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Lutas da Categoria (47)

Ecetistas fazem ato contra a privatização dos Correios e Reforma da Previdência nesta quarta-feira

 

A fim de manifestar contra a privatização dos Correios, contra a Reforma da Previdência, contra o assédio moral, por melhores condições de trabalho e pelo plano de saúde da categoria, os ecetistas em Goiânia irão fazer um ato nesta quarta-feira, dia 20, em frente à Agência Central, localizada na Praça Cívica, a partir das 8h. O Ato faz parte de um conjunto de ações chamado por centrais sindicais para combater os ataques à classe trabalhadora.

Não é de hoje que a categoria ecetista é ameaçada pela privatização da ECT. Em 2016 a privatização chegou a ser cogitada pelo governo Temer e no ano passado, durante sua campanha eleitoral, Bolsonaro chegou a dizer que “os Correios não têm jeito, lá não é nem privatizar, é extinguir”.

Além dos prejuízos aos trabalhadores, como Demissões; fim de direitos trabalhistas; achatamento salarial; e perda de benefícios, a Privatização dos Correios prejudicará toda a população brasileira.

Além disso, durante o ato, os trabalhadores também irão manifestar contra a Reforma da Previdência, que agrada os empresários e ataca mais uma vez a classe trabalhadora. A proposta da Reforma deverá ser entregue ao Congresso Nacional também na quarta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro.

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Mais de 50 entidades participam da Plenária para construir o enfrentamento frente aos ataques aos direito

Foto: Reprodução FENTECT

 

Ecetistas, petroleiros, professores, servidores públicos, jornalistas, além de representantes de movimentos sociais, participaram neste sábado, dia 02, da Plenária Nacional Intercategorias promovida pela FENTECT. A Plenária, realizada na UnB em Brasília/DF, foi marcada pela unidade das categorias e reuniu 54 entidades para construir e organizar o enfrentamento aos ataques aos direitos trabalhistas.

As pessoas presentes discutiram, principalmente, sobre a reforma trabalhista e a reforma da previdência, após análise de conjuntura realizada por representantes das centrais sindicais. Sarah Campos, membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, explicou as consequências da reforma trabalhista, citando como exemplo a limitação das indenizações no crime ambiental de Brumadinho/MG; e as diferenças nos projetos da previdência.

A Plenária foi marcada pela unidade das categorias. Na parte da tarde, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), relator da CPI das Mineradoras, falou sobre a necessidade da luta pela regulamentação e controle da exploração dos recursos no país.

Um calendário com datas e eventos para ações conjuntas deve ser apresentado nos próximos dias pela FENTECT. 

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Plenária Nacional: É preciso unir forças

A classe trabalhadora nunca sofreu tantos ataques como tem sofrido nos últimos anos. Desempregos, retirada de direitos, ameaças de demissão, fim do Ministério do Trabalho, fim da Justiça do Trabalho, assédios, péssimas condições de trabalho, fechamentos de postos de trabalho, terceirizações, exploração, são só alguns dos fantasmas que assombram a classe todos os dias.

Diante destes ataques, será realizada nos dias 02 e 03 de fevereiro, em Brasília, a Plenária Nacional Intercategorias, cujo objetivo é debater a conjuntura política do país e  construir uma pauta unificada contra a Reforma da Previdência e contra o sucateamento e privatização das estatais. A Plenária acontecerá no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A - Casa do Professor, Universidade de Brasília (UNB), Distrito Federal.

A Plenária é uma iniciativa entre diversas categorias para unificar a luta dos trabalhadores e dos movimentos sociais urbanos e do campo contra os ataques que vem sendo impostos e intensificados nos últimos meses.

É preciso, mais do que nunca, fazer o enfrentamento e lutar pela manutenção dos nossos direitos e empregos!

Leia o Boletim Completo aqui

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Audiência publica sobre Correios será realizada em Hidrolândia

A fim de discutir a prestação do serviço dos Correios em Hidrolândia, a Câmara Municipal da cidade, com o apoio do SINTECT-GO, realizará uma Audiência Pública, no dia 19 de setembro, às 19h, no Plenário da Casa. Na ocasião, serão debatidos "Reendereçamento dos bairros e sua implementação em Hidrolândia", "Entrega de correspondências nos bairros não atendidos" e "Posto de Entrega em Oloana".

Além da população, também foram convidados os representantes do Poder Executivo Municipal e dos Correios. 

Audiência Pública - Sobre o Serviço dos Correios em Hidrolândia

Local: Plenário da Câmara Municipal de Hidrolândia

Data: 19/09/2018

Horário: 19h

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ATENÇÃO ECETISTA: Não assine Banco de Horas em função da greve

O Sintect-GO orienta a todos os trabalhadores de Goiás a NÃO ASSINAREM qualquer tipo de acordo individual se comprometendo a compensar as horas dos dias 25 e 26 (para quem trabalha aos sábados), por ocasião da greve legítima dos caminhoneiros.

Qualquer ausência nessas condições será considerada por "força maior" e em nada se encaixa em uma "compensação acordada".

