Tenha uma boa madrugada! Hoje é Sábado, dia 20 de Julho de 2019. Agora são 00:52:41 hs

Justiça suspende contribuições adicionais para cobrir rombo no Postalis

Na liminar concedida pelo TJDFT, os participantes deixarão de fazer pagamentos mas os Correios ainda são obrigados a manter aportes para cobrir o deficit de R$ 5,6 bilhões

Em decisão liminar publicada na tarde desta quinta-feira (23/04), a Justiça suspendeu o pagamento de contribuições adicionais dos participantes do Postalis, fundo de pensão dos Correios, para equacionamento de déficit de R$ 5,6 bilhões. A ação protocolada pela Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP) foi deferida pela juíza Ana Carolina Ferreira Ogata, da 1ª vara cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal de Territórios (TJDFT).

A magistrada acatou os argumentos dos participantes da Postalis que afirmam que há indícios de que o déficit tem origem em atos de má gestão de investimentos. Entretanto, o parecer da juíza não altera os aportes que os Correios terão de fazer para cobrir o rombo no plano de benefícios definidos da entidade fechada de previdência complementar. No total, 71.154 trabalhadores dos Correios teriam de fazer contribuições adicionais.

 

Reprodução: Correio Braziliense

Leia mais ...

Trabalhadores paralisam atividades por melhores condições de trabalho, contra contribuição de 25,98% do POSTALIS e contra PL 4330

Os ecetistas em Goiás decidiram, na noite desta segunda-feira, 06, paralisar suas atividades por dois dias. A mobilização, deliberada durante Assembleia Geral realizada na capital e em cidades do interior, está sendo realizada por melhores condições de trabalho, melhorias no Plano de Saúde, em defesa dos empregos dos trabalhadores diante da reestruturação da ECT, contra a contribuição extraordinária de 25,98% do POSTALIS e contra a PL 4330, que representa a retirada de direitos, precarização e flexibilização das relações de trabalho.

Durante a assembleia em Goiânia, os trabalhadores também discutiram sobre a situação atual na empresa e deliberaram, mais uma vez, contra a contribuição extraordinária de 25,98% do POSTALIS. Além disso, a categoria também autorizou o SINTECT-GO a entrar com um processo para suspender está contribuição, e realizar uma parceria com a ANAPAR (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão), para juntos fiscalizar as aplicações, investimentos e a reserva técnica do POSTALIS.

 

Leia Também

Trabalhadores decidem pelo não pagamento da contribuição extraordinária de 25,98%

 

Leia mais ...

Trabalhadores decidem pelo não pagamento da contribuição extraordinária de 25,98%

Por unanimidade, a Assembleia Geral Extraordinária, realizada nesta quinta-feira, 19, na sede do SINTECT-GO, aprovou o não pagamento da contribuição extraordinária de 25,98% sobre o Plano Benefício Definido (PBD). O estado de greve por melhores condições de trabalho, melhorias no Plano de Saúde, contra a CorreiosPar, e em defesa dos empregos dos trabalhadores diante da reestruturação da ECT, também foi aprovado.

Diante da deliberação dos trabalhadores durante a assembleia, o SINTECT-GO irá notificar os Correios, com a cópia da ata, copia da lista de presença e um ofício, afirmando que os trabalhadores da DR/GO não concordam com a contribuição e não autoriza a empresa a fazer o desconto em seu contracheque. Caso a empresa desconte dos trabalhadores indevidamente, o departamento jurídico do sindicato tomará as medidas legais necessárias para responsabilizar a empresa com ação judicial por dano moral individual e dano moral coletivo. Além disso, estará questionando o POSTALIS quanto ao déficit atribuído ao trabalhador.

No último dia 05 de março, o Conselho Deliberativo do POSTALIS aprovou o reajuste da Contribuição Extraordinária sobre o Plano Benefício Definido (PBD) de 3,94% para 25,98%, e que terá vigência de 15 anos e cinco meses, ou seja, até junho de 2030. A contribuição está sendo cobrada para cobrir os déficits, que chegaram a R$5,5 bilhões nos últimos anos.

