo desmonte da estrutura pública que temos, transformando o país em um verdadeiro “balcão de negócio”. E para que tal plano se tornasse viável, aprovou-se de inicio o congelamento dos investimentos no orçamento de itens fundamentais para o desenvolvimento do Brasil, como a educação, saúde, segurança, entre outros.

Com o discurso de tornar o país melhor e mais lucrativo para os detentores do capital financeiro, Temer, com o papinho de “modernizar” as relações trabalhistas, aprovou no Congresso o seu desmonte, que na prática reduz os custos que o empresariado tem com a contratação de mão de obra, retirando direitos históricos e ampliando os mecanismos de fragilização da organização dos sindicatos.

Com os arranjos políticos tipicamente brasileiros funcionando a todo vapor, de negociação e destruição de ministérios, Temer reloteou todo o chamado “segundo e Terceiro escalão”. Nossa Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos caiu no colo do PSD, do coronel Gilberto Kassab, que indicou como presidente dos Correios o senhor Guilherme Campos. Este senhor desde que assumiu a Presidência dos Correios tem prestado um completo desserviço a nossa Empresa. São cerca de 40 entrevistas concedidas à imprensa, e em nenhuma delas ele consegue fazer um único elogio à Instituição ou a qualquer um dos mais de 112 mil homens e mulheres que nela trabalham. Além disso, Guilherme Campos buscou todos os meios possíveis e imagináveis para nós impor as novas regras da Reforma Trabalhista, mesmo antes dela entrar em vigor, e usou o TST para tentar alterar nossa data base. Volta e meia, em suas entrevistas, cogita a privatização total ou parcial da Empresa, além de deixar claro que sem retirar direitos, a Empresa não se sustenta. Mas isso não é novo, afinal quem não se lembra do então presidente senhor Giovanni Queiroz, em fevereiro de 2016, alardeando que a ECT só tinha dinheiro para pagar os salários até setembro daquele ano.

Tais atitudes exigiram de nós Ecetistas muita luta e muita resistência ao longo de 2017. A falácia da crise, amplamente disseminada pelo presidente que é adepto daquela doutrina do “espalhe ao extremo uma mentira e ela virará verdade”, esteve presente o ano inteiro e foi necessário muita unidade e muita resistência para combatê-la. Até porque atrás dessa falácia de crise, reside o desejo do Governo de retirar nossos direitos conquistados há anos, como o Plano de Saúde, Tickets nas férias e durante as licenças médias por até 90 dias etc.

As três greves abraçadas pela categoria ao longo de 2017, principalmente a iniciada em setembro, inviabilizaram a retirada de direitos da categoria, ao menos por enquanto. Ao mesmo tempo, está na pauta de Temer e seus aliados (PSD, PSDB, PTB, PP, PPS, entre outros) o fim das nossas aposentadorias através da “Reforma da Previdência”, além da criação de mensalidade no Plano de Saúde da categoria, e assim precarizar ainda mais a Empresa, para que ela possa ser privatizada. Tais ataques evidenciam a necessidade de nós mantermos mobilizados e prontos para o enfrentamento, pois 2018 promete ser mais um ano que exigirá muita resistência e muita luta.

Regionalmente, tivemos um período complicado, uma gestão de um senhor que gastou muito mais tempo e energia combatendo o Sindicato do que realizando seu papel. Situação que ficou ainda mais clara no dia de sua queda, pois a categoria em peso comemorou soltando foguetes na Praça Cívica durante Assembleia.