Repetimos: NÃO ASSINEM ESSE DOCUMENTO ou qualquer outro danoso aos interesses dos trabalhadores. Essa é a orientação Sindical em todo o País.

Diante da recusa do trabalhador, se houver qualquer tipo de questionamento ou ameaça por parte da Empresa, informe imediatamente aos dirigentes do Sintect-GO.

Nós apoiamos a luta dos caminhoneiros

O Brasil está refém do (des) governo de Michel Temer (MDB), que em nada contribui para o bem-estar da sociedade e que tem prejudicado cotidianamente a classe trabalhadora, de todas as formas possíveis.

Diante dessa realidade, o SINTECT-GO oferece total apoio e solidariedade aos caminhoneiros que fazem uma greve histórica, justa e necessária.

Também repudiamos a atitude da ECT que, por meio de um memorando, se aproveita desse momento de luta legítima dos caminhoneiros para tentar impor uma negociação individual (nova CLT). Não aceite! Não assine! O trabalhador não deve se comprometer a compensar os dias não trabalhados em decorrência da greve dos caminhoneiros.

Os responsáveis por essa situação difícil em que o país se encontra (e contra a qual os caminhoneiros lutam) que paguem pelo prejuízo e transtorno gerados, não os trabalhadores.

NÃO ASSINEM NENHUM ACORDO INDIVIDUAL!

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Reação ao fechamento de agências é tema do Informativo da Fentect

A luta contra o fechamento de agências, demissões e privatização dos Correios é tema do Informativo da Fentect de maio. O boletim faz um alerta à categoria e à população a respeito da necessidade de união contra o desmonte da Estatal e privatização.

"A luta é de todos! Para não pagar mais caro, para não ficar sem acesso e para não ser demitido, clientes e funcionários devem se unir contra o processo de privatização".

Confira o Informativo na íntegra, clique aqui.


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Comissão fará audiência sobre fechamento de agências dos Correios e demissões

O fechamento de 513 agências dos Correios será debatido nesta quinta-feira (17) pela Comissão de Direitos Humanos. O senador Paulo Paim (PT-RS) requereu uma audiência pública sobre o assunto, após ser informado de que a reunião da diretoria dos Correios que tomou essa decisão foi realizada em caráter secreto, com cláusula de sigilo assinada por todos os participantes. A questão é muito séria, criticou Paim:

— Desde abril têm chegado notícias de fechamento de diversas agências lucrativas em todo o país, com diversas informações de demissões de até 5.300 funcionários. Estariam sendo fechadas as agências próprias, em favor das agências franqueadas.

O novo presidente dos Correios, Carlos Forner, admitiu que estaria havendo um “redesenho” da empresa. Mas para o senador, estão afundando as finanças da empresa para justificar uma privatização e gerar uma massa de desempregados.

Segundo informações citadas pelo senador, a decisão foi tomada no início de fevereiro. Em Minas Gerais, das 20 agências mais rentáveis, 14 deixarão de funcionar. Os clientes serão atendidos por agências franqueadas que funcionam nas proximidades das que serão fechadas. Em São Paulo o quadro é mais radical: serão fechadas 167 agências, 90 na capital e 77 no interior.

— Isso é o desmonte proposital de uma empresa pública que já foi referência de qualidade em todo o país —afirmou Paim.

Foram convidados para o debate representantes da direção dos Correios, dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e do Trabalho, dos sindicatos dos trabalhadores dos Correios e da CUT.

Você pode acompanhar:

Participe: http://bit.ly/audienciainterativa

Portal e-Cidadania: www.senado.gov.br/ecidadania

Confira o Informe 016 da Fentect sobre a audiência


(Agência Senado)

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Presidente dos Correios 'explica' fechamento de agências

Questionado sobre o fechamento de diversas agências, ele atribuiu a medida a um projeto de restruturação do Governo, o qual visa melhorar a qualidade de atendimento do cliente

Em entrevista à radio CBN nesta manhã, 15, Carlos Fortner, presidente dos Correios, deu explicações sobre a situação atual da estatal. “Hoje, 55% do nosso faturamento vem do concorrencial, ou seja, e-commerce e entregas. O restante (45%) é proveniente das cartas, e isso vai continuar. Porém, temos ciência de que com o tempo essa proporção mudará para o concorrencial”.

Segundo Fortner, a ideia é investir no serviço online para otimizar o atendimento. “Essa administração tem feito um grande serviço para melhorar a experiência do cliente. Não podemos mais tratar as pessoas como usuárias de nossos serviços, mas sim como clientes, pois estão pagando por isso. Com as otimizações e o investimento em tecnologia, esperamos passar de 12 mil para 14 mil pontos de atendimentos até 2022”, enfatizou.