Laryssa Machado

Leia Mais

POSTALIS: 25,98% de contribuição extraordinária e, outra vez, querem que o trabalhador pague a conta

 

Leia mais ...

POSTALIS: 25,98% de contribuição extraordinária e, outra vez, querem que o trabalhador pague a conta

Entre 2013 e 2014 o POSTALIS (fundo de pensão dos Correios) sofreu rombos que chegaram a R$5,5 bilhões, e como era de se esperar, agora eles querem que o trabalhador arque com o prejuízo. Isso porque no último dia 05 de março, o Conselho Deliberativo do POSTALIS aprovou o reajuste da Contribuição Extraordinária sobre o Benefício Proporcional Saldado (PBD) de 3,94% para 25,98%.

O SINTECT-GO é contrario a essa contribuição extraordinária, principalmente porque não existe transparência na administração do plano. Desse modo, o sindicato conclama todos os trabalhadores a participarem da Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 19 de março, próxima quinta-feira, para que os trabalhadores deliberem sobre o não pagamento da contribuição extraordinária de 25,98% sobre o PBD do POSTALIS. A assembleia geral ocorrerá na sede do sindicato, a partir das 18:30h.

Reajuste da cobrança de taxa extraordinária

De acordo com o POSTALIS, em matéria publicada em seu site, o déficit técnico total do PBD é de R$ 5.597.717.974,28. “O montante diz respeito aos resultados dos investimentos abaixo do esperado (entre 2013 e 2014); disponibilizações para as perdas do período, o déficit em equacionamento desde 2013; alterações das bases técnicas atuariais do plano (principalmente a redução da taxa de juros que compõe a meta atuarial) e o valor relativo à Reserva Técnica de Serviço Anterior (RTSA), cujo pagamento foi suspenso pelos Correios desde março de 2014, tendo por base orientação do DEST – Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais”.

Tal contribuição é prevista para os participantes ativos e sobre o valor dos benefícios de aposentadoria ou pensão para os assistidos (aposentados e pensionistas).  Além disso, a cobrança das contribuições terá vigência de 15,5 anos ou 186 meses, ou seja, até junho de 2030. Porém o percentual será reavaliado anualmente e será levado em consideração o retorno dos investimentos, patrimônio acumulado, as hipóteses atuariais, além da eventual reversão de provisionamentos.

Posição e providências do SINTECT-GO

O POSTALIS está cobrando uma contribuição que é indevida, pois deveria ser paga pelos Correios, e não pelo trabalhador. Contudo, o sindicato não pode afirmar para a empresa, em nome do trabalhador, que não aceita os descontos. Por isso, a assembleia será realizada para que os trabalhadores deliberem se vão permitir ou não o desconto referente à contribuição do fundo.

Se os trabalhadores deliberarem contra o desconto, o SINTECT-GO irá notificar os Correios, com a cópia da ata, copia da lista de presença e um ofício, afirmando que os trabalhadores da DR/GO não concordam com a contribuição e não autoriza a empresa a fazer o desconto em seu contracheque. Qualquer desconto no contracheque do trabalhador deve ter a autorização prévia do mesmo, e se ele não autorizar os Correios, o desconto não pode ser feito. Caso a empresa desconte dos trabalhadores indevidamente, a área jurídica do sindicato vai responsabilizá-la por dano moral individual e dano moral coletivo.

Além disso, de acordo com a Dr. Gizeli Costa, também será proposta uma ação na justiça comum, questionando a deliberação do POSTALIS e solicitando a prestação de contas do valor atribuído como déficit e que deve ser pago pelo trabalhador. “Depois desta apuração, se algum déficit for real, aí sim, os trabalhadores serão responsáveis por ele. Mas dessa forma que o POSTALIS está fazendo, impondo o desconto que não é devido para o trabalhador, não é certo”, afirmou a advogada.

Confira Boletim sobre o POSTALIS aqui

Leia mais ...