Que em 2018 estejamos com o mesmo espírito de luta, mobilização e unidade, dispostos a enfrentar qualquer ataque que venha contra nossos direitos. Por isso, MUITA LUTA E MUITO MAIS RESISTÊNCIA SERÁ EXIGIDA DE TODOS NÓS, para que possamos manter e ampliar nossos direitos e ao mesmo tempo solidificarmos ainda mais os Correios como uma Empresa pública, confiável e que preste um serviço de excelência para a sociedade brasileira.FELIZ 2018

Elizeu Pereira, Secretário Geral

Leia o Ecetista na Luta de dezembro aqui

 

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SINTECT-GO participa de programa de rádio em Rianápolis

Os diretores sindicais Tiago Henrique, Edimar Santos e João Ferreira, representando o SINTECT-GO, participaram, no dia 23 de maio, da programação da Rádio Clube, em Rianápolis, para falar sobre o problema de endereçamento da cidade. Além disso, também foi falado sobre a falta de operação do Banco Postal no município, devido ao roubo do cofre da unidade e que ainda não foi reposto pela Empresa.

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Ecetistas em Goiás deliberam pelo fim do Movimento Grevista

Na tarde de hoje, 08 de maio de 2017, os trabalhadores dos Correios em Goiás reunidos em Assembleia deliberaram pelo fim do Movimento Grevista iniciado no último dia 26 de Abril de 2017.

A avaliação quase unanime da Assembleia foi de que o recuo percebido desde a última sexta feira, 05 de maio, em algumas bases sindicais e aumentado na manhã de hoje, quando outros Sindicatos realizaram suas Assembleias deliberando pelo fim do movimento, recuo este praticado pelas maiores bases sindicais tornara inviável a manutenção do Movimento Grevista e que, portanto, o melhor era por fim ao movimento e manter as mobilizações inclusive mantendo-se o Estado de Greve, pois os pontos principais da pauta quais sejam  a ameaça de demissões em massa, suspensão das férias, o fechamento Agencias, a ameaça de privatização e etc, não foram resolvidos.

 

Saudações Sindicais,

Elizeu Pereira, Secretário Geral

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Sindicato realiza audiência pública para debater suposta crise nos Correios

O SINTECT-GO realizou nesta quinta-feira, 27 de abril, uma Audiência Pública para falar sobre a suposta crise nos Correios e o fechamento de agências. A audiência foi realizada no auditório da Assembleia Legislativa de Goiás e contou com a participação dos ecetistas, da Diretoria Colegiada do SINTECT-GO, do presidente da CUT-GO Mauro Rubem, da Deputada Estadual Adriana Accorsi, do presidente da União dos Vereadores de Goiás (UVG) Ricardo Oliveira Carneiro, do Vereador Alan Cézar Rodrigues de Ipameri, do assessor do Deputado Rubens Otoni e do representante do PROCON-GO Everton Mascarenhas.

O secretário geral do SINTECT-GO, Elizeu Pereira, falou da importância dos Correios para a sociedade brasileira, principalmente ao levar vacinas, livros e objetos das últimas eleições em todos os cantos do país. Ele também questionou o déficit, uma vez que nos últimos anos os Correios repassaram para o governo federal R$ 6 bilhões e, desse montante, R$ 3,9 bilhões foram acima do valor estabelecido legalmente, prejudicando as reservas financeiras e investimentos necessários para a modernização da empresa.  Os trabalhadores também falaram das precárias condições de trabalho de suas unidades e como a população os culpam pela demora da entrega das correspondências.

Mauro Rubem e a deputada estadual Adriana Accorsi também falaram da importância da ECT no Brasil e que os trabalhadores devem se juntar contra os ataques que estão sofrendo. Além disso, eles falaram dos problemas que a população enfrentará com o fechamento das agências, principalmente no interior.

Sobre o fechamento de agências, o presidente da UVG se comprometeu a fazer uma resolução, a pedido do Sindicato, junto com os vereadores associados à UVG para que ajudem a barrar a privatização da ECT e o fechamento de agências, principalmente nas cidades onde os Correios é a única instituição bancária.

O vereador Alan Cézar falou da importância da agência dos Correios em Ipameri e disse que irá realizar audiências públicas na cidade junto com o Sindicato para discutir as questões levantadas pelos trabalhadores juntamente com a população.

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