Questionado sobre o fechamento de diversas agências, ele atribuiu a medida a um projeto de restruturação do Governo, o qual visa melhorar a qualidade de atendimento do cliente. “Não justifica ter agências físicas, repletas de custos fixos, com 20 atendimentos diários no balcão. Um outro modelo mais enxuto pode ser mais eficiente e mais benéfico tanto para a empresa como para o cliente. Mas essa migração de um modelo para o outro só ocorrerá após a conclusão dos estudos”. (Blog Correios do Brasil Funcionários)

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Subcomissão apresenta primeira versão do Estatuto do Trabalho

A Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho (CDHET) apresentou nesta quinta-feira (10) o relatório que formaliza a proposta da nova lei. O texto é uma sugestão legislativa, que será relatada pelo senador Paulo Paim (PT-RS). A SUG 12/2018 regulamenta assuntos relativos à inclusão social, autorregulação sindical, modernização do trabalho, salário mínimo mensal e jornada de trabalho de 40h semanais.

CONFIRA O TEXTO INICIAL DO ESTATUTO DO TRABALHADOR

Paim informou que a primeira versão do anteprojeto da Reforma Trabalhista conta com mais de 700 artigos.

- Hoje, apresentamos a nova CLT. Foram nove meses de trabalho juntamente com a Associação Latino Americana dos Juízes do Trabalho, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho e as centrais sindicais.

Essas associações são autoras da sugestão legislativa protocolada nesta quinta-feira no Senado.

Segundo o procurador regional do Trabalho, Alessandro Miranda, existem milhões de trabalhadores que sequer sabem que estão trabalhando em condições de escravidão.

- É uma satisfação que possamos apresentar um documento social que visa combater toda a precarização do trabalho na semana em que completamos 130 anos da abolição dos escravos no Brasil – disse.

Para o senador Paulo Rocha (PT-PA), a proposta do Estatuto é uma forma de reagir em favor da proteção social do trabalho.

- É fundamental que além da tarefa de reagir contra os direitos rasgados pela Reforma Trabalhista, resgatemos a democracia do nosso país. Sem democracia não existem direitos e igualdade. É preciso peitar a elite brasileira e defender os direitos do povo. Saúdo esse momento histórico - comemorou.

Estatuto
A assistente técnica da Comissão de Diretos Humanos (CDH), Tânia Andrade, apresentou a estruturação da proposta do Estatuto do Trabalho. O texto está dividido em duas partes, sendo a primeira sobre o direito do trabalho e a segunda sobre o direito processual.

Entre os vários capítulos, a primeira parte dispõe sobre assuntos relativos à vedação de práticas análogas à escravidão e à proteção a mulheres, pessoas com deficiência, crianças, adolescentes, idosos e contra a discriminação étnico-racial. Além de regulamentar o tempo de trabalho, o direito ao descanso, o emprego rural e autônomo.

Segundo Tânia Andrade, a segunda parte da proposta não está consolidada. Ela informou que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) fará outras proposições acerca da Justiça do Trabalho e do processo em geral.

Sugestão legislativa
A Sugestão Legislativa (SUG) é uma ideia legislativa que se origina da sociedade e que pode ter como ponto de partida debates relacionados ao assunto. Como qualquer SUG, a proposta do Estatuto do Trabalho será discutida na CDH para aprimoramento após ouvir setores da sociedade. A sugestão depois será votada pela CDH e se aprovada passará a tramitar como projeto de lei, que terá que ser votado por outras comissões permanentes do Senado. (Agência Senado)

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MPT alerta: nem todo acordo é bom para você

Pelo segundo ano consecutivo, o Ministério Público do Trabalho promove o Maio Lilás, movimento que visa conscientizar a sociedade da importância da promoção da liberdade sindical. Um seminário que abordou os desafios das entidades sindicais no cenário pós-reforma trabalhista, ocorrido na Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília, dia 7 de maio, marcou o lançamento da campanha.

Na oportunidade, foi distribuída a revista MPT Em Quadrinhos nº 34, com o título “Sindicatos”, e foi lançado o site www.reformadaclt.com.br, que traz esclarecimentos acerca das mudanças profundas provocadas pela reforma. Também foram exibidos dois vídeos virais que alertam: "Seus direitos têm valor. Nem todo acordo é bom para você". A página possui ainda um canal interativo, o “Pergunte aqui”. A campanha de mídia contará com spots para rádio.

Além de compor o site, o material será veiculado nas redes sociais, a exemplo do Instagram @mptrabalho, que também teve sua estreia durante o evento. “É toda uma campanha que se desenvolverá ao longo do ano, com o objetivo de buscar a aplicação da lei conforme interpretação da Constituição, de modo a evitar retrocesso social e para garantir os direitos trabalhistas conquistados ao longo de décadas”, explica a vice-coordenadora nacional da Conafret, do MPT, Vanessa Patriota.

Site da reforma

A proposta do site www.reformadaclt.com.br é informar a sociedade sobre os reais impactos da reforma trabalhista nas relações de trabalho e o cotidiano dos trabalhadores brasileiros, bem como demonstrar quais direitos não foram alterados, alertando os empregadores para que mantenham as relações e o ambiente de trabalho saudáveis e produtivos.

Maio Lilás

A cor lilás é uma homenagem às 129 mulheres trabalhadoras, que foram trancadas e queimadas vivas em um incêndio criminoso numa fábrica de tecidos, em Nova Iorque (EUA), em 8 de março de 1857, por reivindicarem um salário justo e redução da jornada de trabalho. No momento do incêndio, era confeccionado um tecido de cor lilás.

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