Eleições do Postalis inicia no próximo mês

As eleições do Postalis, Fundo de Pensão da categoria ecetista, terá inicio no próximo mês, dia 09 de fevereiro, e vai até o dia 03 de março. O processo eleitoral visa escolher os membros que irão compor o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal.

A categoria ecetista vivenciou muitos problemas e golpes nos investimentos financeiros realizado pelo Postalis, ao longo dos últimos anos. Tal situação tem causado muitos transtornos e insatisfação aos beneficiários, que têm arcado com os ônus. Por isso, é importante que todos os ecetistas participem, conheçam os candidatos e, acima de tudo, votem naqueles que irão de fato representar a classe, acompanhar de perto a situação do fundo e tomar medidas necessárias para uma real melhoria. No site do Postalis, na aba Palanque Virtual, é possível conferir o perfil de todos os candidatos.

O SINTECT/GO apoia e pede o seu voto para Amanda Gomes Corcino Garcia, que é candidata ao cargo de conselheira fiscal, e para Vinicius Moreno, candidato ao Conselho Deliberativo, por entender que os melhores representantes dos trabalhadores são aqueles que de fato vivenciam o cotidiano do trabalhador, sabe das dificuldades enfrentadas e anseia por melhorias no trabalho.  A candidata Amanda Corcino é presidente do SINTECT/DF e tem se dedicado a luta em prol da categoria. Já Vinicius Moreno trabalha no Postalis desde 1996, e atualmente é conselheiro fiscal suplente desde 2012.

Amanda Corcino
Plataforma de Campanha

Fiscalizar cuidadosamente as contas da Instituição, no intuito de zelar pela saúde financeira da Postalis, visando à boa administração da Postalis,

das contribuições previdenciárias de seus participantes, garantindo maior credibilidade à instituição pelos mesmos.

 

 

Vinicius Moreno

Plataforma de Campanha

“Por um Postalis dos Participantes”.
• Buscar garantir a saúde do Instituto, de tal forma quer os participantes tenham o retorno esperado quando de sua Aposentadoria;
• Estabelecer um adequado modelo de comunicação com os participantes;
• Monitorar a decisão e o retorno dos investimentos;
• Estar familiarizado com questões ligadas ao Sistema de Previdência Complementar e principalmente com as particularidades do Plano de Benefícios - BD e Postalprev;     
• Definição clara de relacionamento entre o Conselho e a Diretoria do Instituto.;
• Definição e acompanhamento das estratégias e Planejamentos do Instituto;
• Implantação de sistemas eficientes de informações e de controle das operações e aplicações do Instituto;
• Manutenção dos Núcleos Regionais.

 

Você certamente recebeu em sua residência a senha enviada pelo Postalis para participar da votação eletrônica, através do site do Fundo de Pensão. Guarde bem esse número que é individual e não se esqueça que a partir do dia 09 de fevereiro você poderá votar.

Vote certo!

Leia mais ...

Calote da Argentina faz fundo dos Correios derreter

Postalis, fundo de pensão da categoria, vê seus investimentos ruírem 51% após ter aplicado em títulos da dívida argentina

São Paulo – A dramática novela sobre calote argentino ganhou mais um capítulo nesta semana – e agora quem sofrerá graves consequências é o brasileiro.

O Postalis, fundo de pensão dos Correios, vê seus investimentos ruírem 51% após ter aplicado em títulos da dívida argentina. As perdas chegam a 200 milhões de reais.

As aplicações foram feitas por um fundo (Brasil Sovereign II Fundo de Investimento de Dívida Externa FIDEX) operado pelo Bank of New York Mellon, que comunicou o prejuízo na última quarta-feira.

O Postalis disse por meio de nota que é o único investidor deste fundo. As aplicações chegaram a 370 milhões de reais e foram realizadas entre 2005 e 2008.

O comunicado do Postalis afirma ainda que o fundo já contratou advogados no Brasil e nos Estados unidos para buscar uma solução para o caso.

No tribunal

O juiz norte-americano responsável pelo caso de default da dívida da Argentina determinou na quarta-feira que o Bank of New York Mellon continue retendo a quantia que o país depositou para pagar os detentores de títulos reestruturados.

A Argentina havia dito na terça-feira que exigiria que o BNY Mellon distribuíssem entre seus credores reestruturados os 539 milhões de dólares que caíram em um limbo devido à decisão judicial que impediu o país de finalizar o pagamento de juros antes da data limite de 30 de julho.

 
Fonte/Autoria: Reprodução: Exame
Leia mais ...

Fundo de pensão dos Correios pode perder R$ 371 milhões

O fundo de pensão dos funcionários dos Correios (Postalis) diz na Justiça que pode perder integralmente os R$ 371 milhões em aplicações que fez entre os anos de 2006 e 2008 em fundo de investimentos no exterior. Chamado Sovereign, o fundo era gerido pela Atlântica - empresa acusada de fraudes e de ter investido dinheiro do fundo em títulos de baixa qualidade de crédito.

O processo foi aberto no fim de 2013 pelo Postalis contra a gestora brasileira de recursos Atlântica, que não tem mais registro na CVM, e contra seu então diretor geral Fabrizio Dulcetti Neves. Trata-se de um processo judicial que corre na justiça paulista e tem o único objetivo de interromper a prescrição do caso. "Não temos a comprovação do prejuízo", disse o Postalis em nota. A decisão de pedir ressarcimento por perda de capital ainda não foi tomada porque a fundação negocia um acordo com o administrador do fundo Sovereign, o BNY Mellon.

A perda de R$ 371 milhões representa mais de 5% do patrimônio do plano Benefício Definido da Postalis e não há provisões para ela. Isso significa que o prejuízo pode parar direto nas contas de 80 mil contribuintes que depositam sua poupança para aposentadoria neste plano.

O tamanho do buraco é desconhecido e esta é a primeira vez que, em um documento oficial, o fundo admite a perda total do que foi aplicado, ou de boa parte dele - sem contar o rendimento que poderia ter obtido em cinco anos. Só a correção da inflação faria o valor chegar a quase R$ 500 milhões. "Foram praticadas fraudes e operações contrárias ao regulamento do fundo que podem resultar em perdas de grande parte ou de todo o capital investido", diz o fundo no processo judicial.

Segundo as regras de mercado, os fundos de investimentos têm um gestor e um administrador. Uma das funções do administrador - neste caso, o BNY Mellon - é analisar as aplicações do gestor, verificando se o regulamento do fundo está sendo seguido. Com base no papel do administrador, o conselho quer que o Postalis processe judicialmente o BNY Mellon. "Mas a diretoria (do Postalis) diz que está tentando um acordo com ele para evitar a Justiça", afirma o representante dos funcionários no conselho do Postalis, José Rivaldo da Silva.

A perda do capital poderia se dar pelo fato de que a Atlântica trocou os títulos da dívida externa brasileira que estavam no fundo por outros investimentos que não estavam programados. De acordo com o processo, todo o dinheiro teria sido aplicado em ativos privados sem o consentimento do Postalis. 

Fonte: Jornal O Tempo
 
Fonte/Autoria: O Tempo
Leia mais ...

Fundo dos Correios perde mais R$ 53 milhões após calote da Argentina

 
O saldo da conta era de R$ 384 milhões, poucos dias depois, caiu para R$ 186 milhões


O fundo de aposentadoria Postalis, dos funcionários dos Correios, perdeu mais dinheiro depois do calote da dívida argentina, que aconteceu no dia 30 de julho. Dessa vez, foi uma queda de R$ 53 milhões.

O Postalis é o único titular de uma conta de fundos de investimentos chamada Brasil Sovereign II Fidex. Antes do calote argentino, o saldo nessa conta era de R$ 384 milhões.
Poucos dias depois, caiu para R$ 186 milhões.Esse montante não flutuou muito até a última quarta (10), quando foi para R$ 133 milhões.

Desde o calote técnico da Argentina, o fundo perdeu 51,5% do seu patrimônio. O Postalis tem em sua carteira investimentos considerados de alto risco, vinculados ao pagamento da dívida argentina.

O fundo de investimento está processando o administrador desse fundo, que é o Bank of New York Mellon -o mesmo que é responsável pelos pagamentos dos títulos argentinos e que tem, em sua conta, US$ 539 milhões congelados por ordem do juiz americano Thomas Griesa. Ele determinou que a Argentina só pode pagar seus credores caso reconheça uma outra dívida, que não é paga desde 2001. Como o país vizinho não faz isso, Griesa impede o banco de encaminhar o dinheiro aos detentores dos títulos argentinos.

No mês passado, o Postalis processou o Bank of New York Mellon por negligência e imprudência. Por uma decisão da Justiça do Rio, R$ 197,8 milhões do banco foram congelados -é o valor que o pelo qual o fundo quer ser ressarcido.

O Mellon irá recorrer, e atribuiu as escolhas de investimentos mal sucedidas ao gestor do escolhido pelo Postalis, uma empresa que já fechou as portas, chamada Atlântica.
CALOTE

O país vizinho afirma que não entrou em calote pois depositou o dinheiro na conta dos credores. Mas como eles deixaram de receber, o órgão do sistema financeiro internacional que determina as regras, a ISDA, determinou que houve calote, sim.

 
Fonte/Autoria:TN Online
Leia mais ...

Fundo de pensão dos Correios pode perder R$ 371 milhões

 
O fundo de pensão dos funcionários dos Correios (Postalis) diz na Justiça que pode perder integralmente os R$ 371 milhões em aplicações que fez entre os anos de 2006 e 2008 em fundo de investimentos no exterior. Chamado Sovereign, o fundo era gerido pela Atlântica - empresa acusada de fraudes e de ter investido dinheiro do fundo em títulos de baixa qualidade de crédito.

O processo foi aberto no fim de 2013 pelo Postalis contra a gestora brasileira de recursos Atlântica, que não tem mais registro na CVM, e contra seu então diretor geral Fabrizio Dulcetti Neves. Trata-se de um processo judicial que corre na justiça paulista e tem o único objetivo de interromper a prescrição do caso. "Não temos a comprovação do prejuízo", disse o Postalis em nota. A decisão de pedir ressarcimento por perda de capital ainda não foi tomada porque a fundação negocia um acordo com o administrador do fundo Sovereign, o BNY Mellon.

A perda de R$ 371 milhões representa mais de 5% do patrimônio do plano Benefício Definido da Postalis e não há provisões para ela. Isso significa que o prejuízo pode parar direto nas contas de 80 mil contribuintes que depositam sua poupança para aposentadoria neste plano.

O tamanho do buraco é desconhecido e esta é a primeira vez que, em um documento oficial, o fundo admite a perda total do que foi aplicado, ou de boa parte dele - sem contar o rendimento que poderia ter obtido em cinco anos. Só a correção da inflação faria o valor chegar a quase R$ 500 milhões. "Foram praticadas fraudes e operações contrárias ao regulamento do fundo que podem resultar em perdas de grande parte ou de todo o capital investido", diz o fundo no processo judicial.

Segundo as regras de mercado, os fundos de investimentos têm um gestor e um administrador. Uma das funções do administrador - neste caso, o BNY Mellon - é analisar as aplicações do gestor, verificando se o regulamento do fundo está sendo seguido. Com base no papel do administrador, o conselho quer que o Postalis processe judicialmente o BNY Mellon. "Mas a diretoria (do Postalis) diz que está tentando um acordo com ele para evitar a Justiça", afirma o representante dos funcionários no conselho do Postalis, José Rivaldo da Silva.

A perda do capital poderia se dar pelo fato de que a Atlântica trocou os títulos da dívida externa brasileira que estavam no fundo por outros investimentos que não estavam programados. De acordo com o processo, todo o dinheiro teria sido aplicado em ativos privados sem o consentimento do Postalis.

 
Fonte/Autoria: Jornal O Tempo
Leia mais ...
Assinar este feed RSS